APA dá luz verde ao prolongamento do Metro até Alcântara
Ainda que “condicionada”, o Metro de Lisboa indica que “as medidas de mitigação estabelecidas pela APA não incidem sobre o traçado previamente submetido no RECAPE, pelo que este investimento irá ser concretizado nos moldes previstos e amplamente divulgados”

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A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu Declaração de Conformidade Ambiental favorável condicionada do Projecto de Execução (DCAPE), referente ao prolongamento da linha Vermelha do Metropolitano de Lisboa entre S. Sebastião e Alcântara. Esta decisão constitui um marco importante na materialização do projeto, permitindo que a consignação da empreitada se efectue, previsivelmente, no primeiro semestre de 2025.
As condicionantes e medidas de mitigação estabelecidas pela APA não incidem sobre o traçado previamente submetido no Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE), pelo que este investimento estruturante de novos padrões de mobilidade sustentável irá ser concretizado nos moldes previstos e amplamente divulgados.
O Metropolitano de Lisboa, na qualidade de dono da obra, em articulação com a entidade executante, irá assegurar o cumprimento das condições definidas pela APA, que acompanhará de forma contínua o desenvolvimento das actividades durante a execução do projecto.
O prolongamento da linha Vermelha entre S. Sebastião e Alcântara terá uma extensão de cerca de quatro quilómetros e contará com quatro novas estações: Campolide/Amoreiras, Campo de Ourique, Infante Santo e Alcântara.
Este investimento, associado aos demais investimentos incluídos no Plano de Expansão e Modernização da rede do Metropolitano de Lisboa (linha Circular, construção da linha de Metro Ligeiro de Superfície Loures/Odivelas, novo sistema de sinalização ferroviária CBTC e aquisição de nova frota de material circulante) “contribui decisivamente” para reorganizar a mobilidade metropolitana, com efectivo aumento dos clientes do transporte público e diminuição de utilização de transporte individual, permitindo ganhos médios de tempos de percurso de 72% e uma redução de 6,2 mil toneladas de CO2 no primeiro ano de operação.