LaSalle prevê crescimento no mercado de investimento em imobiliário terciário
Cerca de 24,6 mil milhões de imobiliário terciário foram transaccionados no quarto trimestre de 2009 na região Europa, Médio Oriente e Ásia (EMEA), o que representa mais do dobro dos 11,6 mil milhões registados no primeiro trimestre do mesmo ano

Pedro Cristino
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A Jones Lang LaSalle prevê que os volumes do mercado de investimento em imobiliário terciário na Europa deverão crescer entre 20% a 30% em 2010, face aos níveis de 2009, que se ficaram pelos 69,2 mil milhões de euros.
No comunicado enviado pela consultora imobiliária à imprensa, cerca de 24,6 mil milhões de imobiliário terciário foram transaccionados no quarto trimestre de 2009 na região Europa, Médio Oriente e Ásia (EMEA), o que representa mais do dobro dos 11,6 mil milhões registados no primeiro trimestre do mesmo ano.
Para Chris Staveley, “o crescimento previsto para este ano será impulsionado pela melhoria na disponibilidade de financiamento, pelo reconhecimento de que os preços provavelmente atingiram ou até superaram o nível mais baixo, por uma maior apetência pelo risco e pelo surgimento de mais activos no mercado”.
O director EMEA Capital Markets da Jones Lang LaSalle acrescenta que “se, em 2010 o mercado alcançar esses níveis, continuará, contudo, a ser um valor baixo em termos históricos”, resultado esse que estará próximo dos níveis de 2002.
Staveley declara que “a razão para que os volumes traduzam uma recuperação gradual e não abrupta” dever-se-á ao “foco contínuo dos investidores num conjunto limitado de activos core e geradores de retorno”. O fraco desempenho previsto para os mercados de ocupação “um pouco por todo o mundo” tem, na sua génese, “as fracas perspectivas económicas”. “A cautela e a aversão ao risco irão dominar o mercado em 2010 para investidores e ocupantes”, remata o responsável da consultora.
Segundo os dados referidos pela LaSalle, o índice de escritórios europeu cresceu cerca de 1,1% no último trimestre do ano passado, enquanto que os do comércio de rua e de industrial e logística sofreram acréscimos de 4,8% e de 1%, respectivamente. “A nossa expectativa é para que as rendas prime permaneçam sob pressão em 2010”, refere o documento, mencionando também, contudo, que “uma compressão de yields mais alargada implica que os valores dos imóveis registem um crescimento pequeno mais positivo”.