Arlindo Cunha na SRU Porto Vivo, autarquia propõe Rui Moreira
Arlindo Cunha explicou que foi eleito presidente da Comissão Vitivinícola do Dão e que antes de tomar posse – no início de Novembro – escreveu uma carta aos accionistas a renunciar ao mandato “na sequência do entendimento que tinha” com a autarquia

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A Câmara do Porto propôs o nome do presidente da Associação Comercial do Porto, Rui Moreira, para substituir Arlindo Cunha à frente da Porto Vivo, Sociedade de Reabilitação Urbana, avançou à Lusa fonte daquela SRU.
Arlindo Cunha, ex-ministro da Agricultura no XI Governo Constitucional, liderado por Cavaco Silva, confirmou a sua saída da Porto Vivo.
“Quando fomos reeleitos para o segundo mandato, eu tinha dito ao doutor Rui Rio que deixava em aberto a possibilidade de, a qualquer momento, ter que o interromper porque tinha perspectivas de novos projectos”, explicou o presidente do concelho de administração da SRU.
Arlindo Cunha explicou que foi eleito presidente da Comissão Vitivinícola do Dão e que antes de tomar posse – no início de Novembro – escreveu uma carta aos accionistas a renunciar ao mandato “na sequência do entendimento que tinha com o accionista Câmara do Porto”.
Como data limite para a sua saída, o também ex-eurodeputado disse que até ao final do mês de Dezembro cessará funções na SRU.
Fonte da SRU avançou à Agência Lusa que a câmara propôs Rui Moreira como sucessor de Arlindo Cunha nas funções de presidente de concelho da administração da entidade.
Questionado pela Lusa, Rui Moreira disse não querer comentar esta matéria.
Arlindo Cunha afirma que sai “com o sentimento de orgulho”, considerando que foi lançado “um movimento, um processo pioneiro e sobretudo irreversível”.
“Hoje em dia, em todas as profissões ligadas à construção e à habitação, a questão da reabilitação urbana é incontornável. A Porto Vivo contribuiu de forma determinante para essa dinâmica irreversível”, sublinhou.
A Porto Vivo, SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense S.A., é uma empresa de capitais públicos, do Estado (IHRU) e da Câmara Municipal do Porto, que tem como missão conduzir o processo de reabilitação urbana da Baixa Portuense, à luz do Decreto-Lei 104/2004.
A sociedade é participada a 60 por cento pelo Instituto Nacional de Habitação e na parte restante pela Câmara Municipal do Porto.