António Mendonça não vê razões para adiar novo aeroporto de Lisboa
Em Madrid, onde foi reunir com o seu homólogo espanhol, o ministro assegurou que a “actual infra-estrutura já não responde às necessidades e não vai responder no futuro”, referindo-se ao aeroporto da Portela

Pedro Cristino
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
António Mendonça declarou hoje que não existem razões para “por em causa as referências temporais do projecto do novo aeroporto internacional de Lisboa”, classificando o projecto como “absolutamente estruturante para o desenvolvimento económico do país”.
Em Madrid, onde foi reunir com o seu homólogo espanhol, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, assegurou ao Diário Económico que a “actual infra-estrutura já não responde às necessidades e não vai responder no futuro”, referindo-se ao aeroporto da Portela.
António Mendonça acrescentou ainda que o novo aeroporto reúne a aceitação da generalidade dos sectores da sociedade civil portuguesa.
“É um projecto que atravessou vários governos com as políticas e ideologias mais diversas. Em relação ao novo aeroporto, é uma obra em que penso que há mais consenso”, esclareceu.
Relativamente ao TGV, o ministro lembrou que “não houve qualquer cancelamento. Houve um adiamento, um ajustamento de calendário”, em função da crise financeira global.
Sobre a sua reunião com o ministro do Fomento espanhol, António Mendonça precisou que o objectivo consiste em “analisar as ligações ferroviárias, designadamente as de alta velocidade”, acrescentando que vai fazer com o seu homólogo “um ponto de situação dos vários dossiers em andamento, para ter a noção do que está a ser feito do lado português e do lado espanhol”.