REFER adjudica empreitada de electrificação do troço Caíde – Marco de Canaveses
Empreitada foi adjudicada ao consórcio Isolux/Corsan por cerca de 6,1 milhões de euros.

Pedro Cristino
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
A REFER anunciou que a empreitada de electrificação do troço entre Caíde e Marco de Canaveses foi adjudicada ao consórcio Isolux/Corsan por cerca de 6,1 milhões de euros.
Em comunicado, a empresa pública refere que o projecto e fiscalização são da sua responsabilidade, através da REFER Engineering. A empreitada tem um prazo de 450 dias e o troço a intervencionar, com cerca de 14,4 quilómetros de extensão, atravessa os concelhos de Lousada, Amarante, Penafiel e Marco de Canaveses.
Os trabalhos compreendem a execução de novas instalações fixas de tracção eléctrica, o alteamento das plataformas de passageiros das estações e apeadeiros existentes no troço e a implementação de novo sistema de retorno de corrente de tracção.
Será ainda efectuado o reforço estrutural e a beneficiação dos túneis de Caíde, Gaviara e Campainha, “onde será necessário intervir ao nível da via-férrea, de modo a garantir o gabarit de electrificação”.
Esta intervenção, contemplada no Plano Estratégico dos Transportes e Infra-estruturas (PETI), proporcionará “melhorias na eficiência e competitividade do sistema ferroviário, viabilizando a extensão dos serviços suburbanos, em tracção eléctrica, até à estação de Marco de Canaveses”.
De acordo com o comunicado da REFER, o investimento permitirá ainda “diminuir os tempos de percurso, reduzir as emissões de poluentes e ruído, aumentar a quota modal da ferrovia e reduzir o congestionamento e sinistralidade”.