Pavilhão Dinamarquês na Bienal de Veneza conta com a colaboração do colectivo BIG
Bjarke Ingels sublinha ainda que o que a equipa pretende é “resolver um desafio nacional, com um investimento global”

Ana Rita Sevilha
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
Os dinamarqueses BIG, em colaboração com o colectivo TENU, Julie Hardenberg e Inuk Silas Hgh vai integrar a exposição “Possible Greenland” no Pavilhão Dinamarquês, no âmbito da 13ª Bienal de Veneza, de 29 de Agosto até 25 de Novembro
De acordo com um comunicado de imprensa enviado ao Construir pelo gabinete, a exposição explora as potencialidades e os desafios que a Groenlândia está a enfrentar com a exposição global a que está a ser alvo. No mesmo documento, o colectivo BIG sublinha que a agenda política da Gronelândia está actualmente dominada pelos interesses nos seus recursos naturais, estando nesse sentido sugerido um aeroporto internacional acessível em Nuuk e a modernização do porto industrial da capital.
“A Gronelândia tem potencial para se reposicionar a partir da periferia para o centro das economias mundiais da Europa, Ásia e América. Hoje, os seus habitantes são puramente dependentes do tráfego aéreo para se deslocarem, o que origina voos vazios a preços surpreendentes. As duas novas infra-estruturas pensadas [aeroporto e porto industrial ] vão ser um centro de tráfego entre a Europa e a América – ajudando no incremento do turismo e do tráfego aéreo, e consequentemente no corte de custos para os passageiros locais”, afirma Bjarke Ingels, Sócio Fundador dos BIG.
Bjarke Ingels sublinha ainda que o que a equipa pretende é “resolver um desafio nacional, com um investimento global”, e através de uma “infra-estrutura conseguir um efeito colateral positivo social”. Nesse sentido, Bjarke Ingels explica que vê estes dois projectos não como dois investimentos separados, mas como uma peça única, criando “um novo DNA para o transporte eficiente, que beneficiem não só Nuuk, mas o país todo”.