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    Fonte: site da Topeca

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    Topeca apresenta a nova gama Kaltech

    Sendo “natural e sustentável”, a Topeca destaca como principais vantagens da argamassa o facto de ser “altamente permeável, poroso na sua estrutura interna, compatível química e mecanicamente e com capacidades de captação e reação ao CO2”

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    Topeca apresenta a nova gama Kaltech

    Sendo “natural e sustentável”, a Topeca destaca como principais vantagens da argamassa o facto de ser “altamente permeável, poroso na sua estrutura interna, compatível química e mecanicamente e com capacidades de captação e reação ao CO2”

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    100% à base de Cal Hidráulica Natural (NHL), a nova gama Kaltech apresenta oito novos produtos, em resultado de um processo de três anos de pesquisa e desenvolvimento e cuja apresentação oficial decorreu na edição de 2024 da Tektónica, em Lisboa.

    Sendo “natural e sustentável”, a Topeca destaca como principais vantagens da argamassa o facto de ser “altamente permeável, poroso na sua estrutura interna, compatível química e mecanicamente e com capacidades de captação e reação ao CO2”.

    “Na gama Kaltech estão juntas a tecnologia do futuro com o ligante mais tradicional e amigo do ambiente, naquilo a que chamam um regresso ao futuro”, destaca a empresa em comunicado.

    A utilização da NHL permite a aplicação “fácil e rápida” dos produtos, que foram pensados para a reabilitação de edifícios históricos, mas, também, na sustentabilidade da construção nova. Além disso, foi, também, formulada a pensar nas diferentes soluções que contribuem para o bem-estar dos edifícios e das pessoas, promovendo a “melhoria da qualidade do ar interior” e na protecção de microorganismos e alergénicos.

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    Portas do Mar

    Arquitectura

    “Portas do Mar” e “Casa do Quintal” vencem XIII Prémio Secil Arquitectura

    Pela segunda vez na história do prémio, organizado conjuntamente pela Secil e pela Ordem dos Arquitectos, são seleccionados dois projectos em simultâneo: “Portas do Mar”, do arquitecto João Luís Carrilho da Graça, e “Casa do Quintal”, projectada pelo arquitecto Miguel Marcelino

    O XIII Prémio Secil Arquitectura é atribuído ex-aequo às obras “Portas do Mar”, um projecto de requalificação de espaço urbano e parque de estacionamento em Lisboa, da autoria do arquitecto João Luís Carrilho da Graça, e “Casa do Quintal”, situada na Lamarosa, Torres Novas, projectada pelo arquitecto Miguel Marcelino.

    Casa do Quintal

    Pela segunda vez na história do prémio, organizado conjuntamente pela Secil e pela Ordem dos Arquitectos, são seleccionados dois projectos em simultâneo. Destacados quer pela importância da grande escala em espaço urbano colectivo quer pela microescala em dimensão doméstica rural, o júri reconheceu a inovação no domínio público das Portas do Mar e a contribuição para a regeneração de territórios abandonados, promovendo um futuro sustentável da Casa do Quintal.

    Para Otmar Hübscher, CEO da Secil, “estes Prémios revelam o grande potencial da reabilitação urbana na aplicação de soluções sustentáveis, tanto em projectos de menor dimensão como em requalificações de espaços urbanos relevantes”.

    Carrilho da Graça

    “Na escolha dos premiados destaca-se a qualidade e inovação patente em escalas e contextos completamente diferentes, a regeneração do espaço urbano e rural, a generosidade para com a história e com a memória dos lugares, assegurando resultados de excelência para os seus fins específicos”, refere Manuel Aires Mateus, presidente do Júri.

    Esta é a segunda vez que João Luís Carrilho da Graça recebe o Prémio Secil Arquitectura. O arquitecto tinha arrecadado este galardão em 1994, com o seu projecto para a Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa.
    Por sua vez, Miguel Marcelino recebeu o Prémio Secil Universidades Arquitectura, em 2005, com o projecto das Piscinas do Beato, em Lisboa.

    Miguel Marcelino

     

    As candidaturas ao XIII Prémio Secil Arquitectura foram lançadas no final de 2021. O regulamento previa a candidatura de até duas obras por autor, de edifícios e conjuntos arquitectónicos concluídos durante os anos de 2017 a 2021 inclusive, em qualquer país europeu, que utilizem o betão armado como elemento predominante das suas estruturas resistentes e sejam paradigmáticas no respeitante a inovação e sustentabilidade. Foram submetidas a concurso cinquenta e oito projectos, tendo o Júri destacado a qualidade geral das obras apresentadas.

    Atribuído desde 1992, este galardão visa promover o reconhecimento público de autores de obras que, incorporando o material primordial da actividade da Secil – o cimento – constituam peças significativas no enriquecimento da arquitectura portuguesa, distinguindo, quadrienalmente, a excelência na arquitectura nacional.

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    Associados da ASMIP beneficiam do portal Habitar Portugal de forma gratuita

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional

    Os mediadores associados da ASMIP já podem, de forma gratuita, colocar anúncios no portal Habitar Portugal. A novidade foi anunciada no Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2024), que se realizou na primeira semana de Maio, em Lisboa.

    A iniciativa, que se destina a “aumentar o tráfego do portal imobiliário”, alargando este serviço a todas as empresas de mediação, vai permitir, também, “mudar o paradigma” na promoção dos imóveis no mercado nacional.

    Destinado exclusivamente a anúncios imobiliários colocados por mediadores profissionais, legalmente licenciados pelo IMPIC – Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção – na génese da criação do Habitar Portugal está a vontade da ASMIP de criar ferramentas de valor, que respondam às necessidades do sector da mediação na promoção e divulgação das suas carteiras de imóveis para venda e arrendamento, permitindo aos consumidores obter acesso a informação credível, prestada apenas por profissionais habilitados e com conhecimento absoluto do negócio e das transacções imobiliárias.

    Francisco Bacelar, vice-presidente da ASMIP, destaca: “O anúncio da gratuitidade, por um período determinado, levou ao aumento da procura do serviço por parte dos associados, mas também ao aumento do número de sócios”.

    Com esta postura a ASMIP assegura sempre a gestão e a propriedade do portal, permitindo “independência da classe” sobre os portais puramente comerciais, fornecendo ao mercado um portal fidedigno onde só entram anunciantes credíveis e devidamente licenciados, ou seja, mais garantia para o consumidor final.

    A plataforma Habitar Portugal permite pesquisa imóveis tanto para compra, como para arrendamento, e pela sua localização. Nos resultados da pesquisa o portal dá prioridade à lista dos resultados com apoio de geolocalização com representação em mapa, trazendo mais informação ao utilizador e melhor suporte à pesquisa. Permite delimitar área geográfica, informa sobre pontos de interesse e permite a distribuição dos imóveis no mapa com representação de preços.

    O utilizador do Habitar Portugal pode guardar pesquisas, criar alertas de redução de preços e explorar uma área privada com dezenas de funcionalidades pensadas para ajudar na pesquisa e selecção de casas. A área privada permite, ainda, configurar o perfil do utilizador, aceder e guardar pesquisas, criar colecções, receber notificações do sistema e ainda convidar os seus familiares e amigos a participar e interagir.

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    Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitectos

    Arquitectura

    Arquitectos reúnem com o Governo para defender alterações ao Simplex Urbanístico

    Em comunicado, a Ordem defende que deve existir estabilidade jurídica, pelo que não defende uma revogação dos diplomas e portarias apresentados pelo anterior executivo, em Janeiro deste ano, mas antes uma revisão que resolva os problemas imediatos e incorpore as soluções que a classe profissional já delineou

    A ineficácia do Simplex Urbanístico esteve em particular evidência na reunião estabelecida entre os responsáveis da Ordem dos Arquitectos e a secretaria de Estado da Habitação, um encontro onde Avelino Oliveira recordou que os três primeiros meses de aplicação do decreto permitem concluir que não existem ganhos quanto à morosidade já existente nos processos e que continua a verificar-se o incumprimento de prazos.

    A comitiva liderada pelo presidente dos arquitectos partilhou, junto de representantes de Patrícia Gonçalves Costa, as preocupações da OA quanto às alterações introduzidas pelo Simplex ao Regime Jurídico da Urbanização e Simplificação (RJUE). A proposta da OA, agora entregue ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação, é que “o Governo de Portugal realize uma rápida, mas assertiva alteração”, agilizando a legislação, revendo regulamentos, garantindo a uniformização de processos a nível nacional.

    Em comunicado, a Ordem defende que deve existir estabilidade jurídica, pelo que não defende uma revogação dos diplomas e portarias apresentados pelo anterior executivo, em Janeiro deste ano, mas antes uma revisão que resolva os problemas imediatos e incorpore as soluções que a classe profissional já delineou.

    Os arquitectos defendem que, em vez do controlo prévio por parte dos municípios, exista maior responsabilização dos técnicos. Mas, alerta a OA, “a substituição do princípio do controlo público pelo da autorresponsabilização teve como consequências um ecossistema de funcionamento com mais riscos de incumprimento de regras e normas”. Assim, sugere a Ordem, tendo em conta a responsabilização de técnicos e entidades e o fortalecimento da fiscalização sucessiva, a legislação tem de ser mais ágil. A simplificação exige um planeamento urbano mais robusto, com a revisão do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, bem como seguros de responsabilidade civil adequados (falta publicar portaria, prevista desde 2009), além de sistemas de fiscalização eficazes.

    No documento agora apresentado na secretaria de Estado da Habitação, a Ordem dos Arquitectos chama também a atenção para a urgência de serem revistos os regulamentos municipais, onde subsistem normas nulas face ao simplex, e sugere a reintrodução de artigos que teriam sido retirados sem acautelar a sua substituição.

    É também necessário prosseguir com toda a energia na implementação da plataforma digital única (PEPU) para submissão de processos urbanísticos em todo o país, que diminuirá a carga burocrática e uniformizará procedimentos, prevista já para 2025 e que, segundo a OA, fica a sensação de que “os prazos começam a ficar comprometidos”.

    Por outro lado, sem prejuízo da recente atualização da Portaria relativa a cedências para o domínio público, estão ainda por clarificar as regras de afetação das áreas destinadas a habitação pública, de custos controlados ou para arrendamento acessível, face ao seu impacto no dimensionamento das infraestruturas existentes, no estacionamento e no possível incumprimento de parâmetros definidos em PDM.

    Relativamente à Habitação, a Ordem dos Arquitectos alerta também que “o modelo legislativo seguido nas iniciativas Mais Habitação e Simplex Urbanístico, de alteração simultânea de vários diplomas, não contribuiu para a visão integrada e valorativa do planeamento, do urbanismo, das políticas de cidade e do território necessárias para superar as falhas graves de experiências anteriores como o Programa Especial de Realojamento.”

    Nesse sentido, espera-se que o programa Construir Portugal possa contribuir para suprir fragilidades existentes. As Cartas Municipais de Habitação, por exemplo, estão atrasadas e excedem, em muitos casos, a capacidade técnica e administrativa das equipas dos municípios.

    “As cartas municipais pressupõem uma política de habitação municipal, objetivo mais difícil de atingir no contexto de elevadas assimetrias entre os vários municípios do país. Tendo em conta que no Programa Construir Portugal se aborda o reforço financeiro desta programação, o assunto ganha ainda maior relevância”, conclui o documento da OA.

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    Câmara de Penafiel vai investir 4,7M€ na construção e requalificação de Centros de Saúde

    Para Daniela Oliveira, vereadora com o Pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Penafiel, “para responder a estes desafios, e no âmbito da transferência de competências da Saúde para o município, procuramos desde logo, desenvolver todos os mecanismos para responder a todas as necessidades, sempre em articulação com a ARSNORTE e o ACES TÂMEGA II Vale do Sousa Sul.”

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    A Câmara Municipal de Penafiel vai investir 4,7 milhões de euros num conjunto de obras que procuram, de acordo com os responsáveis municipais, responder aos “importantes desafios associados à evolução das necessidades em saúde e ao aumento das exigências e expectativas da população”.

    Em comunicado, o executivo municipal explica que se trata da construção de mais um Centro de Saúde, junto à futura Central de Transportes, em Novelas, e requalificar o atual Centro de Saúde da cidade, junto à Escola D. António Ferreira Gomes, num investimento total de cerca de 4,7 milhões de euros, com financiamento Municipal e do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência).

    Para Daniela Oliveira, vereadora com o Pelouro da Saúde da Câmara Municipal de Penafiel, “para responder a estes desafios, e no âmbito da transferência de competências da Saúde para o município, procuramos desde logo, desenvolver todos os mecanismos para responder a todas as necessidades, sempre em articulação com a ARSNORTE e o ACES TÂMEGA II Vale do Sousa Sul.”

    O futuro Centro de Saúde de Penafiel irá integrar a Unidade de Saúde Familiar de S. Martinho, o Centro de Diagnóstico Integrado (CDI), os serviços de Saúde Oral e ainda o Centro de Diagnóstico Pneumológico (CDP). O valor total da obra é de cerca de 3 milhões de euros, com uma comparticipação PPR a rondar os 2 milhões de euros e um investimento municipal na ordem de 1 milhão de euros.

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    Mota Engil – Eng. Carlos Mota Santos

    Construção

    Mota-Engil assegura contratos de 350M€ na América Latina

    Com estes contratos, a Mota-Engil acumula cerca de 420 milhões de euros de novos contratos angariados em 2024 no Peru, neste que é um dos seus mercados core

    Ricardo Batista

    A Mota-Engil anunciou, esta quinta-feira, o reforço da sua carteira de negócios na América Latina por via da assinatura de dois novos contratos no Peru, avaliados em mais de 350 milhões de euros.

    Segundo adianta a empresa, em comunicado veiculado pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), as participadas naquele mercado celebraram dois novos contratos, no valor de cerca de 150 milhões de euros, com o
    estado peruano. Um dos contratos está relacionado com a construção de uma ponte rodoviária na província de San
    Martin, com um prazo de execução de 36 meses, sendo o segundo contrato relativo ao serviço de manutenção de
    uma rede viária na província de Juliaca – Puno com uma extensão total de 450 Km, tendo uma duração prevista de
    60 meses.

    Com estes contratos, a Mota-Engil acumula cerca de 420 milhões de euros de novos contratos angariados em 2024 no Peru, neste que é um dos seus mercados core. Adicionalmente, a Mota-Engil angariou também diversos novos contratos de infraestruturas na região que totalizam 200 milhões de euros, reforçando assim a sua presença na América Latina, mercado estratégico e no qual o Grupo detinha, até Março, uma carteira de encomendas de 4,2 mil milhões de euros.

    A empresa fechou o primeiro trimestre com uma carteira de encomendas de 14,2 mil milhões de euros, revelou a Mota-Engil na apresentação dos resultados do primeiro trimestre, em que obteve um lucro de 20 milhões de euros, o melhor resultado de sempre do grupo neste período.

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    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    Gaia Hills

    Imobiliário

    Comercialização do ‘Gaia Hills’ avança ainda em Maio

    A morosidade do licenciamento e a conjuntura internacional levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por m2. Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron

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    O empreendimento Gaia Hills, em Vila Nova de Gaia, vai começar a sua comercialização ainda no mês de Maio, com o início da construção apontada para o último trimestre do ano. Uma confirmação avançada esta quinta-feira, dia 23 de Maio, na ocasião da apresentação oficial do projecto, que decorreu no World of Wines, em Vila Nova de Gaia e que contou com a presença de António Miguel Castro, presidente da Gaiaurb, de Pedro Silveira, presidente do Grupo SIL, e ainda de arquitecto Paulo de Sousa, em representação do gabinete de arquitetura da Saraiva + Associados, responsável pelo projecto.

    Promovido pelos promotores Thomas & Piron e pela Promiris, o ‘Gaia Hills’ é um projecto direccionado para famílias e para o segmento médio / médio-alto que vai contemplar a construção de oito edifícios com 4 e 5 pisos, divididos em quatro lotes, num total de 251 apartamentos de tipologias de T1 a T5.

    “A morosidade dos processos de licenciamento levou a que só agora estivéssemos em condições de iniciar a construção do Gaia Hills, passados que estão seis anos da sua aquisição. Este facto a par da conjuntura internacional que bem conhecemos, levou-nos a ter de fazer ajustes ao valor de venda por metro quadrado (m2). Vamos, contudo, colocar no mercado 251 apartamentos para a classe média, que é o principal core business da Thomas & Piron”, afirma David Carreira, da Thomas & Piron.

    As dimensões dos apartamentos variam entre 62 m2 (T1) e 278 m2 (T5) e o preço médio de venda será de 4.800 €/ m2. Todas as fracções beneficiarão de áreas de terraço amplas com uma vista deslumbrante para o rio Douro, para a cidade do Porto ou para o Parque Urbano de Lazer a Sul.

    Com uma área total de construção a rondar os 30.500 metros quadrados (m2) será, numa primeira fase, construída uma área residencial de 16.200 m2, 640 m2 de área comercial e 9.100 m2 de parques de estacionamento subterrâneo, áreas técnicas e arrecadações, dos quais 1.600 m2 serão dedicados a um parque de estacionamento de uso público.

    Na segunda fase, será construída uma área total de construção residencial de 15 mil m2 e de 6.600 m2 subterrâneos para parques de estacionamento, áreas técnicas e arrecadações.

    O início da construção da primeira fase está previsto para o quarto trimestre de 2024 e a sua conclusão para o final de 2026. O início da construção da segunda fase está planeado para 2027, com previsão de início de comercialização cerca de três meses antes, e a sua conclusão em 2029.

    Situado em plena zona ribeirinha, entre um parque de aproximadamente três hectares e o rio Douro, está ainda prevista a construção de uma praça central denominada de Ágora. A Sul, as áreas verdes serão transformadas num parque natural, que será posteriormente cedido ao município para utilização pública.

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    Remax Portugal: Mês de Abril foi o que registou maior número de transacções

    Entre Janeiro e Abril, a rede mediadora alcançou um total de volume de preços na ordem dos 1,99 MM€, relativos às 21.422 transacções, com o mês de Abril a registar um incremento de 21% em volume de preços e 20% no número de transacções face ao período homólogo

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    Nos primeiros quatro meses do ano, a Remax Portugal fechou com um volume de preços de cerca de 1,99 mil milhões de euros, relativos a 21 422 transacções. Destes valores, 4942, ou seja, 23.1%, corresponderam ao arrendamento e 16480, na ordem dos 76,9%, relativos a compra e venda de imóveis.

    Estes resultados permitiram à empresa fechar este período com um aumento do volume de preços, na ordem dos 9,5%, e no número total de transacções (5,5%) quando comparado com igual período homólogo. Destaca-se, ainda, o mês de Abril como o “mais dinâmico”, com um aumento de 20% no número de transacções e 21% em volume de preços.

    Neste período, assistiu-se a um reforço da participação dos clientes nacionais, com a Remax a transaccionar mais 9% do total de imóveis face ao ano anterior. Entre os investidores estrangeiros, os brasileiros reforçaram a sua posição de liderança entre aqueles que mais negoceiam em imobiliário. Destaque, ainda, para os clientes norte-americanos, já bem próximos de serem a segunda nacionalidade estrangeira. Nos primeiros quatro meses do ano, o número de transações imobiliárias com esta nacionalidade cresceu 3%.

    Numa análise por distrito e apenas considerando aqueles que registaram mais de 200 transacções, o distrito de Lisboa representou mais de um terço das transacções (35,1%) nos primeiros quatro meses do ano, o que demonstra bem o enorme peso que representa na rede.

    Coimbra e Braga foram outros dos distritos que registaram crescimentos acima dos 20%, concretamente 27,4% e 24%, respectivamente. Já Viseu cresceu 15,2% no número de transacções face a igual período de 2023 e o Porto foi o distrito que consolidou a segunda posição nacional com quase 2.900 transacções.

    Face ao período homólogo, registou-se um decréscimo do peso dos apartamentos nas transações da rede, colmatado pelo aumento verificado nas moradias, pelo que os imóveis habitacionais continuaram a representar cerca de 80% das transacções. Já os terrenos, tradicionalmente a terceiro tipo de imóvel mais movimentado, manteve o seu peso praticamente inalterado.

    “A julgar pelas tendências que vão sendo mais claras, esperamos que o ano de 2024 seja sinónimo de um reforço da posição de liderança no mercado por parte da nossa rede, com um crescimento na ordem dos dois dígitos, quer em facturação, quer em transacções”, afirma Manuel Alvarez, presidente da Remax Portugal.

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    Adecco Recruitment lança guia salarial para sector da construção

    “A nossa análise revela a importância de competências digitais e comportamentais, comunicação aberta, trabalho flexível e inclusão de colaboradores mais seniores, como pilares para um ambiente de trabalho mais “harmonioso e produtivo””, refere Bernardo Samuel, Adecco Recruitment director

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    A especialista em soluções de Recursos Humanos, Adecco, divulgou esta quinta-feira, dia 23 de Maio, o seu Guia Salarial da área de recrutamento especializado, para o sector da Construção, para o ano de 2024.

    O documento apresenta uma análise detalhada das tendências salariais, em Lisboa e no Porto, para as várias funções dentro destes sectores, assim como, as competências e benefícios mais valorizados e as perspectivas do mercado de trabalho.

    Desta forma, este estudo foi desenvolvido em resposta aos desafios enfrentados desde 2023, incluindo a inflação elevada, a crise energética mundial e as políticas restritivas dos bancos centrais, factores esses que têm contribuído para uma desaceleração do crescimento económico global, prevendo-se uma redução de 3,5% em 2022 para 3% em 2023 e 2024. Neste contexto, as empresas enfrentam dificuldades significativas na atracção e fidelização de talentos, exigindo estratégias robustas para superar esses obstáculos.

    “Neste período de transformação acelerada, é essencial que as empresas adoptem estratégias inovadoras de empregabilidade. Este Guia não só destaca as tendências salariais, mas também fornece uma orientação clara sobre como as organizações podem atrair e fidelizar talentos qualificados, uma vez que a nossa análise revela a importância de competências digitais e comportamentais, comunicação aberta, trabalho flexível e inclusão de colaboradores mais seniores, como pilares para um ambiente de trabalho mais harmonioso e produtivo, refere Bernardo Samuel, Adecco Recruitment Director.

    Neste sentido, o Guia identifica cinco tendências fundamentais às quais as empresas devem estar atentos. Em primeiro lugar, há um défice de competências persistente, com 38,5% dos candidatos a acreditarem que os empregadores têm requisitos irrealistas, enquanto seis em cada 10 trabalhadores precisarão de uma actualização de competências até 2027. A dimensão da Great Resignation continua a ser uma variável incerta, com 26% dos colaboradores a indicarem que pretendem mudar de emprego no espaço de 12 meses, sublinhando a necessidade de melhores estratégias de retenção de talentos.

    O trabalho híbrido, por sua vez, mantém-se como uma tendência forte, com 39% dos profissionais a trabalharem num ambiente híbrido até ao final de 2023, reflectindo a procura por um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

    O fenómeno do ghosting no mercado de trabalho também se destaca, com 62% dos trabalhadores a relatar terem sido alvo de ghosting por parte dos empregadores e 25% dos candidatos a emprego a admitirem ter praticado ghosting. Por fim, observa-se um crescimento do unretirement, com mais pessoas entre os 50 e os 64 anos a regressar ao mercado de trabalho, impulsionadas pela escassez de mão-de-obra e pela inflação.

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    Lisbon Design Week com ênfase na criação nacional

    Lisboa acolhe até 26 de Maio a segunda edição da Lisbon Design Week (LDW). Serão mais de 80 os espaços seleccionados que irão participar num evento que funde design, arte e ofícios. O programa a de actividades é extenso e terá como tema comum o design e os materiais de origem portuguesa

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    Decorre até 26 de Maio a segunda edição da Lisbon Design Week. À semelhança da primeira edição, o evento quer mostrar o que de melhor se faz nas áreas do design e do artesanato contemporâneo em Portugal.

    Durante cinco dias, somos, visitantes e residentes, convidados a percorrer um roteiro extenso, que inclui 80 espaços espalhados pelos vários bairros da cidade, numa organização própria para atender à LDW: Estrela; Lapa & Santos; Infanto Santo & Alcântara; Campo de Ourique & Rato; Príncipe Real; Chiado & Bairro Alto; Alfama, Graça & Anos; Saldanha & Arroios; Avenida da Liberdade; e Belém.

    Para esta edição foram seleccionados atelieres, estúdios criativos, lojas, galerias, gabinetes de arquitectura e de design de interiores, escolas e hotéis. Numa multiplicidade de espaços e autores “desafiados a destacar peças de design português e materiais de origem portuguesa”, o que gerou colaborações únicas entre artistas, designers, artesões, arquitectos e marcas. Este “cruzamento entre o design e as artes e ofícios”, traduzir-se-á em exposições, masterclasses, talks, workshops, lançamento de novas peças e produtos.

    Atender à LDW obriga, pois, a aceitar um convite para palmilhar as ruas da capital e descobrir os diferentes espaços.

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    NBS Summit com programa extenso

    Até ao final desta semana o NBS Summit Urban Edition trará à cidade do Porto alguns dos maiores especialistas, académicos e lideres do sector para debater temas como a conservação dos ecossistemas urbanos, as infraestruturas verdes, a eficiência energética ou a gestão da água 

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    Durante os dois dias do evento, a 23 e 24 de Maio, a Super Bock Arena será palco de partilha e debate dos principais focos das metas europeias de sustentabilidade para o ambiente urbano construído. Um leque de especialistas, académicos e líderes do sector abordarão temas cruciais como a conservação de ecossistemas urbanos, infraestruturas verdes, gestão sustentável de águas pluviais, eficiência energética e energias renováveis, com o intuito de partilharem as suas ideias e soluções para tornarem as nossas cidades mais sustentáveis, biodiversas, resilientes e verdes.
    O arquitecto paisagista Kongjin Yu é o nome mais sonante. Yu é reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho inovador na criação de espaços urbanos que harmonizam de forma única a natureza e a função humana nomeadamente pelo conceito Sponge Cities que visa enfrentar os desafios de inundações urbanas e escassez de água por meio de infraestruturas naturais e sustentáveis. Mas o evento trará “outros líderes visionários no campo das Soluções Baseadas na Natureza”, como Laura Gatti, co-autora do famoso Bosco Verticale, em Milão, ou Per Malmos, responsável pelo Copenhill, a cobertura verde que também é uma pista de ski e que está localizada em Copenhaga, na Dinamarca.

    Para além dos projectos, nacionais e internacionais, Luigi Petito, especialista em assuntos públicos europeus, abordará os últimos desenvolvimentos nas políticas e regulamentações relacionadas com a infraestrutura verde na Europa. O discurso de Petito será fundamental para a compreensão do contexto político em evolução na Europa, especialmente no ano de 2024, que marca um período com mudanças significativas previstas nas políticas e regulamentações que impactam directamente a sustentabilidade urbana. Entre estas destaca-se o acordo político entre os Estados Membros e o Conselho da UE sobre o Regulamento Restauro da Natureza e as revisões das directivas de Tratamento de Águas Residuais Urbanas (UWWTD) e de Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD), salientando-se, em todos os casos, o compromisso da UE em promover Soluções Baseadas na Natureza para enfrentar desafios ambientais das cidades contemporâneas.

    O NBS Summit contará também com a presença de Martin Košťál e Jürgen Preiss que falarão das políticas a ser implantadas nas cidades europeias de Brno e Viena, respectivamente.

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