LaSalle revela as 10 principais tendências do imobiliário terciário para 2011
Segundo o estudo da consultora, os volumes de investimento directo em imobiliário terciário crescerão entre 25% e 35% face aos níveis de 2010

Pedro Cristino
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
A última edição do Global Market Perspective da Jones Lang LaSalle revela as 10 principais tendências nos mercados de imobiliário terciário para 2011. “Nos próximos 12 meses, esperamos assistir a uma crescente divergência entre a actividade imobiliária e a performance deste mercado”, menciona o comunicado de imprensa da consultora.
Segundo este estudo, os volumes de investimento directo em imobiliário terciário crescerão entre 25% e 35% face aos níveis de 2010, enquanto que um volume significativo de capitais próprios alocado a este sector e uma nova vitalidade no mercado de financiamento irão animar o mercado.
Outra das principais tendências mencionadas no estudo diz respeito à adopção de uma abordagem mais assertiva à transferência de activos com pouca rentabilidade por parte dos bancos e de outras instituições de crédito, o que levará à maior disponibilização de produto secundário.
Já os volumes de arrendamento deverão atingir “os níveis mais elevados desde a crise financeira global, com os ocupantes corporativos a exibirem maior confiança nos negócios”, embora se mantenha a pressão por parte dos agentes, no sentido de obterem “as melhores condições negociais”.
A região Ásia-Pacífico liderará a recuperação nos mercados ocupacionais, superando a Europa e a América do Norte, ainda de acordo com o estudo da Jones Lang LaSalle, enquanto que a América Latina continuará a emergir, “atraindo o interesse quer de investidores, quer de ocupantes corporativos”.