Governo emite declaração de impacte ambiental “favorável condicionada” a trabalhos na ampliação de Terminal de Alcântara
A declaração de impacte ambiental (DIA) é assinada pelo secretário de Estado Humberto Rosa, que aponta como condicionante a necessidade de obter “autorização para ocupação das áreas abrangidas pelo regime transitório da Reserva Ecológica Nacional”

Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
A Secretaria de Estado do Ambiente emitiu uma declaração de impacte ambiental “favorável condicionada” à ligação desnivelada da Linha de Cascais e do Porto de Lisboa à Linha de Cintura, integrada na ampliação do terminal de contentores de Alcântara.
Segundo o documento, a que a Lusa teve hoje acesso, o projecto de construção de vias férreas e instalações de transbordo e de terminais abrange as freguesias de Campolide, Santo Condestável, Prazeres, Santa Maria de Belém e Alcântara.
A declaração de impacte ambiental (DIA) é assinada pelo secretário de Estado Humberto Rosa, que aponta como condicionante a necessidade de obter “autorização para ocupação das áreas abrangidas pelo regime transitório da Reserva Ecológica Nacional”.
A articulação do projecto de execução com o plano de urbanização de Alcântara e a sua compatibilização com o Plano Director Municipal de Lisboa são outros dos requisitos exigidos.
O documento impõe também a preservação do edifício da estação de Alcântara e da gare que lhe está associada devido ao “elevado valor patrimonial e histórico” da infra-estrutura e às suas “potencialidades” para ter outros usos públicos.
O avanço da obra fica ainda condicionado à definição de medidas de atenuação do ruído propagado por via estrutural (isto é, a vibração induzida na estrutura) e ao cumprimento das 42 medidas de minimização/compensação e dos 28 elementos a apresentar, como um plano pormenorizado dos condicionamentos e dos desvios de tráfego ou um conjunto de medidas que compensem a eventual eliminação de estacionamento na zona das Docas.