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A Martifer fechou o primeiro semestre do ano com lucros de 5,8 milhões de euros de acordo com o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Nos primeiros seis meses do ano, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) quase duplicou para 12,6 milhões de euros, em comparação com o ano passado, “com todos os segmentos operacionais a apresentar EBITDA positivo”, refere a nota do grupo ao mercado.
Por sua vez, os proveitos operacionais atingiram os 125,3 milhões, mais 14,1 milhões do que no mesmo período do ano passado. A construção metálica permitiu ao grupo angariar 67 milhões de euros, a construção naval 52,5 milhões de euros e o segmento das renováveis 6,6 milhões de euros.
A carteira de encomendas na construção metálica e na indústria naval é de 512 M€, 23% da qual para o segundo semestre de 2021.
Em relação à faturação, a Martifer revelou que o “volume de negócios gerado fora de Portugal e exportações ascendem a 82% do volume de negócios total do grupo”, quando, no mesmo período de 2020 representavam 85%. No mesmo período a dívida bruta teve um decréscimo de seis milhões de euros face a dezembro de 2020, sendo a 31 de julho de 114 milhões de euros. Por sua vez a dívida líquida teve uma redução de três milhões, situando-se nos 73 milhões de euros.
“Concretizado o objetivo da sustentabilidade económica e financeira, o grupo pretende consolidar a trajetória dos últimos anos, com um posicionamento estratégico, claro e objetivo por unidade de negócio”, refere a empresa.
O que significa que as atenções do grupo nos próximos anos vão estar centradas no reforço da sua presença nos mercados externos onde já está presente. Na indústria naval o grupo pretende concretizar o investimento na nova doca, “consolidando o peso desta unidade de negócio no volume de negócios do Grupo”.
No sector das renováveis o objectivo é crescer, “quer através da rotação de activos quer do aproveitamento de oportunidades em projectos eólicos e solares, e continuar a potenciar os sucessos alcançados, nomeadamente nos leilões de energia eólica e solar, na Polónia”, destaca.