Japão vai construir a maior central solar flutuante do mundo
Os painéis serão instalados em dois reservatórios de água na cidade de Kato, em Hyogo

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A Kyocera – fabricante japonês de sistemas fotovoltaicos, anunciou a construção a oeste do Japão, daquela que será a maior central solar flutuante do mundo. Os trabalhos arrancam este mês e a exploração em Abril de 2015, anunciou a empresa japonesa em comunicado de imprensa.
Segundo o Diário Digital, os painéis serão instalados em dois reservatórios de água na cidade de Kato, em Hyogo, e terão uma capacidade total de 2,9 megawatts divididos entre um sistema com uma potência de 1,7 MW, “o mais importante do planeta”, e outra de 1,2 MW. O objectivo é gerar 3.300 megawatts/hora por ano – a electricidade necessária para alimentar 920 casas, segundo a empresa.
De acordo com a Kyocera, a construção de centrais solares flutuantes é uma forma de resposta à falta de terrenos compatíveis, um problema que limita as possibilidades de instalação de grandes centrais no arquipélago. Contudo, os tanques são abundantes no país, o que leva a emprsea a esperar alcançar uma potência instalada de 60 MW até Março de 2015, com pelo menos trinta centrais flutuantes.
O Diário Digital lembra que o grupo criou em 2012 uma empresa conjunta com a Century Tokyo Leasing para construir e explorar centrais solares no Japão e que desde que este projecto começou, já foram construídos 28 parques solares de diferentes tipos, 11 dos quais já estão activos.
A mesma fonte recorda ainda que, desde o acidente nuclear de Fukushima, em Março de 2011, que significou a paragem dos reactores do país (que produziam mais de um quarto da electricidade), o Japão tenta promover as energias renováveis, embora sem renunciar à energia nuclear.