Jornadas Europeias do Património celebradas com 620 iniciativas em 225 localidades
“Património – Um mapa da História” é o mote escolhido pelo Conselho da Europa e pela União Europeia

Lusa
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O património como testemunha das diferentes manifestações sociais e do evoluir da sociedade é o tema que orienta as 620 actividades que se realizam de Sexta-Feira até Domingo no âmbito das Jornadas Europeias do Património.
“Património – Um mapa da História” é o mote escolhido pelo Conselho da Europa e pela União Europeia, visando sensibilizar a população para a salvaguarda do património, segundo nota do IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico).
O tema “visa vincar a estreita relação entre os sítios patrimoniais e os acontecimentos históricos que lhes estão associados”, lê-se na mesma nota.
As 620 actividades são desenvolvidas ao longo dos três dias por 400 instituições públicas ou privadas em 248 locais/monumentos em 225 localidades.
Relativamente ao ano passado há um aumento de entidades (mais 60 instituições), uma delas, a Academia Nacional de Belas Artes, que participa este ano pela primeira vez, e onde se deslocará sexta feira o director do IGESPAR, Gonçalo Couceiro.
Realitivamente ao ano passado realizam-se este ano mais 170 actividades, apesar de participarem menos 127 locais/monumentos.
Aumenta também o número de localidades – mais 77 que o ano passado – espalhadas por todo o território continental e regiões autónomas.
Nos diferentes monumentos e sítios arqueológicos são propostas, entre outras, visitas guiadas e temáticas, espectáculos – música, dança, teatro, fantoches -, exposições, animação de rua, recriações e encenações históricas, “workshops”, conferências e seminários, sessões de leitura de contos e lendas, rotas patrimoniais, itinerários culturais, ateliês lúdicos e oficinas pedagógicas, jogos tradicionais, feiras, etc..
No decorrer das jornadas está ainda previsto o lançamento de publicações, a exibição de documentários e ficções, concursos de fotografia, passeios de barco, e desfiles de moda.
“Viajar pelas cidades, percorrer o território observando vestígios, interpretando os cenários urbanos e rurais de acontecimentos históricos e políticos, da humanização das paisagens, da produção técnica e científica, literária ou artística”, é o que propõe o IGESPAR.
O instituto afirma que o património “é como ter, entre mãos, um inesgotável mapa que nos ajuda a entender de onde viemos e a escolher para onde podemos seguir”.