Shigeru Ban e Kyeong Sik Yoon
O objectivo primordial do prémio consiste em “galardoar os projectos que melhor exprimem os princípios de sustentabilidade, um conceito ainda mais fundamental para a empresa em todas as suas actividades”

Pedro Cristino
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O japonês Shigeru Ban, da Shigeru Ban Architects, e o sul-coreano Kyeong Sik Yoon, da KACI International, venceram a medalha de ouro na sétima edição do Prémio Internacional Fassa Bortolo de Arquitectura Sustentável, com o seu projecto Haesley Nine Bridges Club House, em Yeoju, na Coreia do Sul.
Esta competição, concebida em 2003, pela Fassa Bortolo e pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Ferrara, pretende promover “um estilo de arquitectura capaz de estabelecer uma relação equilibrada com o ambiente e satisfazer as necessidades actuais, salvaguardando, ao mesmo tempo, as necessidades das gerações futuras”, segundo o comunicado da empresa de argamassas.
Neste sentido, o objectivo primordial consiste em “galardoar os projectos que melhor exprimem os princípios de sustentabilidade, um conceito ainda mais fundamental para a empresa em todas as suas actividades”.
A edição de 2010 recebeu várias propostas a concurso, tanto de trabalhos concluídos por profissionais, como de teses de licenciatura, e distinguiu-se pelo seu cariz internacional. Foram entregues 180 trabalhos de 30 países diferentes, deixados à avaliação do júri presidido por Thomas Herzog e composto por Alexandros Tombazis, Juhani Pallasma, Nicola Marzot e Gianluca Minguzzi.
“O painel não teve dificuldade em identificar as melhores contribuições em ambas as categorias”, referiu Herzog no seu discurso introdutório, sem deixar de mencionar, contudo, que se tornou mais difícil para o júri “decidir a sequência dos vencedores na fase final da avaliação”, explicando que não foram escolhidos “os trabalhos “perfeitos” que exigian demasiado e, em todo o caso, seriam demasiado desfasados da realidade”.
O arquitecto alemão explicou que foram, ao invés, escolhidos desenhos que o júri considerou “convincentes e que transmitiam emoções através da sua alta qualidade geral”.
A escolha do projecto dos arquitectos asiáticos deveu-se pelo facto de “fazer uma contribuição válida para o desenvolvimento de novas utilizaçãos para madeira na construção. O sistema de construção proporciona uma solução integrada aos diversos aspectos práticos exigidos, ao mesmo tempo que satisfaz os critérios estáticos, arquitectónicos e sistemáticos”.
As medalhas de prata foram atribuídas ao arquitecto Andrea Oliva, pelo seu projecto House on the Morella, e ao atelier norueguês TYIN Tegnestue, pela Butterfly House.
Na categoria de Teses de Licenciatura, o primeiro lugar foi partilhado por dois projectos. IN/OUT Campus, por Ignazio Amico e Damiano Caruso, de Palermo, e The Energy of a Vineyard, por Juan António Serrano Garcia, de Espanha, foram as propostas distinguidas.