Inês Lobo distinguida com o Prémio ArcVision – Women and Architecture
Inês Lobo dedica o prémio “a todas as pessoas que fazem crer que a arquitectura é uma maneira poderosa de construir um mundo melhor para todos, independentemente de serem homens ou mulheres”

Ana Rita Sevilha
RBR Estate Investments investe 1,5 M€ em projecto nos Anjos
Cosentino alarga portfólio de casas de banho com novo lavatório
Escarlata Loncán assume Direcção Geral da Quilosa Selena Iberia
Schneider Electric leva à Hannover Messe tecnologias que estão a “moldar o futuro da indústria”
Manusa, portas de vidro automáticas: guia completo para encontrar a solução ideal para o seu projeto
Novo crédito à habitação cresce 27%
Câmara do Seixal lança concurso para Unidade de Saúde de Paio Pires
AtlasEgde investe 500 M€ em data centers em Portugal e junta-se à Colt
UC lança guia para tornar renovação energética acessível nas comunidades rurais europeias
VIZTA lança CORE
Inês Lobo foi distinguida com o Prémio ArcVision – Women and Architecture, um galardão internacional no valor de 50 mil euros instituído há dois anos pela multinacional italiana Italcementi Group, anunciou o portal de arquitectura Archdaily. O prémio contempla ainda um estágio de 15 dias no centro de investigação da multinacional, em Bergamo.
Segundo a mesma fonte, o júri do prémio considerou Inês Lobo uma arquitecta “versátil”, cujo trabalho já lhe criou uma reputação de “atacar criativamente problemas arquitecturais numa grande variedade de escalas no tecido urbano”.
Em declarações ao Archdaily, a arquitecta portuguesa mostrou-se surpreendida. “É realmente um prémio importante, com uma visão internacional, e também porque sublinha que ainda é difícil ser mulher e ser arquitecta”.
“Fico contente por receber o prémio numa altura em que se celebram os cem anos do nascimento de [Achilina] Bo Bardi”, arquitecta modernista italiana, nascida em Roma em 1914, que viria a falecer em 1992 no Brasil, onde deixou diversos projectos, entre eles a sede do edifício do Museu de Arte de São Paulo (MASP). “Há cem anos, era ainda mais difícil ser arquitecta”, comentou Inês Lobo nas declarações à Archdaily, acrescentando que vai dedicar o prémio “a todas as pessoas que fazem crer que a arquitectura é uma maneira poderosa de construir um mundo melhor para todos, independentemente de serem homens ou mulheres”.