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    Martifer vende 11% da participação na Prios

    Com esta operação, o grupo de Oliveira de Frades arrecada 13,75 milhões de euros e declara a redução do interesse económico no negócio da agricultura e biocombustíveis

    Pedro Cristino
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    Martifer vende 11% da participação na Prios

    Com esta operação, o grupo de Oliveira de Frades arrecada 13,75 milhões de euros e declara a redução do interesse económico no negócio da agricultura e biocombustíveis

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    A Martifer procedeu à alienação de 11% da sua participação nas subsidiárias Prio e Prio Advanced Fuels à Severis, pelo valor de 13,75 milhões de euros, declarando assim a redução do interesse económico no negócio de agricultura e biocombustíveis.

    O comunicado enviado pela empresa liderada pelos irmãos Carlos e Jorge Martins à CMVM refere que a participação da Martifer no capital social da Prio passa de 60% para 49%, no seguimento da “decisão estratégica do grupo”.

    A Severis é representada a 50% pelo accionista Rui Alegre, ex-presidente da Amorim Imobiliária, pelos irmãos Carlos, António e Jorge Martins, a 50%.

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    OERS debate projectos de biocombustíveis e hidrogénio verde para Sines

    Os projectos de HVO (Óleo Vegetal Hidrotratado) e de Hidrogénio Verde da Refinaria de Sines da Galp, que pertencem à ZIL de Sines e representam um investimento total de 650 milhões de euros. A iniciativa terá lugar esta quinta-feira, dia 27 de Fevereiro, no Sines Sea View & Leisure Hotel

    A Ordem dos Engenheiros Região Sul (OERS) traz a debate os projectos biocombustíveis e de hidrogénio previstos para Sines. A iniciativa terá lugar esta quinta-feira, dia 27 de Fevereiro, no Sines Sea View & Leisure Hotel.

    O jantar organizado pelo Polo de Sines da OERS que visa aprofundar o conhecimento sobre os projectos de HVO (Óleo Vegetal Hidrotratado) e de Hidrogénio Verde da Refinaria de Sines da Galp, que pertencem à Zona Industrial e Logística de Sines, e representam um investimento total de 650 milhões de euros.
    Com foco no contributo para a descarbonização do sector energético e dos transportes, este jantar-debate conta com a presença de André Vilelas, delegado distrital de Setúbal e coordenador do Polo de Sines da Ordem dos Engenheiros Região Sul e de porta-vozes da Galp estreitamente ligados a estes projectos, tais como Hugo Carabineiro, head of Refining Technology, Ivo Santos, head of Renewables Technology ou Fernando Naves, head of Startup Readiness Team, entre outros.
    O projecto HVO Galp tem como objectivo construir uma instalação industrial inovadora para produzir biocombustíveis – designadamente gasóleo renovável, jet renovável e bionafta – para utilizar na descarbonização do transporte rodoviário e aéreo.
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    Câmara de Lisboa dá ‘luz verde’ ao projecto do Museu Judaico

    A aprovação do projetco para o Museu Judaico é “condicionada” até ao cumprimento das condições expressas em pareceres de várias entidades, incluindo da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC)

    A Câmara Municipal de Lisboa aprovou o projeto de arquitetura para o Museu Judaico, na freguesia de Belém, em que se prevê “um edifício isolado” na zona da frente ribeirinha, com três pisos acima da cota de soleira.

    Em reunião privada do executivo camarário, o licenciamento da obra de construção do Museu Judaico de Lisboa foi aprovado por maioria, com os votos contra dos Cidadãos Por Lisboa (eleitos pela coligação PS/Livre) e a abstenção do BE, disse à Lusa fonte do município.

    Votaram a favor da proposta, subscrita pela vereadora do Urbanismo, Joana Almeida (independente eleita pela coligação “Novos Tempos” PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança), os vereadores de PS, PCP e Livre, bem como da liderança PSD/CDS-PP (que governa sem maioria absoluta).

    A aprovação do projetco para o Museu Judaico é “condicionada” até ao cumprimento das condições expressas em pareceres de várias entidades, incluindo da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), no que se refere à arquitetura, e “até à conclusão da operação urbanística”, inclusive quanto à regularização patrimonial.

    Num comunicado enviado após a aprovação da proposta, os vereadores dos Cidadãos Por Lisboa reafirmaram a “concordância total” com a criação do Museu Judaico, mas consideraram “não ser legal” esta votação, por entenderem que a câmara não deveria aprovar o projeto de arquitetura sem que antes estejam resolvidas as questões sob a propriedade daquele terreno, que dependem do próprio município, designadamente as permutas de terreno ainda dependentes de aprovação do Tribunal de Contas e a constituição do direito de superfície à associação promotora do museu, “sob pena de elevado risco judicial e pecuniário lesivo do interesse público”.

    Em abril de 2023, a Associação Hagadá submeteu à apreciação da Câmara de Lisboa o licenciamento da obra de construção do Museu Judaico, com base no contrato-promessa de constituição de direito de superfície de um terreno municipal com a área total de 6.678,32 metros quadrados (m2), que confronta a norte com a Rua de Pedrouços e a Rua da Praia do Bom Sucesso e a sul com a Avenida da Índia e a Rua Fernão Mendes Pinto, na freguesia de Belém.

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    Dils entra no mercado espanhol com a aquisição da Lucas Fox

    Segundo Pedro Lancastre, CEO da Dils Portugal, “esta aquisição e o crescimento da Dils na Península Ibérica, bem como o processo de expansão em curso reflectem o nosso compromisso em ser um interveniente inovador, independente, inteligente e alternativo”. França, Alemanha, Polónia e Reino Unido são os novos mercados onde a Dils quer entrar

    tagsDils

    A Dils, que iniciou operações no mercado português em Maio de 2024, anunciou a aquisição de uma participação maioritária na Lucas Fox. Com uma experiência de 20 anos e um posicionamento de referência na comercialização de imóveis residenciais de alto padrão, a Lucas Fox reforçará a presença da Dils no segmento premium da Península Ibérica. A conclusão da transacção está prevista para o primeiro trimestre de 2025.

    “Esta aquisição e o crescimento da Dils na Península Ibérica, bem como o processo de expansão em curso reflectem o nosso compromisso em ser um interveniente inovador, independente, inteligente e alternativo no mercado imobiliário europeu”, afirma Pedro Lancastre, CEO da Dils Portugal.

    “O nosso objectivo é continuar a consolidar o programa de investimento nos países onde já estamos presentes, nomeadamente nos Países Baixos, Portugal, Espanha e Itália e expandir para novos mercados, como França, Alemanha, Polónia e Reino Unido”, acrescenta.

    Fundada em 2005 e com sede em Barcelona, a Lucas Fox consolidou-se como uma das empresas mais prestigiadas do sector imobiliário em Espanha. Com uma facturação superior a 30 milhões de euros, a empresa opera em todo o território espanhol.

    A Dils traçou um plano de investimento estratégico para Espanha, com o objcetivo de acelerar o crescimento e modernizar o mercado residencial. Simultaneamente, visa expandir a sua actuação no sector imobiliário comercial, abrangendo segmentos como escritórios, retalho, logística e hospitality.

    Os mercados residenciais de Madrid e Barcelona estão entre os mais dinâmicos da Europa, com perspectivas de valorização sólidas a longo prazo. Paralelamente, a costa espanhola mantém-se como um dos destinos mais atractivos para compradores internacionais na procura de um estilo de vida exclusivo.

    No segmento comercial, Espanha apresenta um potencial significativo, tendo captado quase 60 mil milhões de euros em investimentos nos últimos cinco anos, incluindo 14 mil milhões de euros em 2024.

    “Esta parceria estratégica representa um marco fundamental na concretização do nosso plano de expansão internacional, iniciado em 2023. Com uma equipa multidisciplinar de mais de 600 profissionais em quatro países, prevemos receitas superiores a 100 milhões de euros”, destaca Giuseppe Amitrano, CEO do Grupo Dils.

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    Sonae Arauco subscreve um empréstimo sustentável de 200M€

    Os Sustainability Linked Loans, ou Empréstimos Vinculados à Sustentabilidade, são financiamentos em que as condições estão directamente ligadas ao desempenho ambiental, social e de governança (ESG). Para este empréstimo a Sonae Arauco compromete-se em duas áreas estratégicas de actuação: o aumento da incorporação de madeira reciclada e a redução das emissões de CO₂

    A Sonae Arauco fechou um financiamento ligado ao seu desempenho de sustentabilidade (Sustainability-Linked Loan), no valor de 200 milhões de euros. Para este financiamento, os objectivos de desempenho de sustentabilidade (SPTs) definidos até 2029 incluem o aumento da incorporação de madeira reciclada em 9,3 pontos percentuais, e a redução das emissões de dióxido de carbono em 59% (âmbitos 1 e 2), com os quais a Sonae Arauco se compromete.

    Os Sustainability Linked Loans, ou Empréstimos Vinculados à Sustentabilidade, são financiamentos em que as condições estão directamente ligadas ao desempenho ambiental, social e de governança (ESG). As condições de financiamento são, por isso, ajustadas com base no cumprimento das metas de sustentabilidade definidas no contrato.

    O financiamento sustentável agora anunciado reforça o compromisso da Sonae Arauco com a transição para uma economia de baixo carbono. “Os KPIs definidos no acordo refletem metas concretas e mensuráveis em termos de sustentabilidade e estão plenamente alinhados com a visão da empresa de fomentar uma economia circular e uma gestão eficiente dos recursos naturais, em particular no que respeita à madeira”, explica Cristian Knollseisen, Chief Financial Officer da Sonae Arauco. E acrescenta: “Este posicionamento reafirma a integração dos objetivos ambientais como um pilar essencial do modelo de negócio da Sonae Arauco, e como um elemento transversal a todas as suas operações, incluindo a gestão financeira”.

    O CaixaBank actuou como Coordenador de Sustentabilidade do financiamento e os indicadores e objectivos de desempenho foram validados pela DNV, em linha com os Princípios de Empréstimos Vinculados à Sustentabilidade.

    Em 2024, a Sonae Arauco incorporou na sua produção cerca de 32% de madeira reciclada, sendo que em algumas gamas de produto a integração de madeira reciclada é já superior a 70%. Este valor resulta de uma actuação concertada da empresa para este tema estratégico, que se materializa através do desenvolvimento de novas tecnologias e o upgrade contínuo dos processos industriais, assim como num aumento da capacidade de capturar madeira em fim de vida no mercado, através dos seus centros de reciclagem. Neste âmbito, a empresa está em fase de expansão da sua rede de centros de reciclagem de madeira, com a abertura prevista de dois novos centros em Portugal, no Minho e no Norte de Lisboa, estando também a analisar outras oportunidades para o curto e médio prazo. Actualmente, a empresa detém três centros de reciclagem localizados nos distritos do Porto (Alfena – Valongo), Setúbal (Seixal) e Coimbra (Souselas), que se juntam a mais nove centros em Espanha.

    Relativamente ao compromisso com a redução de emissões de CO2, a Sonae Arauco está a implementar um plano de descarbonização da sua actividade, alavancado na adopção de energias renováveis, em programas de eficiência energética e na electrificação da frota. A longo-prazo, a empresa visa até 2040 atingir a neutralidade carbónica (âmbitos 1 e 2), e está também a trabalhar na descarbonização da logística e das matérias-primas adquiridas para redução das emissões de âmbito 3. Tendo em consideração que a madeira é um material que armazena CO2, é de referir que os produtos da Sonae Arauco são responsáveis, em média, por uma retenção anual de 3 milhões de toneladas de CO2.

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    Franco Zibaia reforça equipa e estende actividade a novas áreas de prática

    Mónica Lemos transita da AMMC Legal e integra a Sociedade na qualidade de Consultora Sénior. Sociedade reforça a sua prática e estende actividade a novas áreas: Urbanismo, Ordenamento do Território e Ambiente, Protecção de Dados e Prevenção da Corrupção

    A Franco Zibaia acaba de anunciar o reforço da sua equipa com a integração de Mónica Lemos. A advogada, que transita da AMMC Legal, integra a Sociedade na qualidade de consultora sénior.

    Com a integração de Mónica Lemos, a Sociedade reforça a sua prática actual e estende a sua actividade a novas áreas: Urbanismo e Ordenamento do Território, Ambiente – incluindo Transição Energética, Alterações Climáticas e ESG -, bem como Protecção de Dados (RGPD), Prevenção da Corrupção e Whistleblowing.

    De acordo com Catarina Franco Madeira, Sócia Fundadora da FRANCO ZIBAIA. “com cerca de 20 anos de experiência, a Mónica possui uma trajectória profissional notável”. A mesma responsável acrescenta que “esta integração é um marco muito importante na nossa estratégia de crescimento e um sinal evidente da nossa aposta na construção de uma equipa coesa e de excelência”. Catarina Franco Madeira esclarece: “Com a entrada da Mónica, não só reforçamos a nossa oferta actual, como vemos alargado o nosso portfólio de serviços em áreas cuja crescente evolução, requerem profissionais experientes e qualificados”.

    Ao longo da sua carreira, Mónica Lemos tem prestado assessoria e consultoria jurídica a entidades públicas, incluindo a autarquias locais, bem como a entidades privadas, nas áreas do Direito Administrativo, Ordenamento do Território, Urbanismo, Ambiente, Energia e Regulação das Alterações Climáticas, Direito da Função Pública, Contencioso Administrativo e Civil. Tem ainda experiência em Protecção de Dados e Compliance. Como advogada, tem acompanhado múltiplos procedimentos administrativos e de contratação, relativos a diferentes actividades económicas e a diversos regimes de licenciamento. Assessorou, ainda, a implementação de políticas de protecção de dados e de canais de denúncia, na vertente jurídica, possuindo uma vasta experiência no patrocínio de processos judiciais.

    Mónica Lemos foi adjunta no gabinete do secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território e técnica especialista no gabinete do secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação. Foi ainda assessora jurídica do gabinete do vice-presidente e membros do Conselho Superior da Magistratura, tendo sido responsável pelo contencioso.

    Mónica Lemos obteve a sua licenciatura na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2002). Em 2024, concluiu o Curso Intensivo de Regulação das Alterações Climáticas na Faculdade de Direito da Universidade Católica. Tem ainda formação pós-graduada em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade Católica (2022), em Direito das Autarquias Locais pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2009), e em Direito do Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (2003).

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    EAD reforça presença a Norte e prepara expansão Ibérica

    A empresa vai investir 1,5 M€ na aquisição de dois novos armazéns no Porto, para reforçar a operação no norte do país e explorar o mercado da Galiza. No final de 2025 a EAD estima um crescimento de 15% e uma facturação em torno dos 18 M€

    tagsEAD

    A EAD reforça a sua presença no Norte do país com um investimento de 1,5 milhão de euros, na aquisição de dois novos armazéns no Porto, que eleva para cinco o número total de unidades na região, estando prevista ainda a contratação de 44 novos colaboradores.

    A operação permite um acréscimo de 1.600m² de espaço de armazenamento, com capacidade para 120 mil contentores e 400m² de escritórios dedicados à expansão dos serviços de Backoffice Documental. Esta iniciativa responde à crescente digitalização e modernização das empresas, alinhando-se às metas de inovação do sector, e visa reforçar o negócio no Norte e Centro do País, endereçar as necessidades das empresas públicas e privadas desta geografia e ainda explorar a zona da Galiza.

    “As oportunidades estão onde conseguimos criar valor real para os nossos clientes, e para isso, a proximidade geográfica é também fundamental. Acreditamos que estar perto dos nossos mercados e entender as suas necessidades é o que nos diferencia. Com o nosso centro de operações em Vilar do Pinheiro e a expansão para o mercado espanhol, na Galiza, reforçamos o nosso compromisso com a inovação, a excelência e a criação de soluções que realmente façam a diferença. O futuro pertence às empresas que conseguem aliar estratégia, tecnologia e uma visão humana do negócio, e é isso que nos guia a cada passo”, diz Paulo Veiga, CEO da EAD.

    A empresa de arquivo e gestão documental não esconde a vontade de entrar no mercado espanhol e a Galiza afigura-se como um mercado crucial nessa estratégia. O Grupo EAD adquiriu recentemente 100% da DID Confidencial, uma empresa galega especializada na área da destruição confidencial, segura e certificada de papel, aliada a rigorosos padrões de qualidade, e está presente em Barcelona através da sua participada Delete.

    “O norte do país, que tem demonstrado um dinamismo assinalável nos últimos anos, será o epicentro de um novo ciclo de expansão, sustentado pela nossa aposta estratégica no mercado espanhol. Com a nossa entrada neste mercado, o centro de operações em Vilar do Pinheiro posiciona-se como um hub estratégico para o desenvolvimento das nossas operações e para o fortalecimento da nossa presença em toda a Península Ibérica. Este movimento permitirá não só aumentar a eficiência dos nossos processos, como também criar sinergias com parceiros e clientes dos dois lados da fronteira”, reforçou o responsável.
    O investimento está alinhado com as directrizes governamentais de digitalização e modernização empresarial, e visa abrir novas oportunidades para colaboração e desenvolvimento de soluções inovadoras para empresas e indústrias.

    Perspectivas para 2025: crescimento de 15% e 18 milhões de euros em facturação
    O ano de 2025 representa um marco estratégico para a EAD, que prevê um crescimento de 15% no volume de negócios, atingindo 18 milhões de euros em facturação. A empresa aposta na consolidação da sua liderança no mercado ibérico, com destaque para a expansão em território espanhol e novas oportunidades de colaboração na região.

    Para sustentar esse crescimento, a empresa planeia novas contratações, impulsionando a inovação e assegurando a qualidade dos serviços prestados. Além disso, está previsto um novo ciclo de investimentos direccionados à tecnologia e infraestrutura, que assegurem à empresa uma posição de vanguarda no sector de gestão documental.

    “Com uma base sólida e uma visão de longo prazo, estamos prontos para transformar 2025 num ano de crescimento e conquistas. O nosso compromisso é claro: continuar a construir um caminho de sucesso e desenvolvimento sustentável para os nossos clientes, colaboradores e parceiros”, reforçou Paulo Veiga.

     

     

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    “O futuro da domótica será mais intuitivo, autónomo e acessível que nunca”

    A Inteligência Artificial (IA), em especial a IA generativa, está a impulsionar uma verdadeira revolução, transformando a forma como construímos e gerimos edifícios e cidades inteligentes. Este avanço tecnológico não só promete maior eficiência e sustentabilidade, mas também uma experiência mais intuitiva e personalizada para os utilizadores. Neste especial, exploramos como a domótica, aliada à IA e à Internet das Coisas (IoT), está a moldar o futuro das nossas casas e cidades, e como as empresas se estão a adaptar a este novo paradigma

    Se noutras edições deste Especial ficou patente que o futuro será tecnológico, os avanços e os investimentos no desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) e em especial na IA generativa, vêm colocar essa afirmação num outro nível. Estaremos sim perante “uma mudança de paradigma”, como afirmou um dos convidados do painel nesta nova ronda de questões que colocámos às empresas que actuam nestes segmentos e às quais pedimos, de tempos a tempos, para reflectir sobre o impacto que os desenvolvimentos da AI trará aos seus negócios, mas, sobretudo, no dia a dia de todos nós, nos edifícios que construímos e na construção de cidades inteligentes.
    “Em 2025, o mercado de domótica está a viver um momento de grande expansão e inovação, reflectindo um crescente interesse por soluções tecnológicas que tornam as casas mais inteligentes, eficientes e seguras”, afirma Fabíola Matos.

    No futuro que se constrói hoje, “os edifícios inteligentes serão mais do que simples sistemas de automação, irão ser capazes de antecipar as necessidades dos utilizadores, ajustando automaticamente a temperatura, iluminação, segurança e, até mesmo, os aparelhos domésticos com base em padrões de comportamento”, sintetiza a marketing manager da Signify Portugal.

    Ainda que a AI esteja nos primeiros estágios de implementação da domótica o seu impacto será enorme. “Estamos a falar de uma mudança de paradigma. Até agora os sistemas de domótica exigiam uma configuração manual detalhada para criar cenários e automações. Com a IA essa barreira vai desaparecer. Imagine entrar em casa e simplesmente descrever como quer que ela funcione: “Quando eu chegar, quero que as luzes se acendam com uma intensidade suave, a temperatura ajuste para 22°C e a música ambiente comece a tocar”. A IA fará o resto, interpretando e programando os dispositivos de forma automática, sem necessidade de conhecimento técnico. Além disso, a IA não só executará comandos, mas aprenderá com os hábitos dos utilizadores. Se percebe que, durante o Inverno, o utilizador costuma aumentar a temperatura às 7h da manhã, o sistema começará a ajustar-se sozinho, garantindo conforto e eficiência energética sem qualquer esforço. O futuro da domótica será mais intuitivo, autónomo e acessível do que nunca”, explica João Lima de Sousa, chief sales officer da JUNG.
    “O momento actual tem tido um grande impacto na nossa actividade, porque a transição energética que Portugal está a viver e todo o investimento na electrificação para a descarbonização implica uma maior utilização da energia eléctrica e nós garantimos a sua melhor utilização, pelo que somos um actor muito relevante nesta transição. O impacto sente-se também de forma positiva, claro, ao aumentar as nossas perspectivas de negócio. O desenvolvimento da IA, que está e estará cada vez mais presente nas nossas soluções, também nos favorece e estamos a fazer uma aposta forte nesta tecnologia”, sustenta Aroa Ruzo, country manager Portugal da Schneider Electric.

    Procura crescente por casas inteligentes
    A expectativa é que este mercado cresça exponencialmente nos próximos anos, deixando de ser um “luxo” e passando a ser uma exigência, em especial em novos empreendimentos.
    “Os promotores imobiliários e clientes procuram soluções inteligentes, eficientes e seguras, que aumentem o valor dos imóveis e ofereçam diferenciação no mercado.
    Algumas das principais exigências que, em nosso entender, são as mais importantes na escolha de soluções de domótica passam pela optimização do consumo energético como resposta às exigências de certificação energética e sustentabilidade, pela iluminação inteligente, pela monitorização de consumos e pela integração com energias renováveis. Paralelamente, o sector imobiliário exige que os sistemas funcionem de forma intuitiva e sem complicações. Para isso, pedem protocolos universais, assistentes de voz e acesso remoto via app, que permite ao seu cliente controlar toda a casa através do seu smartphone independentemente do ponto do globo onde se encontre”, refere Filipe Morgado CEO da Morgado&Ca. Na opinião do responsável. No futuro, é muito provável que o sector imobiliário comece a ser mais exigente ao solicitar soluções que passarão a ser personalizadas de acordo com o perfil do comprador. “A domótica tornou-se um factor diferenciador na valorização de imóveis”, sustenta Filipe Morgado. E isso é válido também no mercado da reabilitação e renovação de imóveis, que está a crescer “impulsionado pela reabilitação urbana, pelos incentivos à eficiência energética e pela procura de maior conforto e segurança”, sustenta Filipe Morgado. Compreendendo o peso mercado a Morgado concebeu soluções de domótica adaptadas à reabilitação, com instalação sem cablagem, com recurso a APP própria para um controlo a partir de smartphone e com WiFi integrado.
    “O mercado de domótica em 2025 continuará a crescer de forma acelerada e as empresas que apostarem em soluções inteligentes, sustentáveis e interactivas vão destacar-se num sector cada vez mais competitivo. As principais tendências passam por uma domótica centrada na eficiência energética, pela segurança e protecção digital, conectividade com o 5G e o Wi-Fi 6 que irão acelerar o crescimento da automação residencial e comercial de forma acessível e escalável”, defende Filipe Morgado.
    Uma das mais recentes entradas no mercado de domótica nacional foi feita pela NOS. A NOS Smart Home comemorou um ano no final de 2024 com um balanço positivo, traduzido num total de 16 empreendimentos assinados e mais de 1700 casas inteligentes. A NOS Smart Home integra, na mesma solução de domótica, funcionalidades nas áreas de segurança, protecção, automação, eficiência energética e controlo. “No sector imobiliário, a domótica tornou-se um factor diferenciador essencial, especialmente em novos empreendimentos, onde a procura por soluções inteligentes tem vindo a crescer de forma significativa. Entre as principais exigências destacam-se a eficiência energética, com sistemas que optimizem o consumo de electricidade e climatização, reduzindo custos e promovendo a sustentabilidade. A conectividade e conveniência também desempenham um papel crucial. Do lado dos promotores é critico o tema do pós-venda e a NOS tem um diferencial importante a apresentar dado o seu histórico de servicing nas telecomunicações”, sublinha Diogo Serras Pereira, director Security and Smart Homes Solutions da empresa.
    “A domótica deixou de ser um privilégio exclusivo para novas construções. Com o avanço da tecnologia sem fios e soluções retrofit, modernizar uma casa ou apartamento nunca foi tão simples”, concorda João Lima de Sousa, da JUNG. Há poucos meses a empresa inaugurou o seu primeiro showroom nacional, em Lisboa, um investimento de peso cujos resultados superaram as expectativas, com o espaço a ser um ponto de encontro para arquitectos, promotores e designers. A marca prepara-se agora para inaugurar um segundo espaço, desta vez no Porto. “Mais do que um simples showroom, criámos um espaço onde os visitantes entendem o que significa ter um sistema de domótica premium. A inspiração para o showroom de Lisboa veio dos lofts nova-iorquinos: um ambiente sofisticado, urbano e minimalista. Este ano, vamos inaugurar um novo showroom no Porto. A estética será completamente diferente, com uma identidade única, mas por agora, mantemos o mistério”, adianta João Lima de Sousa.

    A IoT alavancada com IA
    Os assistentes de voz Alexa ou o Google Home aproximaram a IA da domótica, mas em breve a ligação da Internet das Coisas (IoT) e IA irá criar sistemas inteligentes que não respondem apenas a comandos, antes antecipam as necessidades de utilizadores. “Imagine um sistema que percebe, por si só, que tem visitas em casa e que tem que antecipar a renovação do ar e a temperatura do ar condicionado, sem nunca termos dado qualquer indicação para o fazer. Este é o tipo de evolução que a domótica terá”, exemplifica João Lima de Sousa da JUNG.
    “Em relação à IA no caso da NOS Smart Home, já é amplamente utilizada para melhorar a experiência dos utilizadores e aumentar o valor das soluções oferecidas. Um dos principais exemplos é a utilização de Video Analytics com AI, que reduz os falsos positivos em até 80%. Por exemplo, se o alarme estiver armado e uma aranha passar pela câmara, o sistema consegue identificar que não se trata de uma ameaça real e evita reporte desnecessário para cliente ou para central de monitorização. Outra funcionalidade é a utilização de avisos verbais dissuasores gerados por IA, que proporcionam um nível de segurança mais avançado. Se uma pessoa se aproximar da propriedade de forma suspeita, a câmara pode emitir um aviso descrevendo a roupa da pessoa e alertando que a polícia será chamada caso não se afaste, tornando a dissuasão mais eficaz ao parecer que é o próprio proprietário a falar”, exemplifica Diogo Serras Pereira.
    Além da segurança, a IA também contribui para a eficiência energética, através de notificações sobre alterações nos padrões de consumo de energia e água, permitindo que os utilizadores ajustem os seus hábitos para maior poupança e eficiência. Com base nos dados recolhidos, o sistema pode ainda fornecer recomendações personalizadas, sugerindo funcionalidades e cenários automatizados e alertando para armar o sistema quando se sai de casa, ajustando-se dinamicamente para proporcionar uma experiência mais personalizada e conveniente.
    “Com estas soluções, a IA não só torna as casas mais inteligentes, como também melhora a interacção dos utilizadores com o ecossistema de domótica, consolidando o crescimento deste sector nos próximos anos”, considera o director Security and Smart Homes Solutions da empresa.

    Iluminação inteligente
    No contexto da domótica, iluminação inteligente é uma das áreas mais procuradas. “A Signify tem integrado a IA e a Internet das Coisas (IoT) em várias soluções de iluminação inteligente, sejam elas de uso doméstico ou de nível profissional. A IA veio permitir optimizar o funcionamento dos dispositivos e recolher dados que permitem oferecer uma experiência mais personalizada e eficiente. A IoT permite que os dispositivos de iluminação e outros produtos Signify se conectem entre si e com outras plataformas, isso cria um ecossistema de dispositivos interconectados que podem ser controlados remotamente”, observa Fabíola Matos da Signify Portugal. “A Philips Hue é um dos exemplos mais populares de iluminação inteligente para utilização doméstica que se conecta à IoT. Usando a aplicação Hue é possível conectar o sistema de iluminação ao sistema de automação da casa, permitindo controlo de voz, ajustes automáticos de iluminação, e integração com outros dispositivos inteligentes (como termostatos e câmaras de segurança). A Signify também oferece soluções de iluminação inteligente com sensores que permitem ajustar a intensidade da luz com base na presença de pessoas ou na luminosidade ambiente”, refere Fabíola Matos. A plataforma Interact, ao nível de iluminação profissional ou a Interact Office, para escritórios, são algumas das soluções já disponibilizadas pela marca.
    A Signify oferece ainda soluções para a gestão eficiente de territórios, como o Interact City, que permite implementar sistemas de gestão para controlo de iluminação pública que pode ser monitorizado remotamente através de uma aplicação online centralizada. “Com esta solução, a Signify está a revolucionar as cidades, fornecendo não só iluminação pública inteligente e eficiente em termos energéticos, mas também os meios para fornecer serviços urbanos inteligentes que beneficiam positivamente o ambiente, a economia e os cidadãos”, observa Fabíola Matos. Através da iluminação pública urbana conectada é possível criar uma rede de sensores capazes de recolher dados para implementar as melhores soluções de IA. Os sensores nas luminárias públicas podem monitorizar a qualidade do ar e a temperatura, detectar sons, alertar os socorristas em tempo real, reduzindo a criminalidade e ajudando os cidadãos a sentirem-se mais seguros. Além disso, podem ser utilizados para simplificar a gestão do tráfego, oferecendo informações de trânsito em tempo real e estacionamento inteligente. A conversão de pontos de luz convencionais em LED pode reduzir substancialmente as emissões anuais de carbono. “As cidades inteligentes que levam a sério a sustentabilidade precisam de considerar os benefícios da iluminação conectada, tanto como um facilitador das capacidades de IA como uma solução sustentável”, defende Fabíola Matos.

    E a segurança?
    A maior interconectividade entre dispositivos e o crescente uso de tecnologia no dia a dia levam-nos a colocar a questão como se garante a segurança? “Com hardware robusto, software actualizado, encriptação forte e boas práticas dos utilizadores”, afirma Filipe Morgado. “Empresas que fornecem soluções de domótica devem apostar em dispositivos certificados, suporte contínuo e integração com protocolos seguros que garantam a interconectividade sem comprometer a protecção de dados”, subscreve o CEO da Morgado&Ca.
    Esta não é uma questão simples já que, seja por falta de conhecimento na matéria ou por uma percepção de insegurança, muitos proprietários afirmam não estar prontos para integrar um conjunto mais amplo de dispositivos inteligentes, como mostrou um estudo recente da Schneider Electric (ver caixa “Proprietários às avessas (e avessos) à tecnologia”).
    Para as empresas com quem falámos adoptam várias estratégias para garantir a segurança das suas soluções: criptografia avançada colaboração com especialistas em segurança para antecipar e mitigar riscos, protocolos robustos com arquitectura fechada. O director Security and Smart Homes Solutions da NOS, Diogo Serras Pereira, refere que os equipamentos de segurança utilizam o protocolo PowerG e os equipamentos de automação utilizam o protocolo Z-Wave.
    No caso da JUNG “os nossos sistemas, como o KNX e o JUNG Home, utilizam encriptação AES-128, um dos padrões mais seguros do mundo, amplamente utilizado em sistemas bancários e militares. Com o JUNG Home integramos um sistema de emparelhamento seguro que impede a conexão de dispositivos não autorizados”, explica João Lima de Sousa. “Com a evolução da IA, da IoT e da Cibersegurança, a domótica está a entrar numa nova era, onde os sistemas estão cada vez mais intuitivos integrados e fiáveis”, resume João Lima de Sousa.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Estudo: Proprietários às avessas (e avessos) à tecnologia

    Um estudo da Schneider Electric focou-se nos comportamentos, obstáculos e prontidão para adoptar soluções de poupança de energia. Este ano, e pela primeira vez, o inquérito explorou as atitudes em relação à Inteligência Artificial. O estudo tem por base um inquérito realizado junto de 13 mil pessoas, em 11 países

    A Schneider Electric, divulgou no início deste ano a terceira edição do seu inquérito aos consumidores no white paper “Evolving home energy consumption: Intentions, actions and hurdles to greater home energy efficiency”. O estudo tem por base um inquérito realizado junto de 13 mil pessoas, em 11 países (não incluindo Portugal). Ainda que o documento se foque nas questões relacionadas com eficiência energética doméstica, o mesmo revela ainda comportamentos e opiniões face à sustentabilidade e ao uso da tecnologia de casas inteligentes e ao papel que a IA pode

    O estudo da Schneider Electric focou-se nos comportamentos, obstáculos e prontidão para adoptar soluções de poupança de energia. Este ano, e pela primeira vez, o inquérito explorou as atitudes em relação à Inteligência Artificial (IA).

    “Nos últimos 18 meses assistimos a uma explosão na gama de plataformas de inteligência artificial (IA) disponíveis para o utilizador diário. De plataformas de conteúdo generativo, como ChatGPT, a previsões baseadas em IA em mecanismos de pesquisa populares, a tecnologia que antes era vista como uma reserva de filmes de ficção científica é agora um produto básico do dia a dia”, justifica o estudo da Schneider. Mas apesar de reconhecerem o papel da IA na melhoria da automação e, consequentemente, o seu impacto na maior eficiência energética e conforto dos utilizadores, isso não quer dizer que os proprietários estejam prontos para integrar um conjunto mais amplo de dispositivos inteligentes.

    “A pesquisa descobriu que 44% dos consumidores não estariam dispostos a confiar na IA para gerir automaticamente as tarefas domésticas, enquanto 41% disseram que queriam evitar a IA ‘tanto quanto possível’”. Para além disso, 52% acredita que a tecnologia doméstica inteligente é demasiado dispendiosa, apesar de as casas conectadas poderem permitir poupanças de energia de até 22%.

    Mas à medida que a IA se torna uma faceta cada vez mais omnipresente na nossa vida quotidiana, poderá a familiaridade eventualmente levar a uma maior disponibilidade entre os proprietários para adoptar alguma IA em casa? A conscientização e a educação sobre novas tecnologias são fundamentais para que os consumidores as adoptem sem medo, conclui o estudo.

    Ao CONSTRUIR a empresa sublinha o grande investimento em inovação, para fazer evoluir a digitalização como a conhecemos. “A nossa visão implica a gestão dos edifícios como ativos em plataformas que recriam gémeos digitais dos mesmos, com a intenção de reduzir os custos energéticos durante o funcionamento e a utilização dos edifícios. O maior ‘boom’ tecnológico terá a ver com a continuidade dos dados, o tratamento e a análise dos dados e a utilização da IA”, afirma Aroa Ruzo, country manager Portugal da Schneider Electric.

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    OBO Bettermann reforça estratégia no mercado

    A OBO Bettermann continua a inovar e a reforçar a sua presença no mercado português, apostando em soluções tecnológicas e sustentáveis que acompanham a evolução da construção moderna. Conversámos com Pedro Faria, director-geral da empresa em Portugal, para perceber como a marca está a responder às novas exigências do sector

    Em Portugal, a OBO Bettermann tem reforçado a sua aposta em novas tecnologias e na digitalização, oferecendo produtos e serviços que garantem eficiência, segurança e respeito pelo meio ambiente, como nos contou Pedro Faria, director-geral da OBO Bettermann em Portugal

    Qual a resposta que a OBO está a entregar em termos de desenvolvimento de produtos e soluções que vão de encontro às novas exigências do mercado, no que diz respeito a tecnologia, automação e inovação, e com foco nas estruturas dos edifícios?
    A sustentabilidade é uma prioridade no desenvolvimento dos nossos produtos. Recentemente, introduzimos caixas de encastrar fabricadas com materiais reciclados de alta qualidade, reduzindo significativamente o impacto ambiental e contribuindo para a eficiência dos edifícios.
    Além da inovação em produtos, apostamos também na digitalização e no suporte técnico. A nossa nova aplicação myOBO disponibiliza catálogos e ferramentas de planeamento de forma intuitiva e acessível, permitindo que os profissionais tenham acesso a informações essenciais em qualquer momento e lugar, optimizando o processo de selecção e instalação dos produtos.

    Que impactos a OBO pretende trazer com estes produtos e soluções que se enquadram nas exigências tecnológicas, automação e inovação dos edifícios?
    Além da vertente ambiental, as nossas soluções destacam-se pela facilidade e rapidez de instalação. Isso permite agilizar projectos e obras, assegurando o cumprimento de prazos e o controlo de custos, factores essenciais para a eficiência do sector.

    Qual é a perspectiva de crescimento da OBO no mercado português, tendo em conta o seu posicionamento actual e as áreas em que actuam e onde desejam expandir?
    A OBO Bettermann vê um forte potencial de crescimento no mercado português. Com a economia nacional a demonstrar sinais positivos de recuperação, estamos preparados para capitalizar as oportunidades emergentes e reforçar a nossa presença no sector.Apostamos no desenvolvimento de novas soluções que não só facilitam e aceleram o trabalho diário dos profissionais, mas também se adaptam às necessidades específicas do mercado local. Esta abordagem permite-nos oferecer produtos cada vez mais eficientes e alinhados com as exigências da construção moderna e sustentável.
    Nos últimos anos temos feito um grande esforço na área das protecções de descargas atmosféricas, é uma área onde a OBO tem um grande know how e promove uma solução que é a mais em linha com as normas internacionais. Temos um cuidado extremo com a integração na arquitectura dos edifícios e estruturas.

     

    Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

    Manuela Sousa Guerreiro

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    Native.Garden
    Imobiliário

    Belas Clube de Campo lança Native.Garden: “Um jardim dentro de um jardim”

    Segundo o arquitecto Miguel Saraiva, “o conceito deste espaço é único na simbiose que oferece a quem lá habita. É um jardim dentro de um jardim”. A conclusão do Native.Garden está prevista para o primeiro trimestre de 2027

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    O Belas Clube de Campo acaba de anunciar mais um empreendimento Native. Composto por apenas 17 apartamentos, que asseguram uma vivência “verdadeiramente exclusiva e única”, com tipologias que variam entre o T1 e o T4, o Native.Garden conta com amplas áreas e varandas, jardins, zonas comuns de convívio e uma piscina.  Desenvolvido pela Kronos Homes, o projecto de arquitectura está a cargo do gabinete do arquitecto Miguel Saraiva. A comercialização está a cargo da Porta da Frente Christie’s.

    O projecto procurou combinar a modernidade do edifico com a paisagem envolvente, num condomínio fechado com jardim e piscina, que se destaca pela “privacidade e exclusividade”, numa localização única dentro do masterplan do Belas Clube de Campo.

    A organização do espaço interior prima pelo conforto e aproveitamento das vistas, com uma ligação muito presente no chamado triângulo social: Sala-Cozinha-Varanda, fomentando o convívio e o aproveitamento do espaço exterior.

    Para os que procuram ainda mais exclusividade existem três unidades únicas “Exclusive Garden” que oferecem um amplo jardim de 432 metros quadrados com uma piscina privada ou um terraço de 255 metros quadrados e piscina.

    “O conceito deste espaço é único na simbiose que oferece a quem lá habita. O jardim e a piscina do Native.Garden oferecem um equilíbrio perfeito entre o espaço público e privado, constituindo uma mais-valia extraordinária. É um jardim dentro de um jardim, um empreendimento único na Grande Lisboa” afirma Miguel Saraiva, CEO fundador e arquitecto Saraiva + Associados.

    As novas famílias do Native.Garden têm disponíveis todos os serviços do Belas Clube de Campo como vigilância 24 horas/dia, uma escola (Jardim-Escola João de Deus de Belas), restaurantes, minimercado, healthclub (ONYU), golfe, ténis, padel, lavandaria, parafarmácia, entre outros.

    A conclusão do Native.Garden está prevista para o primeiro trimestre de 2027.

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