Habitar Portugal 12 – 14 segue para Tomar
Esta é a quinta edição do Habitar Portugal o que significa que esta iniciativa acumulou um acervo de cerca de 400 obras ao longo de 15 anos de existência

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Depois de ter estado em Viseu, a exposição Habitar Portugal 12 – 14, dentro do seu ciclo de itinerâncias, segue agora para Tomar, onde pretende mais uma vez ser “um olhar sobre a produção arquitectónica portuguesa do último triénio a partir de um ponto de vista que articula duas ideias fundamentais”, pode ler-se no sítio da Internet da Ordem dos Arquitectos. A exposição ficará patente na Moagem à Portuguesa (Complexo Cultural da Levada de Tomar).
A primeira ideia, “decorre do momento que o País vive a que, presumimos, a produção de arquitectura não será alheia. O tema proposto – está a arquitectura sob resgate? – estabelece desde logo um contexto onde situar as obras e um enquadramento para as poder ver e analisar. Acreditamos que este é o pano de fundo do espaço onde, ao longo deste tempo, acontecem as práticas arquitectónicas em Portugal cuja maior ou menor presença o Habitar Portugal vai tratar de analisar”.
Por sua vez, a segunda ideia é a de “trazer à luz um palimpsesto que resulta das obras que fizeram parte das quatro edições anteriores e assim encontrar os registos que o lastro que elas deixaram faz emergir em contraste ou continuidade com o momento que vivemos. Crise, resgate e palimpsesto são as marcas da condição actual, estão presentes no quotidiano e na paisagem do país onde hoje vivemos. Que impacto têm na arquitectura em Portugal?”
Recorde-se que a exposição Habitar Portugal é uma selecção, uma escolha das obras de arquitectura que, a partir de vários programas, lugares, escalas ou condições, se consideram desde o ponto de vista de cada um dos seus comissariados, exemplares, no seu tempo e na sua condição.
Esta é a quinta edição do Habitar Portugal o que significa que esta iniciativa acumulou um acervo de cerca de 400 obras ao longo de 15 anos de existência.
“Os registos desse acervo permitem-nos hoje estabelecer pontos de comparação com a situação actual, as potenciais transformações na prática projectual ou edificatória afectada pelas condições de austeridade e escassez provocadas pelo resgate da Troika”, sublinha mesma fonte.