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    “O futuro da domótica será mais intuitivo, autónomo e acessível que nunca”

    A Inteligência Artificial (IA), em especial a IA generativa, está a impulsionar uma verdadeira revolução, transformando a forma como construímos e gerimos edifícios e cidades inteligentes. Este avanço tecnológico não só promete maior eficiência e sustentabilidade, mas também uma experiência mais intuitiva e personalizada para os utilizadores. Neste especial, exploramos como a domótica, aliada à IA e à Internet das Coisas (IoT), está a moldar o futuro das nossas casas e cidades, e como as empresas se estão a adaptar a este novo paradigma

    Manuela Sousa Guerreiro
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    “O futuro da domótica será mais intuitivo, autónomo e acessível que nunca”

    A Inteligência Artificial (IA), em especial a IA generativa, está a impulsionar uma verdadeira revolução, transformando a forma como construímos e gerimos edifícios e cidades inteligentes. Este avanço tecnológico não só promete maior eficiência e sustentabilidade, mas também uma experiência mais intuitiva e personalizada para os utilizadores. Neste especial, exploramos como a domótica, aliada à IA e à Internet das Coisas (IoT), está a moldar o futuro das nossas casas e cidades, e como as empresas se estão a adaptar a este novo paradigma

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    Manuela Sousa Guerreiro
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    Se noutras edições deste Especial ficou patente que o futuro será tecnológico, os avanços e os investimentos no desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) e em especial na IA generativa, vêm colocar essa afirmação num outro nível. Estaremos sim perante “uma mudança de paradigma”, como afirmou um dos convidados do painel nesta nova ronda de questões que colocámos às empresas que actuam nestes segmentos e às quais pedimos, de tempos a tempos, para reflectir sobre o impacto que os desenvolvimentos da AI trará aos seus negócios, mas, sobretudo, no dia a dia de todos nós, nos edifícios que construímos e na construção de cidades inteligentes.
    “Em 2025, o mercado de domótica está a viver um momento de grande expansão e inovação, reflectindo um crescente interesse por soluções tecnológicas que tornam as casas mais inteligentes, eficientes e seguras”, afirma Fabíola Matos.

    No futuro que se constrói hoje, “os edifícios inteligentes serão mais do que simples sistemas de automação, irão ser capazes de antecipar as necessidades dos utilizadores, ajustando automaticamente a temperatura, iluminação, segurança e, até mesmo, os aparelhos domésticos com base em padrões de comportamento”, sintetiza a marketing manager da Signify Portugal.

    Ainda que a AI esteja nos primeiros estágios de implementação da domótica o seu impacto será enorme. “Estamos a falar de uma mudança de paradigma. Até agora os sistemas de domótica exigiam uma configuração manual detalhada para criar cenários e automações. Com a IA essa barreira vai desaparecer. Imagine entrar em casa e simplesmente descrever como quer que ela funcione: “Quando eu chegar, quero que as luzes se acendam com uma intensidade suave, a temperatura ajuste para 22°C e a música ambiente comece a tocar”. A IA fará o resto, interpretando e programando os dispositivos de forma automática, sem necessidade de conhecimento técnico. Além disso, a IA não só executará comandos, mas aprenderá com os hábitos dos utilizadores. Se percebe que, durante o Inverno, o utilizador costuma aumentar a temperatura às 7h da manhã, o sistema começará a ajustar-se sozinho, garantindo conforto e eficiência energética sem qualquer esforço. O futuro da domótica será mais intuitivo, autónomo e acessível do que nunca”, explica João Lima de Sousa, chief sales officer da JUNG.
    “O momento actual tem tido um grande impacto na nossa actividade, porque a transição energética que Portugal está a viver e todo o investimento na electrificação para a descarbonização implica uma maior utilização da energia eléctrica e nós garantimos a sua melhor utilização, pelo que somos um actor muito relevante nesta transição. O impacto sente-se também de forma positiva, claro, ao aumentar as nossas perspectivas de negócio. O desenvolvimento da IA, que está e estará cada vez mais presente nas nossas soluções, também nos favorece e estamos a fazer uma aposta forte nesta tecnologia”, sustenta Aroa Ruzo, country manager Portugal da Schneider Electric.

    Procura crescente por casas inteligentes
    A expectativa é que este mercado cresça exponencialmente nos próximos anos, deixando de ser um “luxo” e passando a ser uma exigência, em especial em novos empreendimentos.
    “Os promotores imobiliários e clientes procuram soluções inteligentes, eficientes e seguras, que aumentem o valor dos imóveis e ofereçam diferenciação no mercado.
    Algumas das principais exigências que, em nosso entender, são as mais importantes na escolha de soluções de domótica passam pela optimização do consumo energético como resposta às exigências de certificação energética e sustentabilidade, pela iluminação inteligente, pela monitorização de consumos e pela integração com energias renováveis. Paralelamente, o sector imobiliário exige que os sistemas funcionem de forma intuitiva e sem complicações. Para isso, pedem protocolos universais, assistentes de voz e acesso remoto via app, que permite ao seu cliente controlar toda a casa através do seu smartphone independentemente do ponto do globo onde se encontre”, refere Filipe Morgado CEO da Morgado&Ca. Na opinião do responsável. No futuro, é muito provável que o sector imobiliário comece a ser mais exigente ao solicitar soluções que passarão a ser personalizadas de acordo com o perfil do comprador. “A domótica tornou-se um factor diferenciador na valorização de imóveis”, sustenta Filipe Morgado. E isso é válido também no mercado da reabilitação e renovação de imóveis, que está a crescer “impulsionado pela reabilitação urbana, pelos incentivos à eficiência energética e pela procura de maior conforto e segurança”, sustenta Filipe Morgado. Compreendendo o peso mercado a Morgado concebeu soluções de domótica adaptadas à reabilitação, com instalação sem cablagem, com recurso a APP própria para um controlo a partir de smartphone e com WiFi integrado.
    “O mercado de domótica em 2025 continuará a crescer de forma acelerada e as empresas que apostarem em soluções inteligentes, sustentáveis e interactivas vão destacar-se num sector cada vez mais competitivo. As principais tendências passam por uma domótica centrada na eficiência energética, pela segurança e protecção digital, conectividade com o 5G e o Wi-Fi 6 que irão acelerar o crescimento da automação residencial e comercial de forma acessível e escalável”, defende Filipe Morgado.
    Uma das mais recentes entradas no mercado de domótica nacional foi feita pela NOS. A NOS Smart Home comemorou um ano no final de 2024 com um balanço positivo, traduzido num total de 16 empreendimentos assinados e mais de 1700 casas inteligentes. A NOS Smart Home integra, na mesma solução de domótica, funcionalidades nas áreas de segurança, protecção, automação, eficiência energética e controlo. “No sector imobiliário, a domótica tornou-se um factor diferenciador essencial, especialmente em novos empreendimentos, onde a procura por soluções inteligentes tem vindo a crescer de forma significativa. Entre as principais exigências destacam-se a eficiência energética, com sistemas que optimizem o consumo de electricidade e climatização, reduzindo custos e promovendo a sustentabilidade. A conectividade e conveniência também desempenham um papel crucial. Do lado dos promotores é critico o tema do pós-venda e a NOS tem um diferencial importante a apresentar dado o seu histórico de servicing nas telecomunicações”, sublinha Diogo Serras Pereira, director Security and Smart Homes Solutions da empresa.
    “A domótica deixou de ser um privilégio exclusivo para novas construções. Com o avanço da tecnologia sem fios e soluções retrofit, modernizar uma casa ou apartamento nunca foi tão simples”, concorda João Lima de Sousa, da JUNG. Há poucos meses a empresa inaugurou o seu primeiro showroom nacional, em Lisboa, um investimento de peso cujos resultados superaram as expectativas, com o espaço a ser um ponto de encontro para arquitectos, promotores e designers. A marca prepara-se agora para inaugurar um segundo espaço, desta vez no Porto. “Mais do que um simples showroom, criámos um espaço onde os visitantes entendem o que significa ter um sistema de domótica premium. A inspiração para o showroom de Lisboa veio dos lofts nova-iorquinos: um ambiente sofisticado, urbano e minimalista. Este ano, vamos inaugurar um novo showroom no Porto. A estética será completamente diferente, com uma identidade única, mas por agora, mantemos o mistério”, adianta João Lima de Sousa.

    A IoT alavancada com IA
    Os assistentes de voz Alexa ou o Google Home aproximaram a IA da domótica, mas em breve a ligação da Internet das Coisas (IoT) e IA irá criar sistemas inteligentes que não respondem apenas a comandos, antes antecipam as necessidades de utilizadores. “Imagine um sistema que percebe, por si só, que tem visitas em casa e que tem que antecipar a renovação do ar e a temperatura do ar condicionado, sem nunca termos dado qualquer indicação para o fazer. Este é o tipo de evolução que a domótica terá”, exemplifica João Lima de Sousa da JUNG.
    “Em relação à IA no caso da NOS Smart Home, já é amplamente utilizada para melhorar a experiência dos utilizadores e aumentar o valor das soluções oferecidas. Um dos principais exemplos é a utilização de Video Analytics com AI, que reduz os falsos positivos em até 80%. Por exemplo, se o alarme estiver armado e uma aranha passar pela câmara, o sistema consegue identificar que não se trata de uma ameaça real e evita reporte desnecessário para cliente ou para central de monitorização. Outra funcionalidade é a utilização de avisos verbais dissuasores gerados por IA, que proporcionam um nível de segurança mais avançado. Se uma pessoa se aproximar da propriedade de forma suspeita, a câmara pode emitir um aviso descrevendo a roupa da pessoa e alertando que a polícia será chamada caso não se afaste, tornando a dissuasão mais eficaz ao parecer que é o próprio proprietário a falar”, exemplifica Diogo Serras Pereira.
    Além da segurança, a IA também contribui para a eficiência energética, através de notificações sobre alterações nos padrões de consumo de energia e água, permitindo que os utilizadores ajustem os seus hábitos para maior poupança e eficiência. Com base nos dados recolhidos, o sistema pode ainda fornecer recomendações personalizadas, sugerindo funcionalidades e cenários automatizados e alertando para armar o sistema quando se sai de casa, ajustando-se dinamicamente para proporcionar uma experiência mais personalizada e conveniente.
    “Com estas soluções, a IA não só torna as casas mais inteligentes, como também melhora a interacção dos utilizadores com o ecossistema de domótica, consolidando o crescimento deste sector nos próximos anos”, considera o director Security and Smart Homes Solutions da empresa.

    Iluminação inteligente
    No contexto da domótica, iluminação inteligente é uma das áreas mais procuradas. “A Signify tem integrado a IA e a Internet das Coisas (IoT) em várias soluções de iluminação inteligente, sejam elas de uso doméstico ou de nível profissional. A IA veio permitir optimizar o funcionamento dos dispositivos e recolher dados que permitem oferecer uma experiência mais personalizada e eficiente. A IoT permite que os dispositivos de iluminação e outros produtos Signify se conectem entre si e com outras plataformas, isso cria um ecossistema de dispositivos interconectados que podem ser controlados remotamente”, observa Fabíola Matos da Signify Portugal. “A Philips Hue é um dos exemplos mais populares de iluminação inteligente para utilização doméstica que se conecta à IoT. Usando a aplicação Hue é possível conectar o sistema de iluminação ao sistema de automação da casa, permitindo controlo de voz, ajustes automáticos de iluminação, e integração com outros dispositivos inteligentes (como termostatos e câmaras de segurança). A Signify também oferece soluções de iluminação inteligente com sensores que permitem ajustar a intensidade da luz com base na presença de pessoas ou na luminosidade ambiente”, refere Fabíola Matos. A plataforma Interact, ao nível de iluminação profissional ou a Interact Office, para escritórios, são algumas das soluções já disponibilizadas pela marca.
    A Signify oferece ainda soluções para a gestão eficiente de territórios, como o Interact City, que permite implementar sistemas de gestão para controlo de iluminação pública que pode ser monitorizado remotamente através de uma aplicação online centralizada. “Com esta solução, a Signify está a revolucionar as cidades, fornecendo não só iluminação pública inteligente e eficiente em termos energéticos, mas também os meios para fornecer serviços urbanos inteligentes que beneficiam positivamente o ambiente, a economia e os cidadãos”, observa Fabíola Matos. Através da iluminação pública urbana conectada é possível criar uma rede de sensores capazes de recolher dados para implementar as melhores soluções de IA. Os sensores nas luminárias públicas podem monitorizar a qualidade do ar e a temperatura, detectar sons, alertar os socorristas em tempo real, reduzindo a criminalidade e ajudando os cidadãos a sentirem-se mais seguros. Além disso, podem ser utilizados para simplificar a gestão do tráfego, oferecendo informações de trânsito em tempo real e estacionamento inteligente. A conversão de pontos de luz convencionais em LED pode reduzir substancialmente as emissões anuais de carbono. “As cidades inteligentes que levam a sério a sustentabilidade precisam de considerar os benefícios da iluminação conectada, tanto como um facilitador das capacidades de IA como uma solução sustentável”, defende Fabíola Matos.

    E a segurança?
    A maior interconectividade entre dispositivos e o crescente uso de tecnologia no dia a dia levam-nos a colocar a questão como se garante a segurança? “Com hardware robusto, software actualizado, encriptação forte e boas práticas dos utilizadores”, afirma Filipe Morgado. “Empresas que fornecem soluções de domótica devem apostar em dispositivos certificados, suporte contínuo e integração com protocolos seguros que garantam a interconectividade sem comprometer a protecção de dados”, subscreve o CEO da Morgado&Ca.
    Esta não é uma questão simples já que, seja por falta de conhecimento na matéria ou por uma percepção de insegurança, muitos proprietários afirmam não estar prontos para integrar um conjunto mais amplo de dispositivos inteligentes, como mostrou um estudo recente da Schneider Electric (ver caixa “Proprietários às avessas (e avessos) à tecnologia”).
    Para as empresas com quem falámos adoptam várias estratégias para garantir a segurança das suas soluções: criptografia avançada colaboração com especialistas em segurança para antecipar e mitigar riscos, protocolos robustos com arquitectura fechada. O director Security and Smart Homes Solutions da NOS, Diogo Serras Pereira, refere que os equipamentos de segurança utilizam o protocolo PowerG e os equipamentos de automação utilizam o protocolo Z-Wave.
    No caso da JUNG “os nossos sistemas, como o KNX e o JUNG Home, utilizam encriptação AES-128, um dos padrões mais seguros do mundo, amplamente utilizado em sistemas bancários e militares. Com o JUNG Home integramos um sistema de emparelhamento seguro que impede a conexão de dispositivos não autorizados”, explica João Lima de Sousa. “Com a evolução da IA, da IoT e da Cibersegurança, a domótica está a entrar numa nova era, onde os sistemas estão cada vez mais intuitivos integrados e fiáveis”, resume João Lima de Sousa.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Cristina Pires Pinto (em cima à esquerda),André Levi e Ana Cláudia Teixoeira
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    Antas Da Cunha Ecija reforça área de Urbanismo e Ordenamento do Território

    A equipa, coordenada por Ana Borges, reforça a sua capacidade de assessoria nas áreas de Urbanismo e Ordenamento do Território, com a integração de dois Associados Seniores. A Unidade de Solicitadoria da Sociedade passa a contar com mais um elemento

    A Antas da Cunha Ecija reforça a sua equipa de Urbanismo e Ordenamento do Território, com a integração de Cristina Pires Pinto (Associada Sénior) e André Levi (Associado Sénior). Ana Cláudia Teixoeira (Solicitadora) integra a Unidade de Solicitadoria da Sociedade.

    De acordo com Ana Borges, Of Counsel da Antas da Cunha Ecija e responsável pela área de Urbanismo e Ordenamento do Território da Sociedade, “nos últimos anos, a área de Urbanismo e Ordenamento do Território da Antas da Cunha Ecija tem registado uma forte expansão, facto a que não são alheias as profundas transformações que têm ocorrido no espaço urbano e que têm suscitado diversas questões urbanísticas e de ordenamento do território, por vezes, de enorme complexidade”. Estes, sublinha a responsável, “são segmentos de actividade que requerem, cada vez mais, equipas experientes, dedicadas e multidisciplinares, capazes de propor aos clientes, de forma célere, soluções jurídicas inovadoras e eficazes, com foco na sustentabilidade e no desenvolvimento equilibrado. Nesse sentido, acreditamos que a integração de dois profissionais com as características técnicas que a Cristina e o André apresentam, se revelará uma grande mais-valia para a Sociedade”. “A Cristina e o André são profissionais muito experientes e fortemente qualificados. Com a sua integração, passamos a dispor de uma estrutura capaz de garantir um serviço ainda mais completo, eficiente e integrado aos nossos clientes”. A responsável remata: “Nesta área, a Unidade de Solicitadoria assume particular relevância. Nesse sentido, damos as boas-vindas à Ana Cláudia, que certamente nos irá ajudar a fortalecer a nossa capacidade de resposta neste domínio”.

    Entre 2014 e 2021, Cristina Pires Pinto assumiu o cargo de Legal Manager da Pefaco Portugal, S.A. e, em 2021 ocupou a posição de Técnica Especialista/Jurista junto do Gabinete da Ministra da Agricultura e da Alimentação, cargo que desempenhou até 2024. No desempenho das suas funções, destaque para a sua directa intervenção no processo de transferência, partilha e articulação das atribuições dos serviços periféricos da administração directa e indirecta do Estado nas CCDR; participação no Grupo de Trabalho para a Propriedade Rústica; e no Grupo de Trabalho para a Simplificação Administrativa em sede de licenciamentos sectoriais, no âmbito da Reforma dos Assuntos Económicos e do Investimento. Esta sua vasta e diversificada experiência profissional permite-lhe ter uma visão transversal e sistemática das áreas abrangidas pelo Direito Público, num claro reforço da sua capacidade de resposta e análise.

    André Levi possui uma vasta experiência na assessoria legal e estratégica à concessão, implementação, gestão e comercialização de projectos imobiliários, em todas as suas fases, intervindo em procedimentos de gestão urbanística (licenciamentos, comunicações prévias, autorizações e PIPs) e em procedimentos de planeamento territorial (elaboração, revisão e alteração de planos e programas de ordenamento do território e delimitação de unidades de execução). Possui ainda conhecimentos assinaláveis em matérias e procedimentos relacionados com o Direito Público, Regulatório, Energia e Ambiente. Antes de integrar a Antas da Cunha Ecija, André Levi exerceu actividade na PLMJ (2016-2022) e na TELLES (2022-2025).

    Por sua vez, Ana Cláudia Teixoeira tem uma vasta experiência em Administração Pública, tendo exercido funções de solicitadora na Câmara Municipal de Lisboa, entre 2004 e 2022. Entre 2022 e 2024 foi chefe de divisão do notariado, na direcção municipal de Gestão Patrimonial da Câmara Municipal de Lisboa.

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    Calb e dstgroup assinam acordo nas áreas de serviços de reciclagem e projectos de armazenagem

    O dstgroup e a CALB assinaram, no âmbito da Cerimónia de Lançamento da giga fábrica de Sines com um investimento total de 2.000 milhões de euros, um acordo que visa definir os principais termos dos serviços de reciclagem de baterias e de armazenamento de energia. O acordo promoverá a colaboração em duas áreas consideradas fundamentais

    Na produção de baterias, a colaboração entre o dstgroup e a CALB centrar-se-á em desenvolver uma cadeia de valor circular sustentável entre o processo de fabrico de baterias e a recuperação de matérias-primas críticas para baterias, através da introdução de processos de reciclagem sustentáveis. Estes processos permitirão a recuperação e reutilização da quase a totalidade (98%) dos resíduos de baterias provenientes da produção de baterias, garantindo reduções críticas na pegada de carbono dos processos de fabrico de baterias.

    Nas soluções de armazenamento estacionário, o dstgroup e a CALB irão desenvolver soluções competitivas com foco nos segmentos Comercial, Industrial e de Concessionárias de Energia, permitindo soluções de armazenamento descentralizadas, críticas para a mudança temporal do consumo de energia, mas também para permitir a estabilidade da rede.
    Este acordo abre a oportunidade a um processo de fabrico de baterias ainda mais sustentável.

    José Teixeira, Presidente do dstgroup referiu “que este investimento numa giga fábrica, com total consideração, desde o início, das necessidades de reciclagem, é um passo muito significativo no desenvolvimento de uma cadeia de valor sustentável de baterias em Portugal”. Mais ainda, referiu “que as soluções de armazenamento estacionário serão fundamentais no futuro da estabilidade da rede e esta cooperação irá certamente desenvolver soluções energéticas personalizadas e prevalecentes”.

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    Defesa reabilita 13 edifícios para criar habitações

    Os 13 edifícios estão distribuídos por Lisboa, Porto, Leiria, Vendas Novas e Constância. Para além destes, o investimento de 31 milhões de euros, financiado pelo PRR, abrange ainda a requalificação das instalações do Colégio Militar e do Instituto dos Pupilos do Exército, ambos em Lisboa

    O Ministério da Defesa Nacional vai criar 427 habitações através da recuperação de 13 edifícios, que permitirão alojar cerca de 600 militares, segundo um contrato assinado entre o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e o Exército, em Lisboa, e irá implicar um investimento de 31M€.

    Os 13 edifícios estão distribuídos por Lisboa, Porto, Leiria, Vendas Novas e Constância. Para além destes, o investimento abrange ainda a requalificação das instalações do Colégio Militar e do Instituto dos Pupilos do Exército, ambos em Lisboa.

    O contrato foi assinado esta terça-feira, 25 de Fevereiro, e as habitações deverão estar concluídas em Julho de 2026. As habitações destinam-se a alojamentos temporários (de cerca de dois ou três anos) para militares e as suas famílias, ou civis que trabalham no Exército, e que pagarão uma renda mensal de cerca de 45 euros.

    Da lista de edifícios que serão reabilitados consta a recuperação das extintas Oficinas de Fardamento do Exército, em Santa Apolónia, onde serão criados cerca de 54 quartos.

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    Cleanwatts integra projecto internacional da Panasonic no Japão

    A empresa portuguesa faz parte do projecto japonês “Panasonic Accelerator by Electric Works Company”, desenvolvido pela Panasonic, no qual vai optimizar a partilha de energia entre consumidores industriais, residenciais e pequenos negócios, com o objetivo de garantir uma maior estabilidade da rede eléctrica japonesa

    A convite da Panasonic, a Cleanwatts, empresa portuguesa líder na digitalização de energia, vai participar no programa internacional de aceleração Panasonic Accelerator by Electric Works Company. Promovido pela Panasonic em colaboração com o ReGACY Innovation Group K.K, este programa tem como objectivo acelerar a criação de novas empresas, através da colaboração com as tecnologias avançadas e o conhecimento especializado de start-ups.

    O projecto intitulado “Co-criação do futuro das comunidades de energia locais sustentáveis através da gestão da energia baseada em IA”, foca-se na optimização da gestão de energia entre edifícios comerciais, residenciais e pequenos negócios, através da tecnologia Cleanwatts OS. Este projecto utiliza o sistema avançado de optimização local da Cleanwatts para apoiar a estabilidade da rede e maximizar a poupança para os membros da comunidade.

    Ao gerir de forma inteligente os fluxos de energia entre os participantes, o sistema ajuda a equilibrar a oferta e a procura locais, reduzindo a pressão sobre a rede eléctrica em geral, e permitindo que os participantes beneficiem de custos de energia mais baixos através de recursos partilhados e hábitos de consumo optimizados.

    “A confiança da Panasonic no software da Cleanwatts é um reconhecimento da nossa inovação tecnológica. Desenvolver um projecto desta escala com uma empresa influente no Japão é uma oportunidade para implementar o nosso modelo de Comunidades de Energia num mercado com enorme potencial, promovendo a resiliência da rede e a estabilidade energética do país” afirma Luísa Matos, CEO da Cleanwatts.

    O programa “Panasonic Accelerator by Electric Works Company” promove a colaboração entre a Panasonic e startups inovadoras para criar soluções pioneiras que melhorem a infraestrutura “kurashi” (um termo japonês para “estilo de vida”). Esta nova colaboração aborda desafios estratégicos a longo prazo e baseia-se na presença actual da Cleanwatts no Japão através da sua parceria com a Macnica, uma empresa tecnológica japonesa, que distribui a plataforma de gestão de energia Kisense da Cleanwatts no mercado japonês.

    Este projecto foi possível através da plataforma de inovação aberta da Plug and Play Japan, tendo a empresa participado também no apoio a considerações comerciais e na aceleração da aplicabilidade do projecto no mercado e do desenvolvimento comercial.

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    Fundo da Arrow Global conclui processo de aquisição do Troia Resort

    A operação, que está ainda dependente da não oposição da Autoridade da Concorrência, compreende a gestão dos hotéis Aqualuz Tróia Mar & Rio e The Editory By The Sea além de outros activos

    A SC Investments e o Grupo Arrow Global estabeleceram um acordo para a transação do conjunto dos ativos do Tróia Resort. A operação envolve a venda pela SC Investments à Sociedade ACO Cedar, gerida pela Arrow Global Group.

    Em comunicado, as sociedades revelam que a operação, que está ainda dependente da não oposição da Autoridade da Concorrência, compreende a gestão dos hotéis Aqualuz Tróia Mar & Rio e The Editory By The Sea e das operações do Troiaresort, o Troia Golf, a concessão da marina de Tróia, a Atlantic Ferries (concessão do serviço público de transporte fluvial entre Setúbal e Tróia), bem como um conjunto de ativos Imobiliários, incluindo os que detêm potencial de desenvolvimento.

    “Temos procurado oportunidades de investimento em Portugal, que nos permitam continuar a crescer e a contribuir para o desenvolvimento da economia nacional. Este negócio reflete o interesse que a Arrow Global tem na região e no país”, explica João Bugalho, CEO da Arrow Global Portugal, acrescentando que “Tróia é um lugar magnífico e um destino único, com um enorme potencial de desenvolvimento e de criação de valor para todos e é nisso que vamos agora continuar a trabalhar, após o excelente trabalhado realizado no último quarto de século pela SC Investments”.

    O negócio culmina o trabalho desenvolvido pela SC Investments na recuperação, planeamento e desenvolvimento sustentável da Península de Tróia, que permitiu conciliar de forma única a preservação da natureza e a presença humana. Desde que assumiu o projeto, em 1999, a SC Investments realizou um investimento direto superior a 300 milhões de euros na concretização do projeto turístico de Tróia, assegurando a preservação dos valores naturais da península, a recuperação do património arqueológico, a demolição e reabilitação de edifícios, a construção sustentável, o desenvolvimento de atividades turísticas em respeito pela envolvente, criando emprego e valor para a economia local e regional.

    Pedro Bruno, COO da SC Investments, considera que “Esta operação é o culminar de um trabalho notável de 25 anos da SC Investments e do universo de empresas associadas na requalificação e valorização de Tróia. A aposta no desenvolvimento sustentável da Península permitiu criar um projeto turístico reconhecido em Portugal e na Europa, sendo um exemplo que cativou o interesse de investidores de todo o mundo”.

    “O plano de desenvolvimento da península manterá os critérios de excelência e preservação dos valores naturais, nomeadamente o seu enquadramento na Reserva Natural do Estuário do Sado e na Reserva Botânica de Tróia, que continuarão a ser os elementos diferenciadores na região”, revelam em comunicado.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    Weber lança solução para renovações rápidas de superfícies cerâmicas

    A Weber, marca da Saint-Gobain Portugal, apresenta o Weberenov liso, uma nova massa pronta a aplicar, para acabamento liso, desenvolvida especificamente para a renovação de superfícies cerâmicas em paredes interiores ou exteriores

    Apto para todos os tipos de suportes cerâmicos, em espaços interiores e exteriores, este novo produto da marca weber promete tornar os processos de remodelação mais rápidos, fáceis e eficazes, respondendo às necessidades de consumidores que optam pelo DIY (Do It Yourself), mas também de profissionais da construção, como pintores e estucadores.

    O Weberenov liso foi desenvolvido para proporcionar uma utilização prática e intuitiva, podendo ser aplicado manualmente ou por projecção airless. Apresenta ainda uma boa trabalhabilidade e garante uma elevada aderência com um acabamento uniforme, revestível com pintura.

    O produto está disponível no mercado em baldes de 25 kg e entre as suas vantagens destacam-se ainda a sua impermeabilidade e a possibilidade de lixar, o que lhe confere maior resistência e um acabamento perfeito.

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    Tomar: Património Cultural requalifica Convento de Cristo por 3,6M€

    A diretora do Convento de Cristo, Andreia Galvão, precisou que o “Projeto de Reabilitação do Paço Henriquino, Alcáçova/Castelo e Requalificação do Jardim” visa “proceder à requalificação do Convento de Cristo, nomeadamente nas áreas da antiga Alcáçova e Castelo Templário, assim como do designado Paço Henriquino”

    O Convento de Cristo (Tomar) vai receber obras de reabilitação do Paço Henriquino, Alcáçova e Castelo através de uma empreitada orçada em 3,6 milhões de euros (ME), que inclui a requalificação do jardim, segundo fonte do Património Cultural.

    Segundo o procedimento concursal, publicado em Diário da República (DR), com recepção de propostas até 6 de Março, a empreitada em causa, denominada “fase 1” e avaliada em três milhões e 650 mil euros (sem IVA), com um prazo de execução de 300 dias, engloba “trabalhos de transformação de ruínas em espaços usufruíveis, tais como a construção de dois edifícios, incluindo várias especialidades, percurso para promoção de acessibilidades a pessoas com mobilidade condicionada, trabalhos de conservação e restauro e requalificação do jardim” do Convento de Cristo, situado em Tomar (Santarém).

    Segundo o instituto público, o projeto para o monumento Património da Humanidade “desenha as condições arquitectónicas, implementa elementos e/ou equipamentos de suporte à reabilitação daqueles espaços, conferindo-lhes novas valências funcionais e condições de visita qualificadas”.

    Por outro lado, “propõe um circuito de visita mais alargado, valoriza o património em presença, e promove as condições de acessibilidade universal”.

    Em comunicado, a diretora do Convento de Cristo, Andreia Galvão, precisou que o “Projeto de Reabilitação do Paço Henriquino, Alcáçova/Castelo e Requalificação do Jardim” visa “proceder à requalificação do Convento de Cristo, nomeadamente nas áreas da antiga Alcáçova e Castelo Templário, assim como do designado Paço Henriquino”.

    No castelo, atualmente em ruína, a intervenção vai permitir criar uma entrada e uma distribuição dos visitantes por dois circuitos, um resultante da herança templária (antiga fortaleza e paço) e outro da Ordem de Cristo (complexo monástico).

    Esta intervenção “estender-se-á também à valorização e requalificação da antiga Praça de Armas”, num projeto que visa “renovar estas áreas, dotando-as de condições de acesso imprescindíveis, assim como possibilitar a sua fruição”.

    Nestes espaços, “até hoje arredados do público, surgirão novos percursos, proporcionando renovadas leituras do edificado, a par de modernas e funcionais valências de apoio à visita”, afirmou Andreia Galvão.

    Ao longo deste ano 2025, o monumento vai receber duas empreitadas de reabilitação e requalificação orçamentadas num total de 5,2 milhões de euros, financiadas a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), disse à Lusa fonte oficial do Património Cultural, sendo esta a primeira das duas empreitadas previstas.

    “No âmbito do PRR, [a intervenção] no Convento de Cristo compreende duas ações: a conservação e restauro dos claustros (D. João III e Santa Bárbara) e a reabilitação do Paço Henriquino e Alcáçova/Castelo e Requalificação do jardim”, indicou, obras “cujo termo deverá ser em março de 2026”.

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    Metropolitano: Protecção Civil ‘chumba’ novas estações em Lisboa e no Porto

    O Metropolitano de Lisboa confirmou ao jornal a existência dos dois pareceres negativos, referindo que “ainda não apresentou novos pedidos à ANEPC”, uma vez que estão em “adaptações aos respetivos projetos”

    A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) disse ao jornal “Público” que o primeiro projeto de segurança contra incêndio da estação Manuel Leão, integrada na Linha Amarela, que liga o Hospital de São João, no Porto, à Urbanização de Vila d’Este, em Vila Nova de Gaia, foi chumbado em julho de 2023, quando esta ainda estava em construção.

    Os problemas detectados na estação Manuel Leão dizem respeito ao cálculo do número máximo de pessoas que podem estar na estação, um valor importante para determinar as condições necessárias para a evacuação do local, nomeadamente o número de saídas e a largura das escadas.

    A estação foi inaugurada a 28 de junho de 2024, mesmo após um primeiro projeto contra incêndios ter sido reprovado em julho de 2023.

    A empresa Metro do Porto disse ao jornal que aguarda o desfecho de um recurso hierárquico que interpôs, garantindo “que tem o seu sistema integrado de segurança aprovado pelo IMT, sendo a extensão Santo Ovídio — Vila d’Este o primeiro troço da rede a ter o seu processo de segurança avaliado e aprovado por um auditor externo, a RINA Services”.

    “Todos os sistemas foram testados e dados como aptos e operacionais com a entrada em serviço”, segundo informação enviada pela empresa ao jornal.

    Questionada sobre se um parecer negativo da autoridade não devia impedir a estação de abrir, a ANEPC disse “não ser a entidade responsável pelo licenciamento do funcionamento ou exploração”.

    O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), que é a autoridade de segurança ferroviária, explicou ao Público que como não existe “um regime legal especifico para a regulamentação dos sistemas de transporte ferroviário metropolitanos, estes serviços são estabelecidos através de protocolos entre o IMT e as diferentes entidades que exploram este serviço de transporte”.

    “No caso do Metro do Porto, um protocolo assinado em 2019 define que a empresa é responsável pela recepção do sistema integrado, prestando-lhe o IMT a assistência técnica que seja solicitada”, segundo o IMT.

    Quanto às estações da Estrela e Santos, em Lisboa, que ainda estão em construção com inauguração prevista para daqui a cerca de um ano, a ANEPC disse ao jornal que as “reprovações [em setembro do ano passado) estão relacionadas, entre outras situações, com o incumprimento da distância máxima (15 metros) admitida desde os extremos da plataforma de embarque até à primeira via de evacuação protegida que conduzirá as pessoas até ao exterior”.

    Os dois projetos não contemplam também a existência de geradores de emergência que assegurem uma fonte de energia em caso de falha da rede pública.

    Outro motivo para a reprovação está relacionado com a omissão de uma análise de risco de descargas atmosféricas com vista a aferir à necessidade de um pára-raios.

    O Metropolitano de Lisboa confirmou ao jornal a existência dos dois pareceres negativos, referindo que “ainda não apresentou novos pedidos à ANEPC”, uma vez que estão em “adaptações aos respetivos projetos”.

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    Sierra e CBRE IM investem 9 M€ em novo conceito gastronómico no Vasco da Gama

    Este novo espaço, com 3.300 m2, alia um design “contemporâneo” a uma oferta gastronómica “diversificada”, cujo conceito, planeamento e execução da obra foram assegurados pela Reify

    A Sonae Sierra, em parceria com a CBRE Investment Management, anunciou a abertura do River Deck, um novo espaço de restauração no Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa e que representou um investimento de cerca de nove milhões de euros.

    O River Deck reforça o compromisso da Sonae Sierra e CBRE IM com o bem-estar de quem visita e trabalha no centro, cumprindo os mais exigentes padrões de responsabilidade ambiental. Este novo espaço, com 3.300 m2, alia um design “contemporâneo” a uma oferta gastronómica “diversificada”, cujo conceito, planeamento e execução da obra foram assegurados pela Reify.

    Os 15 novos conceitos gastronómicos são: Portugália, Panda Cantina, Furio, Chocolateria San Ginés, Poke House, Bread & Friends, Mú Gelato, Gulden Draak, Santa Francesinha by Cufra, Tre Bambu, Leitaria Quinta do Paço, O Forno do Leitão do Zé, Cervejaria Malandra, Feel Rio e Las Muns.

    Ricardo Vilaça, director de Asset Management da Sierra em Portugal e Roménia, destacou o impacto transformador deste projecto: “Na Sierra, trabalhamos para dinamizar e valorizar os nossos activos, garantindo que respondemos às necessidades de todos os nossos stakeholders. O River Deck será, sem dúvida, um marco na experiência dos visitantes do Centro Vasco da Gama. Criámos um espaço versátil, confortável e com uma oferta gastronómica diversificada e de elevada qualidade”.

    Também Antonio Tarroc, head of Shopping Centers EMEA da CBRE Investment Management, considera este um projecto “estratégico” que pretende ir “ao encontro da evolução das necessidades dos nossos clientes”, como também “dá resposta à procura de longa data de novos espaços e de uma maior variedade de opções de F&B”.

    “Estamos confiantes que esta iniciativa, que resulta da auscultação aos nossos clientes, será um sucesso notável e que será acolhida da melhor forma por lojistas, clientes e toda a comunidade do Centro Vasco da Gama”, acrescenta.

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    JPS Group lança apartamentos da Herdade Real de Santiago

    Depois de um pré-lançamento em planta com “um enorme sucesso de vendas”, devido à “grande procura por parte de famílias e investidores”, inicia-se agora o lançamento da primeira fase das primeiras 36 fracções nos edifícios Cabernet e Merlot

    A promotora JPS Group lançou a primeira fase de vendas dos apartamentos T1 e T2 do novo projecto residencial “Herdade Real de Santiago”, localizado em Pegões, no concelho do Montijo. Depois de um pré-lançamento em planta com “um enorme sucesso de vendas”, devido à “grande procura por parte de famílias e investidores”, inicia-se agora o lançamento da primeira fase das primeiras 36 fracções nos edifícios Cabernet e Merlot.

    A Herdade Real de Santiago tem uma oferta total de 656 apartamentos, de tipologia T1 (a partir de 60 m²) e T2 (a partir de 85 m²), todos eles com amplas varandas, cozinha em open space totalmente equipada, com um lugar de garagem e uma arrecadação.

    Localizado “estrategicamente” na Área Metropolitana de Lisboa, em Pegões, este empreendimento residencial oferece proximidade à ponte Vasco da Gama e ao novo aeroporto “Luís de Camões” em Alcochete. Será servido por infraestruturas de ponta como o TGV, uma nova ponte e acessos altamente convenientes à capital, permitindo uma mobilidade sustentável.

    “Com estas novas infraestruturas, uma nova centralidade vai surgir a sul do Tejo, tornando a Herdade Real de Santiago uma excelente oportunidade de investimento, para investidores e compradores que valorizam um estilo de vida único e a segurança financeira do investimento”, indica João Sousa, CEO da JPS Group.

    Este empreendimento disponibiliza, ainda, a tecnologia Smart Home da NOS, permitindo aos residentes usufruir de inovação, como de eficiência energética, sustentabilidade e segurança nas suas casas.

    A Herdade Real de Santiago é o maior projecto da JPS Group, com cerca de 1.200 fracções, composta por villas, apartamentos e espaços comerciais, inserida em 45 hectares de terreno e rodeada de espaços verdes. Este novo empreendimento será construído em três fases e as obras estão previstas começar no final deste ano, com o custo total do investimento que ronda os 220 milhões de euros.

    Actualmente, disponibiliza as últimas unidades da segunda fase de vendas, com uma oferta de Villas Arinto, Syrah e Alicante, com tipologias de V2 a V4, de design contemporâneo, elegantes e funcionais.

    A Herdade Real de Santiago oferece um novo conceito de habitação, com elegância funcional e manutenção simplificada, que permite adotar um estilo de vida minimalista. Mais do que vender uma casa, pretende vender um “estilo de vida”, destinado a um público de múltiplas gerações, com uma proposta residencial exclusiva que abrange as necessidades e interesses de diferentes faixas etárias, onde o convívio entre as diferentes gerações vai ser potenciado.

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