Edição digital
Assine já
    PUB
    Construção

    Novo Aeroporto: Alcochete com quatro vantagens estratégicas face à concorrência (Governo)

    O custo total para duas pistas é de 3 231 M€ (primeira pista) e de 2 874 M€ (segunda pista), no total de 6 105 M€, “2030 e 2031 temos de dizer aos portugueses com clareza que não é possível. Para nós, um prazo de 10 anos, 2034, será razoável”, afirmou o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz

    Ricardo Batista
    Construção

    Novo Aeroporto: Alcochete com quatro vantagens estratégicas face à concorrência (Governo)

    O custo total para duas pistas é de 3 231 M€ (primeira pista) e de 2 874 M€ (segunda pista), no total de 6 105 M€, “2030 e 2031 temos de dizer aos portugueses com clareza que não é possível. Para nós, um prazo de 10 anos, 2034, será razoável”, afirmou o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz

    Ricardo Batista
    Sobre o autor
    Ricardo Batista
    Artigos relacionados
    Município do Entroncamento investe 4,9M€ na nova biblioteca
    Construção
    Empresas preocupadas com a escassez de mão-de-obra qualificada
    Construção
    NBS Summit no Porto, a reabilitação da Ponte Carmona, a Construmat de Barcelona e o Suplemento ReCONSTRUIR na edição 505
    Construção
    AICCOPN aponta “evolução positiva” nos indicadores de actividade na Construção
    Construção
    Autarquias no centro da nova política de Habitação
    Construção
    Terrenos da STCP entram na estratégia de regeneração de Campanhã
    Construção

    O primeiro-ministro defendeu esta quarta-feira que a opção por um aeroporto único é a “solução mais adequada aos interesses estratégicos do país”, e que Alcochete garante margem de expansão e crescimento do ‘hub’ da TAP.

    São apresentadas, essencialmente, quatro justificações para a escolha de Alcochete, em detrimento de Vendas Novas: Alcochete localiza-se inteiramente em terrenos públicos, enquanto a opção por Vendas Novas implicaria expropriações; Alcochete já teve uma declaração de impacte ambiental favorável, ainda que esta já esteja caducada; tem maior proximidade ao centro de Lisboa do que Vendas Novas; e está mais próximo das principais vias rodoviárias e ferroviárias, permitindo descentralizar o tráfego do centro de Lisboa.

    A justificar a opção por Alcochete está, ainda, a possibilidade que esta localização oferece de uma expansão para lá das duas pistas previstas inicialmente, sobretudo num cenário, como aquele que está a ser antecipado, de crescimento exponencial da procura nos próximos anos. No relatório de conclusões, a CTI estimava que, em 2050, a procura aérea para Lisboa seja já cerca do triplo daquilo que é hoje, o que significa que, nesse ano, a região poderá movimentar mais de 100 milhões de passageiros por ano.

    O custo total para duas pistas é de 3 231 M€ (primeira pista) e de 2 874 M€ (segunda pista), no total de 6 105 M€. “2030 e 2031 temos de dizer aos portugueses com clareza que não é possível. Para nós, um prazo de 10 anos, 2034, será razoável”, afirmou o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz

    O Governo está a negociar com Concessionária para abreviar os prazos para a ANA concorrer ao novo aeroporto, como está previsto no contrato de concessão.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos
    Artigos relacionados
    PUB

    Empreendimento ‘Vivva Setúbal’

    Imobiliário

    Primeiro projecto do The Edge Group em Setúbal já está em comercialização

    ‘Vivva Setúbal’ com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros

    O empreendimento ‘Vivva Setúbal’, com uma área total de construção de cerca de 20 mil metros quadrados (m2), contempla 237 apartamentos de tipologias T1 a T4 e penthouses, com áreas entre 62 m2 a 165 m2 e com valores entre os 237 mil euros e os 660 mil euros.

    Com uma arquitectura contemporânea e um design “sofisticado”, com linhas limpas e uma palete de cores neutras, os apartamentos destacam-se pelas “amplas” janelas panorâmicas, terraços, varandas e jardins privativos que “optimizam” a entrada de luz natural, onde se pode contar, ainda, com estacionamento privativo e piscina.

    A empreitada estará a cargo da empresa Ageiron, uma empresa do universo da promotora, com um prazo de conclusão para o final do segundo trimestre de 2026. Dividida em três fases, a primeira consiste na construção do arruamento intitulado de ‘Rua Particular’, infraestruturas viárias, acessos ao terreno, passeios, ciclovias, muros periféricos, construção dos edifícios 1 e 2, respectivas caves e, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios.

    A segunda fase inicia com a construção dos edifícios 3 e 4, respectivas caves, espaço lúdico correspondente à área da cave desses edifícios e a terceira fase prossegue com a construção dos edifícios 5, 6 e 7.

    Além do empreendimento, serão, também, feitas alterações ao nível rodoviário. Neste sentido, está prevista a implantação de uma “praça de ligação entre a rotunda dos quatro caminhos e a Avenida do Alentejo” e um “passeio pedonal/ciclovia e faixa verde, do lado nascente da Avenida Pedro Álvares Cabral”.

    Além da componente residencial, o novo espaço vai contar com uma zona central onde vão poder encontrar-se áreas de “piscina exterior, espelho de água, parque infantil, zona de fitness e jardins”, explica o documento da proposta.

    Apresentado pela primeira vez em 2012, enquanto ‘Setúbal Center’, o projecto sofreu, entretanto, algumas alterações, nomeadamente a redução de área de construção e do número de apartamentos, além de, obviamente, ter adoptado uma nova designação. Neste sentido, o empreendimento passou de quase 30 mil m2 para 20 mil m2 e de 277 apartamentos para os actuais 237.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Empresas

    Saint-Gobain lança no mercado sistema de divisórias com menor pegada de carbono

    Chama-se futuRE e é uma solução composta por materiais Isover e Placo com reduzida pegada de carbono, ao mesmo tempo que assegura elevados níveis de desempenho

    A multinacional lança no mercado nacional o seu primeiro sistema de divisórias com uma pegada de carbono mais reduzida: o sistema futuRE. A inovação é fruto de uma sinergia das marcas do grupo Isover e Placo, traduzindo-se num sistema completo para paredes e divisórias que reduz em 20% a pegada de carbono, em comparação com sistemas standard, mantendo um elevado desempenho térmico e acústico, bem como as exigências de protecção contra o fogo exigidas.

    A solução combina duas placas de gesso laminado Placo Planet 13 futuRE compostas por 28% de conteúdo reciclado, os painéis de lã mineral Arena Apta futuRE, que incorporam na sua composição 78% de vidro reciclado, e os perfis Placo Planet futuRE que apresentam uma pegada de carbono de apenas 1,09 kg de CO2, apresentando uma redução de 69% face aos produtos standard semelhantes.

    Este sistema é fruto da estratégia da insígnia em apostar na integração das várias actividades das suas marcas que se complementam no sector da construção, conseguindo agregar um maior valor aos seus clientes e reiterar o seu compromisso de construir melhor para as pessoas e para o planeta.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Home Tailors comercializa projecto Casa dos Azulejos

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros

    O Departamento de Development and Corporate da Home Tailors Real Estate encontra-se a comercializar o projecto Casa dos Azulejos situado em Sarilhos Pequenos, na Moita.

    Em fase de construção, o projecto conta com seis moradias T4 com 160 metros quadrados (m2) de área bruta, terraço, jardim, dois lugares de garagem e arrecadação e são parte integrante do empreendimento Corte-Real, localizado numa área rural e ribeirinha de baixa densidade com cerca de 20 hectares e onde metade desta superfície é constituída por uma floresta de sobreiros e pinheiros.

    “As Casas dos Azulejos são moradias verdadeiramente únicas com um design contemporâneo muito diferenciador. Trata-se de um projecto com qualidade de excelência, situado num local verdadeiramente paradisíaco e muito próximo de Lisboa”, segundo David Carapinha, CEO & Founder da Home Tailors Real Estate.

    A funcionalidade das moradias Casas dos Azulejos foi pensada ao pormenor apresentando soluções como acesso directo desde o hall de entrada ao escritório e acesso individual para a cave, separando-se assim as áreas mais funcionais dos espaços sociais e privativos.

    A área social de cada moradia foi projectada em formato open space de forma a maximizar a ligação entre este espaço e o exterior. Todas as moradias apresentam design contemporâneo com amplas janelas e acabamentos e materiais de alta qualidade.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos

    @ Miguel Nogueira

    Construção

    “Os promotores não constroem para quem precisa de casa, constroem para quem tem dinheiro”

    O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, e o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, defendem que que a habitação pública é uma das principais soluções para resolver a crise habitacional. Para que tal aconteça, dizem, é fundamental que, por exemplo, a lei dos solos seja alterada para que o valor dos terrenos não seja, logo à partida, um óbice a que o preço das casas se ajuste a uma oferta mais acessível

    Taxativo. À sua imagem. “O problema da habitação pública é determinante para resolver o problema das famílias que precisam de casas, mas também para regular o mercado”, defende o presidente da Câmara de Cascais. Isaltino Morais, no Summit promovido pela CNN dedicado à habitação e integrado no Salão Imobiliário de Portugal, sublinha que “os promotores não constroem para quem precisa de casa, constroem para quem tem dinheiro”. Ainda antes de serem conhecidas as 30 medidas preconizadas pelo Governo para dinamizar o mercado da habitação em Portugal, Isaltino mostrou-se critico com o estado a que chegámos em matéria de habitação em Portugal e, sobretudo, pela forma como há várias décadas um conjunto alargado de autoridades, entre autárquicas e administração central, foram descurando as necessárias medidas para que o parque público de habitação representasse mais do que 2% do edificado existente. No entender de Isaltino, nunca houve grandes incentivos “para se colocar casas em arrendamento” e os portugueses acabavam por ficar “escravos da banca durante 30 ou 40 anos”, e assim chegámos aos dias de hoje.

    “Oferta e procura funciona, mas…”
    Isaltino Morais considera, ao contrário do que muitos especialistas têm vindo a defender, que “a oferta e a procura funcionam”, mas apenas “para quem tem dinheiro para comprar casa”. Por esse motivo, considera que algumas das medidas propostas pelo novo Governo não fazem sentido, nomeadamente a redução do IVA na construção (que “vai para o bolso do promotor imobiliário, não vai para a família”) e a isenção do IMT para os jovens, pois não existem casas. “Se um jovem consegue pagar uma casa hoje em dia, é porque não precisa desta isenção”, referiu, lembrando os elevados preços das casas.

    Já o presidente da Câmara do Porto recorda que em Portugal há cerca de 15% de pessoas que vivem em situação de pobreza. “Esses 15% nunca vão resolver o seu problema através do mercado. Admitindo que algumas delas já têm o problema resolvido, as outras não conseguem. E há aqui uma enorme divergência e uma enorme distorção”. Para Rui Moreira, é a habitação pública um dos pilares para resolver a crise de habitação. Lembrando o “desequilíbrio entre a oferta e a procura” existente hoje em dia, recorda que, em média, a habitação pública na Europa é 7% e que Portugal já deveria estar, pelo menos, nos 5%. “No Porto já temos cerca de 12%”, revelou. Assim, o problema não é tanto para a classe baixa, mas para “as pessoas que estão no limiar da classe média”, que não conseguem pagar uma renda, mas que também não se incluem, tradicionalmente, na habitação social. E atirou às autarquias vizinhas: “à minha volta há municípios onde essa política [habitação pública] não é prioritária, onde a habitação publica é 2%, porque contam que [as pessoas] vão pressionar o Porto”. “Quando eu era jovem, nós sabíamos o que é que fazíamos. Íamos pedir um crédito de poupança à habitação, encontrávamos uma casa, endividávamo-nos, é certo, mas conseguíamos dedicar à habitação cerca de 20% a 25% do rendimento líquido da nossa família.

    Isso hoje não é verdade”, acrescenta Rui Moreira, lembrando que há um ‘problema’ entre os que são mais ricos “e têm o problema resolvido” e uma “trincheira em questão à geração dos meus filhos, que, de facto, encontram uma enorme dificuldade para encontrar a casa”. “Somos uma sociedade de proprietários”, admite Rui Moreira, uma teoria que mereceu resposta por parte de Isaltino. “O António Ramalho [antigo presidente do Novo Banco] diz que os portugueses gostam de ser proprietários. Não gostam nada. Os portugueses são forçados a ser proprietários. Nós temos que pensar a política de habitação que já no tempo do Salazar se fazia. Não havia incentivo, de facto, a que se colocassem prédios no mercado para arrendamento e, portanto, todo aquele fluxo migratório que vinha de todo o país para o litoral era obrigado a comprar casa”, refere Isaltino Morais.

    Autarquias não foram ouvidas

    Questionado sobre o papel das autarquias no pacote do anterior Governo para a habitação, o presidente da Câmara do Porto voltou a afirmar que “não foram ouvidas” e apelou a que se “dispa o pacote de tudo o que é ideológico”, nomeadamente na determinação “dos senhorios como inimigo público número um”. O autarca considera que “tudo o que foi montado foi no sentido de dizer que o proprietário vai quer ter o ónus social de disponibilizar habitação”, mas “se avançarmos por aí não temos mercado”. O problema do acesso à habitação, acredita, “resolve-se com mais habitação pública”. Paradoxalmente, Rui Moreira sublinha como “as autarquias que não recebem recursos são as que mais casas constroem” e, por isso, insta a que “seja imposto às que recebem transferências” maior esforço. Isto porque o presidente da Câmara do Porto diz não acreditar na capacidade do Estado, através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, construir novas casas, se “nem consegue gerir o próprio parque habitacional”.

    Para ajudar as autarquias neste processo, Rui Moreira considera imprescindível o agravamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em casos de habitações desocupadas ou em ruínas. “Se o proprietário não tiver dinheiro para reabilitar a casa, pode alugar como está para ser reabilitada por outros ou vender”, afirma o autarca. Apelidando de “comportamento oportunista” o que acontece no Centro Histórico do Porto, onde alguns proprietários esperam “que o imóvel valorize pela reabilitação feita pelos vizinhos e pela Câmara no espaço público à volta”, Rui Moreira defende a “forte tributação” destes casos. Como resposta à questão dos elevados preços dos terrenos, o presidente da Câmara do Porto referiu a recente revisão do Plano Diretor Municipal que permitiu “aumentar a densificação da cidade”, através da construção em altura. Com essa medida, tem vindo a ser possível atrair a construção de novos imóveis na cidade, com o compromisso de disponibilização de habitação para arrendamento acessível. Relativamente à isenção do IMT para os jovens, Rui Moreira considera “fácil dizer que se vai acabar com um imposto porque é municipal”. “Para dispor do dinheiro das câmaras, [os partidos] têm imensa imaginação”, acusa, sublinhando que “sem IMT, os municípios vão ter menos capacidade para construir habitação social”. Na CNN Portugal Summit, o presidente da Câmara do Porto reforçou: “precisamos de mais habitação pública e precisamos de não interferir no resto, deixar que o mercado funcione”. Esperando “que o parlamento não pense em mexer nas regras da habitação social”, Rui Moreira considera que “não faltava mais nada que qualquer pessoa em Portugal pudesse candidatar-se a habitação social no Porto”. “Gostamos muito que venho morar para o Porto, mas não para casas que o Município está a construir para os portuenses”, concluiu.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
    Mais artigos
    Construção

    Mota-Engil lança “maior programa de estágios na sua história”

    Num Programa que acolheu nas 10 edições anteriores um total de 919 jovens e com uma taxa de incorporação de 88% após término do estágio, as candidaturas decorrerão até final de Julho, estando disponível toda a informação no site corporativo do Grupo Mota-Engil

    CONSTRUIR

    A Mota-Engil acaba de lançar a mais recente edição do programa Corporativo de Estágios do Grupo, naquela que considera ser a maior edição de sempre do Start@Me.

    Em comunicado, o grupo liderado por Carlos Mota Santos recorda que a iniciativa, que vai já na 11ª edição, “tem permitido a integração de jovens através de um modelo de seleção, acolhimento, formação contínua e acompanhamento da carreira profissional”.

    Este ano, a Mota-Engil dispõe de 267 vagas disponíveis em 12 países, procurando integrar jovens quadros em países como África do Sul, Angola, Brasil, Colômbia, Costa do Marfim, México, Moçambique, Nigéria, Peru, Portugal, Polónia e Uganda, sendo os backgrounds académicos incidir em habilitações ao nível da Licenciatura e/ou Mestrado nas áreas de Engenharias como Civil, Mecânica, Eletrotécnica, Minas, Geológica, Gestão Industrial, Ambiente, Eletrónica, de Sistemas, Computação, Data Science ou similar, Arquitetura, Logística/Supply Chain SHEQ (Áreas da Qualidade, Segurança e/ou Ambiente), Psicologia, Recursos Humanos, Economia, Gestão e Contabilidade.

    Num Programa que acolheu nas 10 edições anteriores um total de 919 jovens e com uma taxa de incorporação de 88% após término do estágio, as candidaturas decorrerão até final de Julho, estando disponível toda a informação no site corporativo do Grupo Mota-Engil.

    Dividido em três fases, o Programa Start@ME tem início com a fase @Campus com o objetivo de identificar e atrair os futuros Trainees através de um processo de seleção transversal e rigoroso. Em seguida, decorre nas instalações do Grupo a fase @Mota-Engil, que pretende promover o alinhamento com a cultura e os valores do Grupo, concluindo-se o Programa com a fase @Business Units onde o(a) Trainee tem a possibilidade de desenvolver as suas capacidades profissionais e pessoais ao longo dos 12 meses de estágio, com acompanhamento de um(a) tutor(a) que é responsável por facilitar a sua integração na equipa e por desenvolver as suas potencialidades e know-how.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Câmara de Lisboa vai investir 13M€ na construção de mais 90km de ciclovia até 2025

    O investimento de 13 milhões de euros pretende melhorar e ligar melhor as ciclovias da cidade, depois de uma auditoria detectar “falhas graves”, com utilizadores a sentirem-se inseguros

    CONSTRUIR

    A Câmara de Lisboa anunciou um investimento de 13 milhões de euros para aumentar a rede ciclável de Lisboa em 90 quilómetros até ao final de 2025, de acordo com o plano ciclável municipal.

    De acordo com o plano, apresentado pelo vice-presidente da Câmara, no final de 2025, Lisboa passará de uma rede ciclável com os atuais 173 quilómetros para um total de 263, estando prevista a construção de mais 56 ciclovias de ligação, com o objetivo de “melhorar e ligar melhor a infraestrutura já construída na cidade”.

    “Estamos a falar num conjunto de 13 milhões de investimento, mais de 90 quilómetros, e estamos a incluir pela primeira vez uma dotação orçamental também para a manutenção” de ciclovias, no valor de 1,7 milhões de euros, disse Filipe Anacoreta Correia, salientando que a manutenção começa já este mês a ser assegurada através da EMEL.

    Também as estações de bicicletas Gira, que atualmente são de 150, serão 190 no final de 2025, com 1.900 bicicletas, das quais 1.800 elétricas, e chegarão a todas as 24 freguesias.

    No plano estão ainda incluídos dois milhões de euros para ligar escolas à rede ciclável, além dos 400 mil euros que a autarquia recebeu como apoio financeiro do Programa BICI Bloomberg para fazer a ligação de ciclovias a 20 escolas, com uma abrangência de 20 mil alunos.

    Segundo Anacoreta Correia, a autarquia está a procurar agora trabalhar para melhorar as fragilidades detectadas, mas depois desta fase irá expandir a rede.

    “Acredito que, no primeiro semestre do próximo ano, nós possamos avançar para uma outra fase. Ultrapassadas as fragilidades e as debilidades que estão identificadas na infraestrutura existente, nós podemos caminhar para um crescimento para além desta infraestrutura”, disse.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Recuperação das vendas de casas provoca subida de preços

    Os preços das casas aumentaram 1,5%, face a Março. Um aumento que é explicado pela recuperação das transacções, que de acordo com a Confidencial Imobiliário aceleraram entre Fevereiro e Abril. Neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Mais 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 

    CONSTRUIR

    Em Abril os preços das casas aumentaram 1,5% face a Março, invertendo a tendência de estabilização observada ao longo dos últimos meses. A taxa de variação mensal é apurada através do Índice de Preços Residenciais para Portugal Continental, da Confidencial Imobiliário, o qual incide sobre os valores efectivos de transacção.

    No último ano e meio, em reflexo do abrandamento nas transacções de habitação, os preços mostraram maior resistência nas subidas, com taxas de variação mensal quase sempre inferiores a 1,0%. Ao longo deste período, esta é a uma das excepções com valorização mensal acima desse patamar, invertendo o ciclo de variações residuais especialmente visível desde o Verão do ano passado.

    Este comportamento de reactivação das subidas dos preços é já evidente na taxa de valorização homóloga do Índice de Preços Residenciais. Em Abril, esse indicador atingiu 10,6%, em recuperação face aos 9,6% de Março. Mês em que a valorização homóloga foi a menor em quase três anos, consolidando uma trajectória de perda de intensidade que levou as subidas de preços a passarem da ordem dos 19,0% para menos de 10,0% no espaço de um ano e meio.

    Esta nova subida de preços reflecte uma recuperação das transacções, que no período acumulado de Fevereiro e Abril terão voltado a acelerar. De acordo com as projecções da Confidencial Imobiliário a partir dos dados reportados ao Sistema de Informação Residencial, SIR, neste período terão sido transaccionadas 36.200 casas em Portugal Continental. Isso traduz um aumento da ordem de 10% face à média de 33.000 fogos vendidos por trimestre em 2023 e confirma a tendência de recuperação das vendas já sinalizada no 1º trimestre deste ano, conforme as estimativas do SIR.

    “No contexto do desagravamento das condições de acesso ao crédito e de regresso progressivo da fatia da procura que foi mais penalizada pelo aumento dos juros, a perspectiva é de recuperação da dinâmica da procura e consequente estímulo da valorização do mercado”, comenta Ricardo Guimarães, director da Confidencial Imobiliário. “Esta é uma realidade que começa a dar maior confiança aos operadores do mercado, que estão agora mais optimistas quanto à possível evolução das vendas e ao impacto na subida de preços, conforme mostram os últimos inquéritos de confiança Portuguese Housing Market Survey”.

    Nos últimos três meses, entre Fevereiro e Abril, as casas em Portugal Continental foram vendidas por uma média de 2.412€/m2, posicionando-se em 3.386€/m2 no segmento de habitação nova e 2.298€/m2 na usada.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Investimento de 25M€ inaugura presença da Socicorreia no Porto

    Denominado Edifício Molhe da Montevideu, o novo projecto habitacional vai oferecer 19 apartamentos, divididos entre dois blocos autónomos de três e quatro pisos, numa área de construção de 3000 m2. A conclusão está prevista para meados de 2026   

    CONSTRUIR

    A Socicorreia vai investir mais de 25 milhões de euros num novo projecto habitacional composto por 19 apartamentos, denominado Edifício Molhe da Montevideu, naquele que é o primeiro investimento do grupo madeirense na cidade do Porto.

    O projecto situado na Avenida Montevideu, em plena Foz do Douro, tem conclusão prevista para meados de 2026 e é composto por dois blocos autónomos, um com 3 pisos e outro com 4 pisos, numa área de construção de aproximadamente 3000m2.

    Os preços dos apartamentos variam entre os 900 mil euros e os 3.500 mil euros, com tipologias que variam de T1 a T3 e T3 Duplex e que vão desde os 100m2 aproximadamente até aos 240m2, incluindo ainda uma penthouse com terraço privativo.

    Revestido a mármore travertino e emoldurado por amplos envidraçados, o edifício proporciona vistas panorâmicas sobre a praia e o mar, recebendo os moradores com elegância e classe. A localização oferece o equilíbrio perfeito entre o dinamismo urbano e a tranquilidade à beira-mar.

    O projecto de arquitectura tem a assinatura da equipa de arquitectos e designers de interiores do grupo.

    O Edifício Molhe da Montevideu irá possuir ainda uma garagem subterrânea com 25 lugares de estacionamento privados.

     

     

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Imobiliário

    Pujolinvest lança novo projecto com investimento de 22M€ (c/ galeria de imagens)

    O Alfama 83, que está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num projecto da EntrePlanos e engenharia da A2P, deverá estar concluído no primeiro trimestre de 2025

    Na sua totalidade para uso de hab

    CONSTRUIR

    O Alfama 83, localizado no bairro lisboeta que lhe dá o nome, iniciou a sua comercialização. Promovido pela Pujolinvest, o edifício está a ser alvo de um “minucioso” processo de reabilitação, num investimento de 22 milhões de euros. A obra deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2025.

    Na sua totalidade para uso de habitação, o edifício tem 3.100 metros quadrados (m2) de área bruta de construção, é constituído por 13 apartamentos em cinco pisos, com tipologias de T1 a T4 e dois Duplex.

    Para além dos apartamentos, os residentes dispõem de espaços comuns de lazer e trabalho, como ginásio equipado, sauna, parqueamento de bicicletas, sala de reuniões e espaço de co-working.

    No último piso, os residentes têm, ainda, acesso livre a um espaço designado de “vista navios”, com vista panorâmica sobre o Rio Tejo.

    Com projecto de arquitectura do gabinete EntrePlanos e a engenharia a cargo da A2P, o Alfama 83 situa-se na confluência da Rua de São João da Praça e do Largo do Marquês do Lavradio, a dois minutos a pé da Doca da Marinha.

    Com o objectivo de “homenagear” as tradições e cultura lisboetas, a Pujolinvest retirou e classificou mais de 16 mil azulejos do século XVIII para os reinstalar posteriormente nos apartamentos e áreas comuns. Também a estrutura gaioleira pombalina do edifício, tectos em arco e abóbadas de tijolo burro foram preservadas.

    Com uma aposta clara na “reabilitação de edifícios históricos” na cidade de Lisboa, o Alfama 83 segue essa estratégia que, segundo Carlos Patrício, administrador da Pujolinvest, se iniciou com o Áurea 72, com a recuperação de dois edifícios no quarteirão Rua do Ouro, Rua da Conceição e Rua dos Sapateiros, passando pelo premiado edifício de Art Nouveau – Duke Residences Saldanha. “Em todas estas obras aliamos a paixão pela preservação e reposição do património histórico da cidade com a qualidade dos materiais e das tecnologias aplicadas”, reforça.

    Projectos estes que se inserem no plano de investimentos na ordem dos 120 milhões de euros para o período entre 2021 e 2026.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    Construção

    Plano do Vale de Santo António prevê mais habitação e parque urbano

    Proposta prevê mais 2400 casas e um parque urbano de “dimensões generosas”. Documento vai estar em discussão pública durante 20 dias úteis

    CONSTRUIR

    A alteração do Plano de Urbanização do Vale de Santo António (PUVSA), em Lisboa, foi aprovada esta quarta-feira, dia 22 de Maio, na última reunião de Câmara. A proposta prevê mais 2400 casas, um parque urbano de “dimensões generosas”. O documento vai agora para discussão pública durante 20 dias úteis.

    No documento aprovado, está contemplada a “promoção de arrendamento acessível”, para fixar no território, que abrange, na sua quase totalidade, propriedade do município, nas freguesias de São Vicente, Beato e Penha de França, para famílias e população jovem.

    Além das 2400 casas, a proposta aponta, ainda, para a construção de um grande parque urbano, com uma rede pedonal em rampas que “permite, com facilidade, aceder ao parque”.

    A mobilidade é outra preocupação, bem como serviços de apoio que permitam reduzir as necessidades de deslocação da população residente, privilegiando as deslocações de curta distância que dispensem o recurso ao transporte individual.

    No local, serão ainda salvaguardados os ângulos de visão e introduzidos novos miradouros com vista para o rio Tejo.

    Sobre o autorCONSTRUIR

    CONSTRUIR

    Mais artigos
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB
    PUB

    Navegue

    Sobre nós

    Grupo Workmedia

    Mantenha-se informado

    ©2021 CONSTRUIR. Todos os direitos reservados.