Jones Lang LaSalle assessora compra do Edifício Duarte Pacheco 26
Localizado no cimo da Avenida Engenheiro Duarte Pacheco, em Lisboa, este imóvel totaliza uma área de 7.800 m2 acima do solo

Ana Rita Sevilha
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Um familly office português (investidor privado com capitais próprios) acaba de adquirir a totalidade do Edifício Duarte Pacheco 26, um activo de escritórios localizado na avenida com o mesmo nome, em Lisboa. A operação, de acordo com a consultora Jones Lang LaSalle, está avaliada em 27 milhões de euros.
Actuando em representação do comprador, a Jones Lang LaSalle foi a consultora responsável pela mediação desta operação – “uma das de maiores transações de investimento realizadas em 2011 em Portugal”. O activo era detido pelos fundos de investimento imobiliário Vision Escritórios, gerido pela Norfin, e Europa, gerido pela SGFI.
Pedro Lancastre, Director Geral da Jones Lang LaSalle Portugal, sublinha: “trata-se de um dos edifícios de escritórios de maior prestígio da cidade de Lisboa que foi adquirido à RTP em 2005 totalmente remodelado, estando desde então 100% arrendado. Dispõe de todas as condições procuradas pelos investidores de hoje em dia: uma excelente localização, muita visibilidade, inquilinos de primeira linha e contratos de longa duração. É por isso uma aquisição segura, com uma boa rentabilidade e, portanto, um investimento lógico que deverá ser repetido por outros investidores com o mesmo perfil nos próximos tempos”.
Localizado no cimo da Avenida Engenheiro Duarte Pacheco, em Lisboa, este imóvel totaliza uma área de 7.800 m2 acima do solo. “É um imóvel cuja individualidade se destaca, desde logo, por não ter edifícios geminados, apresentando ainda uma arquitectura sóbria e que transmite solidez e uma localização privilegiada com uma vista panorâmica sobre o rio Tejo. Entre os seus ocupantes estão empresas de topo como a sociedade de advogados Vieira de Almeida & Associados, BBDO e Merryl Lynch”.
Pedro Lancastre adianta: “O imobiliário de rendimento é uma excelente alternativa nestes tempos de incerteza e uma alternativa de investimento segura, mas nem sempre conhecida e pensada pelos investidores. Hoje é possível encontrar vários imóveis com estas características e com condições de preço muito vantajosas”.
Walter Fábrega, Diretor de Capital Markets da Jones Lang LaSalle Portugal, explica: “Os familly offices têm vindo a fortalecer a sua actividade no mercado português e é de esperar que estejam entre os grupos de investidores mais dinâmicos em 2012, tal como já aconteceu em 2011, procurando oportunidades de negócio e posicionando-se na linha da frente para concretizar operações de forma mais imediata, uma vez que não têm necessidade de alavancagem.”
Não obstante o fraco dinamismo do mercado imobiliário nacional, considerando a conjuntura interna e também europeia, “a Jones Lang LaSalle consolida a sua posição de referência no mercado português de investimento imobiliário, intervindo em duas das mais importantes operações realizadas em 2011, um ano em que, quer o volume quer o número de transações, deverão atingir mínimos históricos”, sublinha a consultora.
No último trimestre de 2011, a Jones Lang LaSalle, através do Departamento de Capital Markets, assessorou negócios no valor agregado de cerca de 60,5 milhões de euros, o que equivale a 34% do total que a consultora estima seja o volume anual até finais de Novembro (175 milhões de euros).