Preços de habitação estagnam no primeiro trimestre de 2011
Trata-se de um resultado “mais favorável do que a variação trimestral obtida no quarto trimestre de 2010

Pedro Cristino
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
O primeiro trimestre deste ano marcou a estagnação dos preços de habitação face ao trimestre anterior, de acordo com os dados do Índice Confidencial Imobiliário (ICI).
Trata-se de um resultado “mais favorável do que a variação trimestral obtida no quarto trimestre de 2010, período em que os preços de habitação haviam desvalorizado 0,7% face ao timestre anterior”, revela o comunicado de imprensa do ICI.
De acordo com o índice, este comportamento assemelhou-se “quer no segmento de habitação nova quer no de usada”. No caso de habitação nova, registou-se uma descida trimestral de 0,1%, “bastante menos acentuada” do que a variação negativa de 1,1% observada no quarto trimestre de 2010, face ao precedente. No que se refere ao mercado de habitação usada, a performance trimestral passou de 0,4% negativos, no quarto trimestre de 2010, para 0,0% no primeiro trimestre de 2011.
Em termos homólogos, o Índice Confidencial Imobiliário mantém-se “em terreno positivo, situando-se, em Março de 2011, nos 0,6%. Os fogos novos registam uma variação homóloga de 0,8% no mesmo mês, enquanto que, nos fogos usados, essa variação corresponde a 0,5%. “Não obstante, as taxas de variação homóloga têm vindo a decrescer de forma acentuada”, revela o comunicado.
A mesma fonte que, em Setembro do ano transacto, estas taxas estavam em 2,8%, correspondendo a 3,0% no mercado de novos e a 3,6% no mercado de usados. “Em sua, esta performance evidancia que se registou uma alteração no comportamento dos proprietários no mercado, que passaram a adoptar uma postura muito mais conservadora e mais em linha com as dificuldades sentidas no escoamento do produto”, conclui.