Actividade da C&W cresceu 17% em 2010
Eric van Leuven, managing partner da Cushman & Wakefield antevê que 2011 não será “um ano de grande expansão”, estando previsto um crescimento de 4%

Pedro Cristino
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
A actividade da Cushman & Wakefield (C&W) em 2010 situou-se “acima das expectativas” registando um crescimento de 17% face a 2009.
Este resultado foi anunciado aquando da apresentação do balanço da actividade da consultora e da performance do mercado imobiliário durante o ano de 2010. Durante o evento, a C&W revelou também as suas perspectivas para o próximo ano.
Segundo os dados dos responsáveis da consultora, os “departamentos de agência evoluíram em contra-ciclo, em especial escritórios e retalho”. No retalho, o grupo esteve envolvido na comercialização do LeiriaShopping e foi responsável pela introdução da Muji e pela abertura das lojas Custo Barcelona e Miss Sixty.
No mercado de escritórios, o grupo “teve o melhor ano de sempre”, tendo estado envolvido em “três dos quatro maiores negócios do ano”.Ao todo, foram colocados, em 2010, 33 mil metros quadrados de escritórios pela consultora, que conta ainda com mais de 85 mil metros quadrados em comercialização.
No campo de instalações industriais, a C&W esteve também envolvida na expansão da Sumol-Compal em Leiria e na venda de uma unidade fabril no Montijo.
Eric van Leuven, managing partner da Cushman & Wakefield antevê que 2011 não será “um ano de grande expansão”, estando previsto um crescimento de 4%.