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    Ando Living Liberdade Clubhouse (Lisboa) – Piscina Rooftop

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    Ando Living Group garante 67 M€ de capital para prosseguir expansão

    Com capitais do Prima Europe Fund, gerido pela Stag Asset Managers, até 2029, as branded residences pretendem consolidar a sua presença em Portugal, mas chegar, também, a Espanha, França, Itália, Grécia, Alemanha e Reino Unido

    Cidália Lopes

    Ando Living Liberdade Clubhouse (Lisboa) – Piscina Rooftop

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    Ando Living Group garante 67 M€ de capital para prosseguir expansão

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    Ando Living Liberdade Clubhouse (Fachada)

    Fundado em Portugal, o Ando Living Group, que inclui as marcas Ando Living e Lovely Stay, garantiu, recentemente, um total de 67 milhões de euros de capital do Prima Europe Fund, gerido pela Stag Asset Managers, para prosseguir a sua expansão.

    Com um total de dois mil apartamentos na Europa, em operação e em desenvolvimento, o Grupo tem como objectivo multiplicar por seis o seu volume de negócios até 2028, aumentando o número de apartamentos para seis mil em oito países europeus e consolidando-se como o “principal grupo de hospitalidade premium” na Europa. Actualmente a operar em Lisboa, Porto e Istambul, e brevemente em Madrid, o Ando Living Group pretende chegar, também, a países como o Reino Unido, França, Itália, Grécia e Alemanha.

    A estratégia passa por fazer, sempre que possível, parcerias com promotores e fundos de investimento que desenvolvam os projectos, aos quais a Ando Living dará o nome e fará toda a parte conceptual e de gestão.

    Esta opção estratégica foi, igualmente, cimentada pelos bons resultados alcançados em 2023. Com um volume de negócios de 32 milhões de euros, o que representa um crescimento “significativo” face ao ano anterior, que se reflecte num aumento de 94% em relação à actividade de 2022.

    Com diversos imoveis sob gestão da Ando Living no centro histórico de Lisboa e Porto, está em reabilitação o futuro Ando Living Liberdade Clubhouse, na Avenida Alexandre Herculano e que será o primeiro clubhouse do Grupo a inaugurar em 2025.

    Ao combinar apartamentos com serviços (serviced apartaments) de elevado padrão em localizações prime com um conjunto de comodidades – restaurantes, bares, ginásios, piscinas e serviços de apoio personalizados – a oferta da Ando Living foi criada para promover uma “atmosfera vibrante” de bairro e “elevar” a experiência local dos hóspedes.

    “Continuamos empenhados em proporcionar experiências únicas aos nossos hóspedes, ao mesmo tempo que expandimos a nossa presença em novos mercados por toda a Europa”, diz William Tonnard, presidente e COO do Ando Living Group. ” Vamos concentrar-nos na expansão internacional dos nossos apartamentos de marca Ando Living, que segundo as nossas estimativas geram o dobro das receitas face às propriedades ‘sem marca’”.

    Com base nas projecções de crescimento em 65% do segmento dos serviced apartaments, que deverá atingir 49 mil milhões de dólares até 2029, este mercado deverá ser o que regista um crescimento mais rápido na indústria da hospitalidade”.

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    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo

    Em menos de 24 meses, grupo hoteleiro, através da sua marca de imobiliário turístico Pestana Residences, concluiu a venda dos 174 apartamentos do Pestana Porto Covo Village, cuja finalização está prevista para 2025. Já em fase final de licenciamento está um novo empreendimento constituído por 246 apartamentos

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    Após concluir as vendas do primeiro empreendimento em Porto Covo, o Pestana Porto Covo Village, a marca Pestana Residences, a área de referência do grupo para o segmento imobiliário e residencial, responsável por empreendimentos em Tróia e na Comporta, vê agora uma nova oportunidade ao expandir a sua oferta na vila alentejana, com o Pestana Porto Covo Beach Residences.

    Este futuro empreendimento estará localizado na frente-mar e será constituído por 246 apartamentos, com piscinas privativas, inseridos num condomínio privado, que contará com uma área comum de jardins e espaços de lazer. À semelhança dos projectos anteriores, caberá ao Pestana Hotel Group a gestão do condomínio, a prestação de serviços e a operação turística, que, por sua vez, oferece a possibilidade de rentabilidade sobre o imóvel.

    “Existem três razões fundamentais para o sucesso dos nossos projectos. A primeira é a localização estratégica de cada empreendimento. A segunda é a credibilidade e a confiança que o grupo oferece aos investidores-clientes, que têm acompanhado as fases de lançamento de cada projecto, resultando historicamente num ritmo acelerado nas vendas. Por fim, a comercialização em planta, com preços apelativos, tem permitido aos compradores obter mais-valias ou uma valorização significativa”, assinala José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group.

    O projecto do futuro Pestana Porto Covo Beach Residences está a ser desenvolvido pelo Atelier Gonçalo Salazar de Sousa Arquitectos, e as obras de construção serão asseguradas pela Carvoeiro Construções, empresa detida pelo grupo.

    “Após a concretização dos projectos do grupo em Tróia, na Comporta e nos Brejos da Carregueira, ficou evidente que havia ainda espaço de expansão na costa alentejana, mas que nos levou um pouco mais a sul, até Porto Covo, um destino com uma autenticidade única. A ligação da vila ao mar e sua a proximidade a Lisboa que se acentuará em breve com a conclusão da autoestrada até Sines, são ainda factores essenciais para o sucesso dos nossos projectos”, acrescenta José Roquette.

    Este será o quinto projecto imobiliário desenvolvido na costa alentejana pelo grupo fundado há mais de 50 anos por Dionísio Pestana.

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    Indelague com nova página na Internet

    Disponível em indelaguegroup.com, o novo website foi criado, segundo a empresa “para melhorar a experiência do cliente, oferecendo uma imagem mais actual, um design inovador e uma navegação optimizada”

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    A Indelague, empresa portuguesa especialista em soluções de iluminação, acaba de anuncia o lançamento de uma nova página na Internet.

    Disponível em indelaguegroup.com, o novo website foi criado, segundo a empresa “para melhorar a experiência do cliente, oferecendo uma imagem mais actual, um design inovador e uma navegação optimizada”. Em comunicado, os responsáveis da Indelague explicam que a página “desenvolvida com o objectivo de proporcionar uma navegação mais intuitiva, dinâmica e adaptada a todos os dispositivos. A plataforma renovada apresenta milhares de produtos das diversas gamas da Indelague, organizados de forma clara e acessível. Os clientes têm agora a possibilidade de criar uma conta no site, o que lhes dá acesso a uma nova funcionalidade de ‘Wishlist’ . Esta permite seleccionar e guardar os seus produtos favoritos para visualizar mais tarde, além de proporcionar acesso privilegiado a downloads relevantes”.

    O site está disponível em cinco línguas (português, inglês, francês, espanhol e italiano), facilitando o acesso para uma audiência global. A informação no site está dividida em dois segmentos principais, visando a relevância para o cliente. O primeiro segmento do menu agrupa produtos, inspiração e empresa, enquanto o segundo segmento inclui serviços & downloads, novidades e configurador.

    Na página inicial, os visitantes encontrarão uma síntese ou destaques dos principais conteúdos do website, como projectos, novos produtos e o configurador, garantindo uma visão rápida e abrangente do que a Indelague tem para oferecer.

    Miguel Silva, CEO da Indelague, comenta que “o lançamento do novo website é fruto de um esforço conjunto notável para criar uma plataforma moderna e eficaz. Dedicámos tempo e recursos para proporcionar uma experiência de navegação de excelência para os nossos clientes. Este website demonstra o nosso empenho constante em inovar e melhorar, mostrando o nosso compromisso com a qualidade em todas as áreas. Com esta nova plataforma, a Indelague reafirma o seu compromisso com a inovação e a excelência, proporcionando aos seus clientes uma ferramenta eficaz e amigável para explorar os seus produtos e serviços”.

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    Actividade de Abril, Maio e Junho acentua resultados da ERA Portugal

    A ERA Portugal acaba de divulgar os resultados da operação referentes ao 2º trimestre de 2024. Os principais indicadores evidenciam um crescimento muito significativo do negócio, ainda assim a rede imobiliária alerta para os sinais evidentes de falta de oferta

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    A facturação referente aos meses de Abril, Maio e Junho deste ano ronda os 25 milhões de euros, o que representa o melhor trimestre de sempre da ERA em Portugal a nível deste indicador. Maio foi mesmo o melhor mês nos 26 anos de história da ERA em Portugal, tendo a rede registado uma facturação de aproximadamente 9 milhões de euros. Junho não ficou aquém, com 8,6 milhões de euros facturados. Um resultado que contraria a habitual quebra de negócio verificada no início do Verão.
    Assim, no primeiro semestre de 2024 a ERA facturou cerca de 46 milhões de euros (+9% face ao último semestre do ano passado e +10% em relação ao período homólogo). “No início do ano, ao perspectivar o que seria 2024, antecipei um crescimento a dois dígitos. Talvez por virmos de um contexto menos favorável, muitos acharam pouco realista ou, pelo menos, demasiado ambicioso da minha parte, mas, como se constata por estes números, as previsões estavam correctas. Apesar de ainda estarmos apenas no final do 1º semestre, os recordes atingidos deixam antever um crescimento significativo para este ano”, considera Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    A tendência a nível de negócios reportados é estável face, por exemplo, a 2022, sendo que a diferença para o resultado deste ano deve-se, sobretudo, a um aumento relevante do ticket médio. Neste 2º trimestre, o preço médio rondou os 185 mil euros (+8,2% vs. trimestre anterior e +7,7% vs período homólogo).

    Os negócios reportados na rede ERA atingiram os 5736 no 1º semestre (+ 5,2% vs. o período homólogo). Em particular no 2º trimestre, o total de negócios reportados foi 2983 (+8,4% em relação aos primeiros três meses do ano e +7,5% face ao mesmo período em 2023).

    No que respeita ao valor dos negócios reportados, o total do 2º trimestre rondou os 485 milhões de euros (+17,8% vs. período homólogo).

    O mercado regista uma queda nas angariações e no número de clientes vendedores, o que agrava a pouca oferta disponível em Portugal. O número de angariações do primeiro semestre subiu +15% face ao período anterior, mas decresceu -9% face ao período homólogo. O 2º trimestre foi particularmente desafiante do lado da oferta, com uma descida de -3% na comparação com o trimestre anterior e -4% face ao período homólogo. Quase todos os meses ficaram abaixo do período homólogo, com excepção de Abril de 2024.

    “Como podemos ver por estes dados, a oferta é menor a cada trimestre que passa e, tal como tenho vindo a dizer, este é um cenário alarmante para os portugueses. Por muito que as medidas apresentadas pelo novo Governo sejam, em geral, uma boa noticia para o sector, o elevado tempo de implementação das mesmas irá conduzir a uma constante redução do stock que, consequentemente, fará aumentar o preço médio dos imóveis. É cada vez mais urgente criarem-se soluções rápidas para esta crise, que acaba por ter um impacto directo e cada vez mais nefasto em toda a economia do país”, afirma Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    Portugueses acentuam o domínio enquanto compradores

    O ranking de países de origem dos clientes compradores em Portugal manteve-se estável no 1º semestre, com Índia e Ucrânia a intrometerem-se no Top10. Contudo, 78% dos compradores da ERA no 1º semestre deste ano são portugueses. Este dado acentua o domínio dos cidadãos nacionais face ao período homólogo em 2023, no qual representavam 73% do total.

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    Preços das casas aumentam 5% no primeiro semestre

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo

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    O Doutor Finanças, especialista em finanças pessoais, em conjunto com a Alfredo, uma plataforma de Inteligência Artificial que recolhe dados do setor imobiliário, acaba de divulgar o balanço dos dados imobiliários dos primeiros seis meses deste ano.

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo.

    “Mais uma vez, o índice de preços da Alfredo, mostra-nos exatamente o que está a acontecer no mercado imobiliário em Portugal através de informações atuais e fidedignas, baseadas em transações reais. Uma ferramenta que é, sem dúvida, fundamental e uma mais-valia para quem está, neste momento, a pensar em comprar ou vender uma casa”, afirma Sérgio Cardoso, administrador com o pelouro da Academia Doutor Finanças.

    Em junho, o valor médio por metro quadrado nas principais capitais de distrito do país fixou-se nos 2.868 euros, o que compara com 2.730 euros no mês de dezembro. No que diz respeito à oferta, havia cerca de 200.097 casas disponíveis no mercado em junho, mais do que no final do ano passado (173.293 imóveis).

    Ponta Delgada apresenta a maior subida do preço das casas

    Considerando a evolução no último ano, o preço das habitações em Portugal aumentou 8,1% em junho, depois dos crescimentos homólogos de 7,1%, 8,8% e 6,5% nos três meses anteriores.

    Entre as 20 regiões analisadas, os preços subiram em 17 e diminuíram em três: Castelo Branco, Portalegre e Vila Real. Por outro lado, Ponta Delgada foi a região com o maior crescimento homólogo (20,9%), seguindo-se Aveiro (19,7%), Viana do Castelo (18,2%) e Leiria (15,4%).

    Leiria também se destacou como a região com a margem de negociação de preços mais elevada do território nacional, em junho, de 17,8%. A margem de negociação é o desconto esperado entre o preço de listagem (asking price) e o valor pelo qual a transação vai fechar.

    A seguir surgem Setúbal (15,6%), a Ilha da Madeira (15,4%) e a Guarda (14,4%), e com as margens mais baixas evidenciam-se Viseu (0,69%), Coimbra (1,91%) e Faro (2,22%).

    “Sabermos qual a taxa de desconto que está a ser praticada no mercado é relevante para quem está a pensar colocar um imóvel à venda ou para quem está à procura de casa para comprar. Estes dados oferecem maior visibilidade sobre a realidade do mercado imobiliário e expõem a diferença entre aquilo que vemos nos anúncios e aquilo que é a realidade”, refere Gonçalo Abreu, CEO e um dos cofundadores da Alfredo.

    O Índice de Preços Alfredo reúne informação de vários portais públicos de listagem e sites de agências imobiliárias com dados de transação que são posteriormente trabalhados utilizando algoritmos avançados de Inteligência Artificial, o que permite mostrar a realidade do mercado imobiliário em Portugal de uma forma ímpar. O Doutor Finanças é parceiro da Alfredo no relatório emitido com dados em tempo real.

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    Financiamento europeu de mais de 800M€ para ‘Alta-Velocidade’ aprovado

    A candidatura havia sido submetida no âmbito do Programa “Connecting Europe Facility for Transport 2” (CEF 2), para o cofinanciamento da Fase 1 do Projecto da Linha de Alta Velocidade (LAV) Porto-Lisboa

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    tagsTGV

    O Estado Português, através da Infraestruturas de Portugal, viu esta quarta-feira, dia 17 de Julho, aprovada a candidatura submetida no âmbito do Programa “Connecting Europe Facility for Transport 2” (CEF 2), com vista a solicitar o cofinanciamento da Fase 1 do Projecto da Linha de Alta Velocidade (LAV) Porto-Lisboa, correspondendo a uma comparticipação de 813 milhões de euros.

    O referido programa é um instrumento de financiamento comunitário que visa apoiar o desenvolvimento de novas infraestruturas de transportes no âmbito da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T) Principal, na qual se inclui a LAV Porto-Lisboa. Foram, ao todo, aprovadas 134 propostas, avaliadas em mais de 7 mil milhões de euros.

    “O substancial apoio que a União Europeia aprovou para a primeira fase do projeto de Alta Velocidade vem confirmar que a estratégia que está a ser prosseguida é a mais correta nas suas múltiplas dimensões”, afirma Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação.

    Este anúncio coincide com a autorização de despesa para o lançamento do concurso, com vista à execução do segundo troço da Linha de Alta velocidade (LAV) Porto-Lisboa, correspondente a Oiã-Soure, após aprovação em reunião de Conselho de Ministros, num montante máximo de 1 604 296 194,12 euros (Valor Actual Líquido).

    Para este projecto, a Infraestruturas de Portugal propôs a adopção de um modelo de parceria público-privada, abrangendo as componentes de concepção, projecto, construção, financiamento, manutenção e disponibilização, através de três contratos. Numa primeira fase são dois os troços –  Porto-Oiã e Oiã-Soure – e já numa segunda fase, de Soure-Carregado.

    A concretização do projecto da LAV Porto-Lisboa, incluído no Programa Nacional de Investimento 2030 (PNI2030) contabiliza já um primeiro concurso, lançado em Janeiro de 2024, para execução do primeiro troço, Porto (Campanhã) – Oiã, sobre o qual o júri do concurso já se pronunciou sobre a proposta dada como válida.

    O lançamento do terceiro concurso, referente à fase 2, troço Soure-Carregado, está previsto para o início do ano de 2026, estando em fase de conclusão o Estudo Prévio e do Estudo de Impacte Ambiental, para sua submissão à Agência Portuguesa do Ambiente, para dar início à Avaliação de Impacte Ambiental.

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    Mota-Engil assina acordo de 1,1MM€ para construção de fábrica no México

    A Mota-Engil México será a empresa responsável pela coordenação global do projecto, indicou o grupo, “integrando a empresa associada Duro Felguera, que aportará a sua vasta experiência e `know-how` especializado em construção industrial e energia, num primeiro projecto em conjunto”

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    A Mota-Engil assinou um acordo no México, com uma subsidiária da estatal Petróleos Mexicanos, para a construção de uma unidade industrial, incluindo um contrato de construção de cerca de 1,1 mil milhões de euros (1,2 mil milhões de dólares).

    Num comunicado, publicado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Mota-Engil informa que, através da sua participada Mota-Engil México, “assinou um acordo com a Pemex Transformación Industrial, subsidiária da empresa petrolífera estatal mexicana, Petróleos Mexicanos (Pemex), para a construção de uma unidade industrial de fertilizantes em Escolín, Poza Rica, Estado de Vera Cruz”.

    Segundo o grupo, o “acordo tem como objecto o desenvolvimento da engenharia, construção, financiamento e operação de uma unidade de produção de amoníaco, ureia e Adblue com uma produção equivalente superior a 700.000 toneladas por ano”.

    A Mota-Engil explicou que “a construção desta unidade reduzirá a importação de fertilizantes e robustecerá de forma relevante a autonomia produtiva do setor agrícola no país”, sendo que, paralelamente, promoverá “igualmente soluções de sustentabilidade ambiental, através da redução da emissão de gases poluentes libertados para a atmosfera, que a incorporação de Adblue nos combustíveis promove”.

    Este contrato estabelece que o cliente “entrega as matérias-primas principais (gás e água), sendo da responsabilidade do operador a transformação das mesmas e a entrega do produto final”, sendo que não existe, assegurou, “qualquer risco de variação do preço das matérias-primas e/ou responsabilidade na comercialização do produto final”.
    “O projecto será desenvolvido em três fases, sendo que a primeira, com uma duração entre quatro e seis meses, envolve o desenvolvimento de estudos de viabilidade de engenharia”, disse a Mota-Engil, explicando que se segue a fase de construção, estimada em 42 meses, “com um investimento de 1,2 mil milhões de dólares americanos, seguindo-se a fase de operação técnica da unidade durante 20 anos”.

    No acordo, a remuneração “será efectuada através das tarifas correspondentes aos pagamentos por disponibilidade durante o período de operação da unidade industrial de 20 anos”. A remuneração do investimento tem “uma tarifa fixa, actualizada anualmente à taxa de inflação, estando a componente de remuneração da operação indexada à performance”, destacou.

    A Mota-Engil México será a empresa responsável pela coordenação global do projecto, indicou o grupo, “integrando a empresa associada Duro Felguera, que aportará a sua vasta experiência e `know-how` especializado em construção industrial e energia, num primeiro projecto em conjunto”.

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    Resort Vila Galé Collection Sunset Cumbuco abre em Novembro

    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil conta com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 M€), e está situado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco

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    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil já tem previsão para começar a operar: 1 de Novembro deste ano. Com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 milhões de euros), o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, está “estrategicamente” posicionado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco.

    A linha Collection é a submarca do grupo que distingue alguns dos hotéis, pensados para serem um produto exclusivo com a chancela Vila Galé. “Estas são unidades boutique com um conceito diferenciado não só pelo requinte e qualidade das instalações, mas também e, sobretudo, pelos serviços disponibilizados e pela localização”, explica o Grupo em comunidado.

    Assim como todos os empreendimentos da Vila Galé, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco une turismo e cultura, homenageando as obras de grandes cantores e compositores brasileiros e internacionais. Os quartos já finalizados têm uma decoração inspirada em artistas como Elis Regina e Vinícius de Moraes.

    “As obras estão avançadas e, por isso, vamos abrir o hotel antes da data prevista inicialmente. Os hóspedes poderão hospedar-se no final de ano e ter uma experiência única. Este empreendimento difere dos demais pelo seu conceito e também pela sua impecável localização, onde o céu ganha vida com as pipas de kitesurf, proporcionando um espectáculo de cores incomparável”, explica Carlos Magno, director adjunto de operações do Nordeste do Brasil.

    O empreendimento contará com 116 quartos de diversas tipologias e capacidades, incluindo quartos infantis Nep Kids com beliche e escorrega, com Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, salas de massagens e centro de fitness, além do Clube Infantil com parque aquático, parque infantil, brinquedoteca e entretenimento completo. Também terá um centro náutico para apoiar as actividades aquáticas.

    Ao nível gastronómico, o hotel conta, ainda, com três restaurantes e três bares, incluindo um restaurante de praia e outro em frente à lagoa.

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    Fonte: CM Barreiro

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    Concurso para requalificação do Barreiro Velho estimado em 27M€

    Intervenção, que irá decorrer em duas fases, permitir “reformular todo o espaço público” desde passeios, iluminação, mobiliário e, até, a inclusão de serigrafias que irão contar a história do Barreiro

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    O lançamento do concurso para a execução da empreitada referente à requalificação do Barreiro Velho, num valor global de cerca de 27 milhões de euros, vai ser esta quarta-feira, dia 17 de Julho, submetido a votação na reunião pública do executivo municipal, avança o jornal O Setubalense.

    A obra vai dividir-se em duas fases: a primeira, que começa por reperfilar a Rua Miguel Bombarda, representa “um investimento na ordem dos 5 milhões de euros, sustentado na íntegra pelo município, com recurso a crédito bancário”, e a segunda, no valor de 22 milhões de euros, é “financiada ao abrigo do Portugal 2030”, diz Rui Braga, vice-presidente da Câmara do Barreiro, que detém o pelouro das Obras Municipais.

    A intervenção vai permitir “reformular todo o espaço público” do Barreiro Velho, desde passeios, iluminação, mobiliário e, até, a inclusão de serigrafias que irão contar a história do Barreiro, transformando-o num espaço de visitação e de fruição.

    “Tudo o que é público, menos habitações degradadas”, resume o responsável pelas Obras Municipais, que olha também para a operação como um estímulo para acções paralelas dos proprietários privados. “O sector público deve dar o exemplo do que deve ser a renovação da cidade. Que esta obra possa contagiar os privados a reabilitarem os seus imóveis degradados”, frisa.

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    Patrícia Barão anuncia saída da JLL

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate)

    Ricardo Batista

    Patrícia Barão, que desde o início do ano presidia ao comité de gestão da JLL, anunciou esta terça-feira a sua saída da consultora, naquele que é o fim a uma ligação de nove anos na companhia.

    Num texto publicado na plataforma Linkedin, Patrícia Barão assume-se orgulhosa pelas conquistas alcançadas desde 2015, altura em que entrou para a consultora, enaltecendo o feito de ter “criado de raiz a área residencial da JLL e tê-la tornado na área de negócio mais bem sucedida da empresa em Portugal”.

    “Quero expressar a minha mais profunda gratidão a todos que caminharam ao meu lado todos os dias, clientes, parceiros e amigos, pelo seu apoio incondicional e confiança. Relacionamentos profundos serão sempre o segredo do sucesso no setor imobiliário e na vida”, adianta Patrícia Barão, que termina o seu texto com uma nota para Carlos Cardoso, nomeado há cerca de uma semana como novo CEO.

    A JLL anunciou, em Janeiro, que com a saída de Pedro Lancastre a filial portuguesa passaria a ser liderada por um comité de gestão composto por Patrícia Barão, até então Head of Residential, Marta Lourenço, Head of Portfolio Solutions and Value & Risk Advisory, e Carlos Cardoso, Managing Director na Tétris Portugal.

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate). Coordena também o curso de Real Estate Consulting no ISEG e é docente no curso de Luxury Real Estate Sales Management na mesma Instituição.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    ALMA Development inicia comercialização do Caxias Heights

    A ALMA Development, deu início à venda do Caxias Heights, um projecto imobiliário residencial localizado no concelho de Oeiras, mais precisamente no Alto do Lagoal, em Caxias, com conclusão prevista para o final do 1.º trimestre de 2026

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    De desenho simples e funcional, baseado numa linguagem arquitectónica identificadora da contemporaneidade, este novo empreendimento residencial tem uma área bruta de construção de 4.583 m2, este empreendimento é composto por 24 apartamentos distribuídos por 4 blocos contíguos, que variam entre o T3 e o T4 Duplex com áreas compreendidas entre os 145m2 e os 340m2.

    Os novos apartamentos, inseridos num condomínio privado, privilegiam o espaço exterior privativo, mas também o comunitário, promovendo o convívio, e apresentando uma sala multifunções, um kids e teen club e uma piscina exterior perfeitamente enquadrada numa ampla zona verde.

    Para Carlos Morgado, director Executivo da ALMA Development, “este segundo empreendimento do portfólio da ALMA Development representa um investimento significativo na valorização da zona de Caxias e Oeiras, e uma afirmação do compromisso da empresa em desenvolver imóveis de alta qualidade e com serviços exclusivos. Com o lançamento do Caxias Heights, a ALMA Development reitera o seu compromisso em oferecer aos seus clientes, mas também à comunidade, a melhor qualidade e conforto, nunca prescindindo de promover o desenvolvimento urbano e social responsáveis.”

    A comercialização do projeto está a cargo da JLL. “Estamos muito entusiasmados com o início das vendas do Caxias Heights, um empreendimento que representa uma fusão harmoniosa entre a vida urbana e a tranquilidade da natureza. Com a sua localização privilegiada em Caxias, este projecto oferece uma oportunidade única para as famílias que procuram sair do centro da cidade e desfrutar de uma localização com vista sobre o mar. Com áreas acima da média para responder às dinâmicas familiares, este projecto reflecte o compromisso com a inovação no sector imobiliário, alinhando-se perfeitamente com a nossa visão de negócio”, afirma Telmo Azevedo, director de Projectos Residenciais da JLL. O mesmo responsável reitera que “o Caxias Heights combina de forma única investimento, localização privilegiada, espaços verdes, rentabilidade e serviços de excelência.”

    O projecto arquitectónico é da responsabilidade da Semgaffes e a construção está a cargo da ARPECDOURO, com fiscalização da FICOPE.

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