Chamartín fecha primeiro semestre com crescimento de 364%
O principal motor de crescimento das rendas foi a Unidade de Retail do Grupo – os Centros Comerciais Dolce Vita

Ana Rita Sevilha
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A Chamartín Imobiliária, SGPS, S.A. concluiu o primeiro semestre de 2010 com um crescimento de 364 por cento nos resultados directos, atingindo desta forma os 10,3 milhões de euros – o que compara com os 2,2 milhões de euros obtidos em período homólogo de 2009.
De acordo com a promotora imobiliária, “a contribuir para a melhoria dos resultados surgem as rendas, as quais atingem os 39,4 milhões de euros e sustentam o crescimento também registado ao nível do EBITDA, o qual fechou o primeiro semestre nos 29,9 milhões de euros”.
Desta feita, e no seguimento da evolução já registada no ano transacto, “os primeiros seis meses de 2010 ficaram marcados pela consolidação das rendas, a principal variável de sustentabilidade do negócio.
No 1.º semestre deste ano, este indicador registou um crescimento de 21 por cento face ao período homólogo do ano anterior”.
O principal motor de crescimento das rendas foi a Unidade de Retail do Grupo – os Centros Comerciais Dolce Vita -, que reforçaram o seu peso relativo face às restantes unidades de negócio – “71 por cento versus 64 por cento em período homólogo em 2009”.
Segundo explica a Chamartín, para esta situação contribuiu, “em grande medida, o alargamento do perímetro de actividade, com natural destaque para a abertura do Centro Comercial Dolce Vita Tejo em Maio de 2009”.
Explicado, em parte, pela boa evolução das rendas, prossegue a promotora em comunicado de imprensa, “o crescimento do EBITDA Directo reflecte também melhorias na estrutura de custos. No caso particular dos Fornecimentos e Serviços Externos (numa base líquida), e apesar desta rubrica registar um crescimento, a variação aparentemente negativa deve-se, em larga medida, ao aumento do perímetro de actividade. Numa base like-to-like, os FSE Líquidos registam uma redução de aproximadamente 20 por cento face a igual período de 2009, reflectindo uma política de optimização da estrutura de custos e de ganhos decorrentes do aumento de economias de escala”.