Revigrés anuncia vencedores do primeiro “ArchiRevi Challenge”
O primeiro lugar coube a Rodrigo Ribeiro, pela concepção de uma espaço de restaurante e espaço polidesportivo. Foram ainda entregues duas menções honrosas, ao ‘Bar + Exhibition’, de Gaia Longano e ao ‘Bar Restaurante’, de Nuno Leal

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Já são conhecidos os vencedores do primeiro “ArchiRevi Challenge”. O anúncio foi feito por ocasião da sessão de abertura do Archi Summit, a decorrer na Casa da Arquitectura, em Matosinhos, entre 5 e 7 de Julho.
O primeiro lugar coube a Rodrigo Ribeiro, pela concepção de uma espaço de restaurante e espaço polidesportivo. Foram ainda entregues duas menções honrosas. A primeira ao projecto de ‘Bar + Exhibition’, de Gaia Longano e a segunda ao ‘Bar Restaurante’, de Nuno Leal.
Esta foi a primeira vez que a Revigrés e o Archi Summit se uniram para dar corpo a um projecto conjunto: levar o tema da sustentabilidade a estudantes de arquitectura e incentivar ao projecto de intervenção num espaço existente com produtos e materiais Revigrés.
Apresentar um projecto de intervenção num espaço existente, sob uma “perspectiva inovadora e com um impacto real e visível, integrando produtos e materiais da Revigrés” foi o desafio lançado e cuja adesão foi “muito interessante”. Não só pelo número de propostas apresentadas, num total de 20, como pela qualidade dos projectos, onde se destacou “a procura por soluções e materiais alternativos e mais sustentáveis”. Até ao fecho da edição não foi, contudo, possível apurar o vencedor do concurso.
Uma iniciativa com resultados “muito positivos”, segundo a marca e que “esperam vir a repetir para o ano”. A estratégia da empresa passa por apostar na “aproximação àqueles que são, no fundo, os arquitectos, designers e engenheiros civis do futuro”, acrescentam.
A iniciativa contou, ainda com o roadshow “ArchiRevi Talks”, que percorreu diferentes universidades do País das áreas da arquitectura, design e engenharia civil, entre Fevereiro e Maio deste ano, para falar sobre os desafios da construção sustentável e convidar os futuros profissionais do sector a responder aos desafios da construção sustentável através da sua participação num desafio.
Os materiais e a descarbonização
Com as “ArchiRevi Challenge” pretendia-se “demonstrar como a escolha dos revestimentos e pavimentos cerâmicos contribui positivamente para a qualidade do meio ambiente, para a qualidade de vida dos utilizadores, para prolongar o ciclo de vida dos edifícios e, consequentemente, para a descarbonização das cidades”, referiu a empresa.
A combinação de materiais cerâmicos com diferentes efeitos. Madeira, metálico, mármore, cimento, deck, pedra, entre outros, foram os mais “valorizados” para destacar a estética do ambiente e dos próprios produtos, assim como a escolha de tipologias e de acabamentos adequados à utilização do espaço.
Pavimento cerâmicos com efeito da madeira, das colecções Nordik, Forest e Deck, ou o efeito do mármore das colecções Onix Gold, Rainforest Green e Absolut Black, da pedra natural da coleção Limestone ou do cimento das coleções OMNI, Cityzen e Elements integraram os projectos. Também os revestimentos Retro e Revival e a sua paleta de nove cores foram coordenados, em muitos dos casos, com os tons da colecção Cromática, no pavimento. Em grés porcelânico, conhecida pela sua “elevada resistência, durabilidade e versatilidade” foram das opções mais escolhidas.
Em alguns trabalhos, os participantes deram “asas à imaginação” e utilizaram os revestimentos e pavimentos cerâmicos da Revigrés “de forma não convencional, como em bancadas e mesas”.
Além dos materiais cerâmicos, aplicados tanto em projectos de remodelação de espaços residenciais como públicos – incluindo espaços exteriores e comerciais – os alunos foram ao encontro das preocupações com a sustentabilidade, através de outros elementos, onde se destaca a reutilização de outros materiais (como peças de mobiliário) e da implementação de medidas para a promoção da eficiência energética, como a entrada de luz natural, o que resultou em projectos de “elevada viabilidade e com um impacto real e visível, tanto no ambiente, como na qualidade de vida dos utilizadores”.