Market 360º antecipa cerca de 3 MM€ transaccionados até final do ano
A consultora imobiliária antecipa, ainda, uma aceleração do crescimento do mercado no resto do ano, estimando que o investimento imobiliário possa atingir a marca de 3,0 milhões transaccionados em 2018

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O investimento imobiliário registou um crescimento superior a 43% durante o primeiro semestre de 2018. De acordo com o Market 360º da JLL, o montante transaccionado em operações imobiliários superou os 1,4 mil milhões de euros, em particular devido à ocupação de escritórios, de lojas e pela venda de casas.
Pedro Lancastre, director geral da JLL, considera que “foi uma primeira metade do ano perfeitamente fantástica para o sector imobiliário português, não só devido ao elevado fluxo de operações, mas também porque assistimos a algumas das maiores transacções de sempre no mercado. E mais, isto aconteceu quer em activos de rendimento, como também em activos destinados à promoção imobiliária, para além do ritmo robusto verificado na venda de casas, onde o número de nacionalidades a comprar supera os dois dígitos”.
A consultora imobiliária antecipa, ainda, uma aceleração do crescimento do mercado no resto do ano, estimando que o investimento imobiliário possa atingir a marca de 3 mil milhões transaccionados em 2018, com o País a beneficiar de uma conjugação muito favorável de factores internos e externos, entre os quais o crescimento económico, o aumento de risco nos mercados de capitais e o baixo retorno de investimentos mais conservadores, assim como as boas rentabilidades oferecidas face a outros mercados europeus.
A diversificação dos perfis de risco e a crescente competição pelos activos de rendimento têm dinamizado também a compra de imóveis para promoção imobiliária em Lisboa e Porto, ao mesmo tempo que os portefólios de grande envergadura têm estado sob a atenção das casas de investimento mundiais que têm grandes tickets para investir.
Do lado da oferta, também poderá surgir mais negócio por parte da Banca, cuja exposição ao imobiliário é muito elevada e que está a colocar no mercado grandes portefólios, para cumprir com as directrizes europeias.