‘Tapada do Tejo’ em discussão pública
Com uma área de 13.340 hectares e 547 fogos, a solução urbanística, assinada por Frederico Valsassina, assume a subdivisão da superfície a lotear em 11 lotes autónomos para a construção de edifícios de habitação, comércio, serviços e equipamentos

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O projecto ‘Tapada do Tejo’, junto ao Alvito e adjacente no Parque Florestal de Monsanto, encontra-se em fase de consulta pública até dia 21 de Julho. Promovido pela EMGI Group, um investidor internacional com diversos projectos de reabilitação residencial em Lisboa, o futuro empreendimento resulta da aquisição do anterior projecto ‘Encosta da Tapada’, uma das principais áreas de intervenção do Plano de Pormenor da Pedreira do Alvito, que cobre 21 hectares na freguesia de Alcântara e é assinado pelo arquitecto João Paciência.
Adquirido em 2022 pela promotora internacional, num processo que contou com a assessoria da JLL, o projecto, agora em consulta, propõe algumas alterações ao traçado original.
Com uma área de 13.340 hectares e 547 fogos, a solução urbanística, assinada por Frederico Valsassina, assume a subdivisão da superfície a lotear em 11 lotes autónomos para a construção de edifícios de habitação, comércio, serviços e equipamentos, “num esquema de ocupação articulado à estrutura morfológica do sítio e relações com a envolvente próxima”, assim como em articulação com a estrutura viária definida no Plano de Urbanização de Alcântara.
O programa prevê um total de 87 mil metros quadrados (m2) de habitação, 22 mil m2 de escritórios e 11 mil m2 de retalho, complementados por 900 lugares de estacionamento. Dos apartamentos projectados, cerca de 25% serão destinados ao programa de Rendas Acessíveis, sendo os restantes colocados no mercado de venda livre e direccionados sobretudo aos compradores nacionais. Prevê-se, ainda, o desenvolvimento e equipamentos colectivos como uma escola e um lar de 3ª idade, estando ainda projectados novos acessos ao Bairro de Alcântara, segundo comunicado da JLL, que assessorou a aquisição do projecto.
Prevê-se, também, a criação de espaços urbanos no sentido de dotar a área de características de “bairro” através da coexistência dos vários espaços exteriores e as funções urbanas das edificações.