Guimarães convida designers e arquitectos a requalificar lavadouros
Designers e arquitectos de todo o mundo já podem enviar propostas para transformar os lavadouros de Guimarães, que acompanham o percurso do rio de Couros, entre a Costa e a Veiga de Creixomil

Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
Guimarães, enquanto Capital Europeia da Cultura vai dar a oportunidade a artistas e outros profissionais nacionais e internacionais se dedicarem à cidade e à herança da cidade, e desenvolverem ideias que enriqueçam, examinem e reflictam o seu contexto. Nesse sentido, acaba de lançar um concurso internacional de ideias com vista à reconfiguração de cinco espaços públicos da cidade. Designers e arquitectos de todo o mundo já podem enviar propostas para transformar os lavadouros de Guimarães, que acompanham o percurso do rio de Couros, entre a Costa e a Veiga de Creixomil. As inscrições do “Made-in” estão abertas até 15 de Julho sendo que o projecto se divide num concurso aberto – que pretende intervir em quatro lavadouros da cidade – e num concurso destinado a uma lista de artistas e profissionais convidados, que tem como objectivo criar um projecto para a concepção de um novo lavadouro público. Os projectos são escolhidos por um júri e pelo público e a inscrição é gratuita, devendo ser feita através do preenchimento e envio da ficha constante no site www.madein.guimaraes2012.pt.
Segundo a organização, “a premissa da encomenda baseia-se em dois elementos: os aspectos de compromisso social e a necessidade de uma obra escultórica criada por um artista ou arquitecto”. O “Made-in” surge num momento em que a paisagem de Guimarães se altera, e as estruturas para interacção social ganham uma maior importância. “O reposicionamento e a tensão entre hábitos antigos e as novas práticas infiltram-se, cada vez mais, na vida diária. Neste âmbito, o lavadouro público português assume-se como um emblema de tradição e domesticidade: é um espaço onde o acto de lavar roupa proporciona aos seus utilizadores não apenas um sítio para o fazer, mas também um local para interacção social e sentido comunitário”, revela a organização.