Gabriel Couto garante construção dos novos edifícios da Universidade de Lisboa
A organização liderada por Luís Ferreira considera “prioritária” esta intervenção que vai nascer de um projecto assinado pela equipa do arquitecto Miguel Saraiva

CONSTRUIR
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
A Gabriel Couto vai ser responsável pelos trabalhos de construção dos Edifícios 2 e 3, e das residências universitárias na Cidade Universitária, um investimento estimado em 38 milhões de euros que deverá estar concluído em aproximadamente dois anos.
O concurso público promovido pela Universidade de Lisboa contemplava três edifícios desenhados pela Saraiva + Associados, que irão nascer na Cidade Universitária.
O objectivo passa pela criação de um conceito de ‘campus universitário’ que vai, de certa forma, alterar a relação entre os alunos e as diversas faculdades. A ligação à envolvente é um dos aspectos mais valorizados na proposta.
A organização liderada por Luís Ferreira considera “prioritária” esta intervenção que vai nascer de um projecto assinado pela equipa do arquitecto Miguel Saraiva. O investimento contempla a edificação de três edifícios, de cinco e seis andares, a construir num terreno com mais de três hectares, e que incluirá estacionamento no subsolo para 500 automóveis, áreas comerciais e uma extensa praça rectangular, com 80 metros de comprimento e 60 de largura, com zonas de lazer, descanso e convívio. A residência fica ao lado da Alameda das Universidades, entre a Biblioteca Nacional e as Faculdades de Psicologia e de Medicina Dentária da UL e o ISCTE. De acordo com os arquitectos Miguel Saraiva e Alexandre Marques Pereira, o objectivo é recriar o conceito de “campus universitário, alterando a relação entre os alunos e as diferentes faculdades”, dando, ao mesmo tempo, vida a uma zona da cidade que fica vazia à noite.