Concurso para nova sede recebe 66 propostas

Por a 10 de Fevereiro de 2020

Foram 66 as propostas recebidas pela Ordem dos Arquitectos no âmbito do concurso público de concepção simplificado para o projecto de ampliação da sede nacional da Ordem dos Arquitectos  (OA), em Lisboa. A obra conta um investimento estimado em 500 mil euros.

Ao CONSTRUIR, a Ordem dos Arquitectos – Secção Regional do Sul (OASRS) confirmou que “actualmente os trabalhos estão a ser avaliados pelo júri”, não tendo sido indicada até quando esta avaliação será feita, nem quando será divulgada a proposta vencedora.

Com o objectivo de valorizar as instalações do edifício sede da OA, na Rua da Ribeira Nova, pretende-se que as propostas apresentadas considerem que “os espaços criados tenham a capacidade de se adaptar a várias realidades no âmbito do programa funcional, proporcionando uma versatilidade em termos de compartimentação que permita que actividades como a formação profissional, nas suas várias vertentes disciplinares, com maior ou menor participação, e outros eventos de natureza diversa, possam partilhar os mesmos espaços ainda que em momentos e contextos diferentes”.

As propostas deverão manifestar a preocupação em resolver “o fechamento Poente do quarteirão definido pela Rua da Ribeira Nova, Travessa do Carvalho e Travessa de S. Paulo, em particular no que respeita à empena confinante com a via pública. O novo espaço destinado à restauração (Cafetaria/restaurante), irá permitir a reconversão funcional do espaço do bar actualmente em funcionamento no Edifício Sede, a qual deverá também ser contemplada na proposta a apresentar. Esta desactivação tem o objectivo de eliminar definitivamente o conflito, em termos operativos, que se estabelece com o auditório da Ordem, localizado no piso abaixo do solo e que não reúne as melhores condições de encerramento/isolamento, do mesmo modo que deverá ser prevista uma circulação coberta entre os dois edifícios.

Das prioridades da OA faz, ainda, parte a exequibilidade da proposta, no sentido de contemplar “soluções técnicas e construtivas que permitam optimizar os recursos financeiros disponíveis”, assim como a sustentabilidade, nomeadamente a definição de “soluções técnicas e construtivas que conduzam a uma maior eficiência energética, privilegiando a componente passiva do sistema de controlo térmico, por oposição ao impacto negativo decorrente da utilização excessiva dos meios activos de climatização”.

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