Novas encomendas aumentam no segundo trimestre e sector dá sinais optimistas
De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), “as novas encomendas na construção e obras públicas apresentaram, no segundo trimestre de 2010, uma taxa de variação homóloga de 22,1%”

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As novas encomendas na construção e obras públicas aumentaram 22,1c no segundo trimestre do ano, em termos homólogos, um dado positivo para o sector, que tem sido afectado pelo desemprego, quebra nas adjudicações e contenção orçamental.
De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), “as novas encomendas na construção e obras públicas apresentaram, no segundo trimestre de 2010, uma taxa de variação homóloga de 22,1%”.
Esta subida, refere o instituto de estatísticas, “foi significativamente influenciado pelo crescimento da componente pública do segmento de construção de edifícios relativa a edifícios escolares”.
O segmento de construção de edifícios registou, no segundo trimestre, uma taxa de variação homóloga de 12,2%, sendo que, se forem excluídos os edifícios escolares, “este segmento registou uma diminuição de 9,6%”.
Já o segmento de obras de engenharia subiu 38,5%.
Face ao trimestre anterior, o índice de novas encomendas na construção aumentou 19 %, enquanto a taxa de variação média nos últimos quatro trimestres foi de menos 14,4%.
Os dados divulgados pelo INE são um sinal positivo para o sector da construção que, segundo dados da Federação da Construção (FEPICOP), perdeu 140 mil trabalhadores e viu a produção baixar 31% desde 2002.
De acordo com a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Pública (FEPICOP), o desemprego na construção está a crescer todos os meses desde o terceiro trimestre de 2008, aproximando-se dos 75 mil desempregados no segundo trimestre deste ano.