Moscovo e Bruxelas sem acordo sobre abolição de vistos
A Rússia e a União Europeia não chegaram a acordo sobre a eliminação de vistos entre a Rússia e o espaço Schegen, levando o Kremlin a apresentar um projecto de acordo para acelerar esse processo

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A Rússia e a União Europeia não chegaram a acordo sobre a eliminação de vistos entre a Rússia e o espaço Schegen, levando o Kremlin a apresentar um projecto de acordo para acelerar esse processo.
“Agora, o principal é não politizar essa questão, não cairmos em fantasias, olhar a verdade de frente. O nosso país está pronto para isso, mas isso é mais fácil para nós, pois somos um país, enquanto que a UE são 27. Mas para que o trabalho avance de forma mais activa, entregámos aos nossos parceiros o nosso projecto de acordo sobre a eliminação do sistema de vistos para os cidadãos da Rússia e da União Europeia”, declarou o presidente russo, Dmitri Medvedev, numa conferência de imprensa realizada após a cimeira.
No que respeita à “Parceria para a Modernização”, o presidente russo defendeu o aumento da cooperação entre a Rússia e a UE na esfera das altas tecnologias e inovações.
“Alargar a cooperação nas áreas de ponta, nas altas tecnologias e inovações, nos contactos sobre uma série de esferas e, claro está, na união de esforços na investigação”, afirmou.
“É de primordial importância o acordo conseguido sobre a defesa da informação secreta entre a Rússia e a UE, que irá contribuir para o estabelecimento de uma cooperação estreita na esfera da segurança externa”, declarou.
O dirigente russo sublinhou também que a Rússia continua interessada no ingresso à Organização Mundial do Comércio, acrescentando: “consideramos que, sem isso, o nosso Estado não poderá desenvolver-se normalmente no espaço económico mundial”.
No campo da energia, Medvedev espera que o gasoduto Corrente do Sul, que irá fornecer combustível azul da Ásia Central para a Europa através do Mar Negro, se transforme “numa rede transeuropeia de transporte de gás”.
Medvedev e o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, defenderam a necessidade de um combate conjunto contra a crise financeira mundial.