Praia da Vitória apresenta estratégia de gestão do ordenamento do território
A Câmara da Praia da Vitória, Açores, apresentou a estratégia municipal de gestão do ordenamento do território, que inclui um plano de urbanização da expansão desta cidade da Terceira que pretende duplicar a população urbana em 20 anos

Lusa
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A Câmara da Praia da Vitória, Açores, apresentou a estratégia municipal de gestão do ordenamento do território, que inclui um plano de urbanização da expansão desta cidade da Terceira que pretende duplicar a população urbana em 20 anos.
O presidente da Câmara, Roberto Monteiro, salientou que esta abordagem, normalmente, é feita ao contrário.
“Queremos ir à frente, definindo regras de jogo para o mercado, para os donos dos terrenos, para os investidores imobiliários, para os jovens casais, e assim definimos o que queremos que a cidade seja no futuro”, afirmou.
O Plano de Urbanização prevê a construção de habitações na zona da Boavista, uma zona destinada ao Parque Urbano, situada nas traseiras do complexo desportivo, e um Parque Empresarial, localizado a cerca de um quilómetro do Porto da Praia da Vitória.
O parque empresarial é “um projecto estruturante que vem dar respostas diferenciadas” e “orientar uma nova tipologia de investimentos”, frisou Roberto Monteiro, revelando que a primeira empresa a investir na zona será a Portugal Telecom (PT), que vai construir ali o segundo ‘Data Center’ nos Açores.
O Plano de Urbanização hoje apresentado prevê um alargamento significativo da área para construção de habitações, com o obectivo de duplicar a população urbana num prazo de 15 a 20 anos.
Ao contrário do que acontece em outras cidades, na Praia da Vitória não está prevista a construção de apartamentos, mas de vivendas unifamiliares.
“É algo que nos distingue da maior parte das cidades no âmbito dos seus planos de expansão”, afirmou Roberto Monteiro, que também apresentou hoje o plano de expansão da freguesia de Porto Martins, que pretende dar resposta a um dos maiores problemas da localidade, que é a impossibilidade de ampliar habitações antigas.
Os dois documentos vão agora ser submetidos à análise da Secretaria Regional do Ambiente, devendo entrar em discussão pública durante o mês de Março.
A versão final será apresentada em Maio, e, em Junho deve ser aprovado na Assembleia Municipal.