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    AM|48 investe 150M€ na criação de uma nova centralidade em Aveiro

    A promotora imobiliária AM|48 lança no próximo dia 28 de Setembro, a primeira pedra do empreendimento Foz de Prata, em Aveiro. O investimento de 150 M€ contempla habitação, comércio, serviços e hotelaria

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    A promotora imobiliária AM|48 lança no próximo dia 28 de Setembro, a primeira pedra do empreendimento Foz de Prata, em Aveiro. O investimento de 150 M€ contempla habitação, comércio, serviços e hotelaria

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    “Trata-se de um projecto multifuncional que contempla habitação, comércio, serviços, hotelaria e amplas áreas para recreio e lazer, envolvendo um investimento de cerca de 150 milhões de euros. Implementado num local onde há mais de 20 anos existiam construções inacabadas e abandonadas (que se encontram actualmente demolidas, com o terreno limpo e desmatado)”, afirma a promotora Imobiliária no convite enviado às redacções.

    Segundo a mesma nota, “o projecto visa promover o desenvolvimento urbanístico e económico da região em que se insere, através da requalificação e valorização urbanística e integração total na cidade, com o romântico e navegável Canal de São Roque como elemento aglutinador”.

    Primando pela sustentabilidade e inovação, este empreendimento urbanístico é dos primeiros loteamentos do país a ter a certificação LEED-ND – o selo de construção ecológica e sustentável mais utilizado e valorizado globalmente.

    O Foz de Prata é constituído por apartamentos de tipologias entre o T1 e o T5, por uma unidade hoteleira com cerca de 155 apartamentos turísticos e quartos – num total de 310 camas, uma superfície comercial de média dimensão, comércio, serviços, e amplas áreas exteriores de recreio e lazer, que ocupam uma área de construção de mais de 80.000 m2. Este empreendimento que servirá uma região de mais de 1 milhão de habitantes, terá as infraestruturas totalmente concluídas até final do próximo ano, e a edificação da construção dentro de cinco a sete anos. Destacar-se-á pela elevada qualidade de construção dos edifícios, dos espaços exteriores, pela aposta na sustentabilidade e pela promoção de um estilo de vida saudável, em linha com os valores da contemporaneidade e em estreita ligação com a Ria.

     

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    Designer Outlet Algarve anuncia expansão e reforço da oferta

    Incorporando um aumento de 4 mil m2 de área comercial e um portefólio de marcas reforçado, o projecto pretende “elevar a experiência” de compras na região, tanto para residentes como para os turistas

    Operado pela ROS Retail Outlet Shopping, o Design Outlet Algarve anuncia a expansão do espaço, cuja obra já está em curso, e o reforço da oferta, com a abertura de novas lojas ainda este Verão. Incorporando um aumento de quatro mil metros quadrados (m2) de área comercial e um portefólio de marcas reforçado, o projecto pretende “elevar a experiência” de compras na região, tanto para residentes como para os turistas que escolhem o Algarve ao longo do ano.

    O novo design da área comercial continuará a privilegiar um ambiente a céu aberto e um conceito arquitectónico inspirado nas vilas algarvias, garantindo uma experiência de compras diferenciadora.

    Para Mireia Rodriguez Burguera, directora de Leasing da ROS, “o nosso objectivo é continuar a diferenciar a experiência de shopping no Algarve, com um portefólio de marcas cada vez mais alinhado com as expectativas do consumidor moderno. Esta expansão permite-nos atrair novas insígnias que valorizam a localização e o conceito premium do Designer Outlet Algarve. Estamos a trabalhar para integrar novas opções nas categorias de moda premium e lifestyle e este crescimento consolida o nosso posicionamento como destino de compras diversificado, capaz de atrair tanto residentes como turistas que valorizam experiências diferenciadoras”.

    A crescente atractividade da região reflecte-se também na recuperação do turismo. Em 2024, o Algarve não só voltou aos níveis pré-pandemia como também bateu recordes históricos, com 5,2 milhões de visitantes e 9,8 milhões de passageiros no Aeroporto de Faro. Este crescimento contínuo do sector turístico, impulsionado pelo interesse de viajantes europeus, reforça, ainda, mais a posição do Algarve como um destino de férias de eleição.

    Com a expansão do centro, o Designer Outlet Algarve irá reforçar a sua posição no mercado, aumentando a sua quota de mercado e expandindo a sua área de abrangência. Isto atrairá uma base de clientes mais ampla e consolidará ainda mais o centro como o principal destino de outlets premium no Sul de Portugal e Espanha.

    A expansão terá também um impacto positivo na economia local, criando cerca de 150 novos postos de trabalho.

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    UE selecciona 47 projectos estratégicos para diversificar acesso às matérias primas

    Comissão Europeia aprova projectos estratégicos no âmbito do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas (REMPC). Quatro são em Portugal: Somincor; Barroso Lithium Project; Lifthium Energy; e Lusorecursos Portugal Lithium

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    A Comissão Europeia seleccionou, pela primeira vez, os 47 projectos estratégicos em toda a União Europeia (UE) para reforçar as capacidades nacionais no sector das matérias-primas críticas, no âmbito do Critical Raw Materials Act (CRMA).

    Em Portugal, quatro projectos foram distinguidos com este “selo” de credibilidade: três relacionados com o lítio e um com o cobre. Estas iniciativas representam um marco importante na implementação do CRMA, contribuindo para a transição verde e digital da Europa e para o fortalecimento de sectores estratégicos como a defesa e a indústria aeroespacial.

    Os projectos estratégicos portugueses integram um esforço mais amplo da UE para garantir, até 2030, que a extracção, o processamento e a reciclagem de matérias-primas críticas atinjam, respectivamente, 10%, 40% e 25% da procura da UE.

    O LNEG, que tem desempenhado um papel relevante na implementação do CRMA a nível nacional, integrando o Grupo de Trabalho criado para o efeito, o qual tem trabalhado no mapeamento das ocorrências de recursos nacionais de matérias-primas críticas (MPC), com a publicação da carta Critical Raw Materials Deposits in mainland Portugal, de 2023, disponível no seu geoPortal. Em 2024, o Workshop “Plano Nacional de Prospecção no âmbito do CRM Act” reforçou estas bases, promovendo a coordenação de estratégias nacionais.

    Os 47 novos projetos estratégicos estão localizados em 13 Estados-Membros da UE: Bélgica, França, Itália, Alemanha, Espanha, Estónia, Chéquia, Grécia, Suécia, Finlândia, Portugal ( Somincor, Barroso Lithium Project, Lifthium Energy e Lusorecursos Portugal Lithium) Polónia e Roménia. Abrangem um ou mais segmentos da cadeia de valor das matérias-primas, com 25 projetos que incluem atividades de extração, 24 de transformação, 10 de reciclagem e 2 de substituição de matérias-primas. Os projetos estratégicos abrangem 14 das 17 matérias-primas estratégicas enumeradas no Regulamento Matérias-Primas Críticas. Tal inclui vários projectos que abrangem o lítio (22 projectos), o níquel (12 projectos), o cobalto (10 projectos), o manganês (7 projectos) e a grafite (11 projectos), que beneficiarão particularmente a cadeia de valor das matérias-primas para baterias da UE.

    Para se tornarem operacionais os 47 projectos estratégicos prevêem um investimento global de capital de 22,5 mil milhões de euros e irão beneficiar de um apoio coordenado da Comissão, dos Estados Membros e das instituições europeias no que diz respeito ao acesso ao financiamento e ao licenciamento.

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    Coldwell Banker Portugal promove venda de convento histórico do século XVI

    O antigo convento da Chamusca, fundado em 1519 já foi hotel, residência artística e casa de férias. Encontra-se agora à venda por 3.6 milhões de euros

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    A rede imobiliária tem à venda um convento histórico situado na Chamusca, perto da Golegã, que foi fundado em 1519 pelo Rei D. Manuel I, em plena época das navegações. Inserida num terreno com quase três hectares no coração do Ribatejo, a propriedade, inicialmente concebida como um retiro espiritual para frades, foi construída numa antiga ermida votiva a Santo António.

    Após a extinção das ordens religiosas em 1834, o convento foi convertido em propriedade privada, tendo sido alvo de várias intervenções que o adaptaram à vida contemporânea sem perder o seu carácter histórico. A última grande renovação ocorreu na década de 1970, quando foi adquirido pela família do actual proprietário.

    Com uma área útil de 1.726 metros quadrados, a propriedade inclui oito quartos, seis casas de banho e uma diversidade de espaços sociais. No piso térreo, encontram-se duas salas de jantar, uma sala principal, cozinha e copa, uma cozinha antiga e uma sala de pequenos-almoços. O claustro central, com acesso directo à igreja, é um convite à contemplação e ao relaxamento num local permeado de história.

    O piso superior acolhe a área privada, com sete quartos, três deles em suíte, além de um apartamento independente com dois quartos e cozinha própria. O exterior é igualmente impressionante, com um jardim cuidado, uma grande piscina panorâmica, uma fonte de água e um pomar. A propriedade inclui ainda uma casa de hóspedes ou de empregados com dois quartos e estacionamento para várias viaturas.

    Com um preço de 3.600.000 €, esta propriedade é sinónimo de exclusividade. No passado, o convento foi explorado como hotel, residência artística e casa de férias, denotando uma grande versatilidade.

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    Fujifilm reforça aposta em Portugal com inauguração de nova sede

    Fujifilm Portugal inaugurou a nova sede no Porto. A empresa ocupa 1.700 m2 no edifício Icon Tower. Para o ano fiscal de 2024, que termina a 31 de Março de 2025, projecta um volume de negócios de 54,5 milhões de euros

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    A Fujifilm Portugal inaugurou a nova sede no Porto, situada no edifício Icon Tower. O novo escritório é um espaço moderno de 1.700 m², que reforça a aposta no mercado português. Paralelamente, a Fujifilm continua a investir no Global Service Center, em Vila Nova de Gaia, uma infraestrutura de 3.000 m² que se destaca como um dos maiores centros de serviços da empresa na Europa, desempenhando um papel essencial na eficiência e qualidade dos serviços prestados.

    Presente em diferentes sectores de actividade, a Fujifilm Portugal continua a consolidar a sua estratégia de crescimento sustentável. Para o ano fiscal de 2024, que termina a 31 de março de 2025, projeta um volume de negócios de 54,5 milhões de euros, dos quais Healthcare com 29,1 milhões de euros; Imaging com 17,1 milhões de euros; e Business Innovation com 8,3 milhões de euros. A meta para o ano fiscal de 2025 é de 63 milhões de euros.
    O crescimento da empresa em Portugal reflecte-se também no reforço da equipa, que conta actualmente com 162 colaboradores, representando um aumento de 13% nos últimos seis anos, fruto da aposta na contratação e retenção de talento qualificado.

    “A inauguração da nova sede no Porto e o reforço das operações em Vila Nova de Gaia demonstram o compromisso da Fujifilm em Portugal. O nosso objectivo é continuar a investir em infraestruturas, tecnologia e talento para fortalecer a nossa posição no mercado e oferecer serviços de excelência aos nossos clientes nacionais e internacionais”, afirma Pedro Mesquita, director-geral da Fujifilm Portugal.

    A inovação e know-how mantêm-se como um pilar fundamental para a Fujifilm, destacando-se o aumento estimado para o próximo ano de 36% no número de reparações de endoscópios no Global Service Center. Além disso, a empresa tem vindo a expandir a assistência técnica para câmaras digitais e dispositivos óticos, que já chega a 29 países europeus.

    No âmbito da sustentabilidade, a Fujifilm reforça o compromisso ambiental também com a mudança para um novo edifício, dotado de eficiência energética, alinhado com o compromisso da empresa na redução do impacto ambiental e na promoção do bem-estar dos colaboradores.

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    Sector da construção continua a apresentar risco elevado em 2025

    Num cenário económico internacional marcado por elevada incerteza e volatilidade, o sector da construção é um dos mais vulneráveis no contexto europeu e global, revela o mais recente Barómetro de Risco País e Sectorial da COFACE. Pressão sobre o investimento, financiamento mais dispendioso e menos obras lançadas são os principais desafios do sector

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    tagsCoface

    De acordo com o Barómetro, o sector da construção continua a sofrer o impacto directo do aumento das taxas de juro, da retracção do investimento privado e das dificuldades de financiamento, com consequências significativas para as empresas e projectos em curso. A conjuntura actual, caracterizada pela fraca confiança dos consumidores e a deterioração das margens de lucro das empresas, está a comprometer o arranque de novas obras e a provocar atrasos em projectos já aprovados.

    Apesar de a inflação ter vindo a aliviar na Europa, o sector da construção mantém-se num ambiente de elevada incerteza, acentuada pela subida dos custos de financiamento e pela redução dos investimentos públicos e privados. Em mercados-chave como Alemanha, França, Itália e Espanha, o Barómetro da COFACE evidencia a falta de dinamismo no sector, reflectindo-se em indicadores negativos como a diminuição das encomendas, o aumento das insolvências e a paragem de projectos de grande escala.

    A análise da COFACE revela ainda que, ao longo de 2025, o sector da construção na Europa permanecerá com uma avaliação de risco elevada, com destaque para os seguintes factores: Aumento do custo dos materiais e da energia, que pressiona as margens de rentabilidade; Redução do investimento público em infraestruturas, fruto de restrições orçamentais nos países da União Europeia; Queda da confiança dos promotores privados, especialmente em segmentos como habitação e imobiliário comercial e Incerteza sobre as políticas fiscais e financeiras, incluindo as medidas de apoio aos sectores mais afectados.

    Ainda assim, o Barómetro destaca algumas oportunidades, nomeadamente no segmento da reabilitação urbana, eficiência energética e sustentabilidade, impulsionadas pelos objectivos do Pacto Ecológico Europeu e pelos fundos da UE dedicados à transição energética.

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    Francisco Maria Correia, director de Marketing e Empreendimentos
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    Grupo Convictus anuncia novo director de Marketing e Empreendimentos

    Com uma carreira consolidada no sector imobiliário e uma vasta experiência em marketing e estratégia, Francisco Maria Correia chega para “reforçar” o posicionamento do Grupo Convictus no segmento premium e “potenciar” novos empreendimentos de sucesso

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    O Grupo Convictus acaba de anunciar a nomeação de Francisco Maria Correia como o novo director de Marketing e Empreendimentos. Com uma carreira consolidada no sector imobiliário e uma vasta experiência em marketing e estratégia, Francisco Maria Correia chega para “reforçar” o posicionamento do Grupo Convictus no segmento premium e “potenciar” novos empreendimentos de sucesso.

    Com mais de uma década de experiência em Marketing com foco no mercado imobiliário de alto padrão, Francisco Maria Correia tornou-se especialista em branding, marketing digital e posicionamento estratégico, construiu uma trajectória sólida neste mercado.

    Durante o seu percurso profissional, destacou-se pelo seu papel como director de Marketing na Remax Collection Portugal, onde contribuiu significativamente para o crescimento e reconhecimento da marca no sector de luxo. Antes disso, desempenhou funções de Marketing na Portugal Sotheby’s International Realty, consolidando a sua reputação como um dos principais especialistas em marketing imobiliário de luxo em Portugal.

    “Estou muito entusiasmado por integrar o Grupo Convictus e contribuir para a sua estratégia de crescimento. O mercado imobiliário está em constante evolução, e acredito que a inovação e um posicionamento sólido são fundamentais para o sucesso dos nossos imóveis. Pretendo aplicar toda a minha experiência e visão para elevar ainda mais o nível dos projectos do Grupo”, afirmou Francisco Maria Correia.

    Para Luís Matias, CEO do Grupo Convictus, esta nomeação reflecte o compromisso da empresa com a excelência e o crescimento contínuo: “Estamos confiantes de que esta nova liderança irá trazer uma visão estratégica alinhada com os objectivos do grupo, fortalecendo a nossa posição no sector e impulsionando assim os nossos e novos empreendimentos”.

    A chegada de Francisco Correia marca um novo capítulo para o Grupo Convictus, que reforça o seu compromisso com a excelência, inovação e liderança no sector imobiliário. O seu know-how será essencial para impulsionar novos projectos, consolidar a posição do grupo no mercado e desenvolver estratégias diferenciadas que agreguem valor aos empreendimentos da empresa.

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    Luxury villa detail with pool

    Prepare a sua piscina antes da chegada do Verão com o Grupo Puma

    A cada ano, com a aproximação do verão, todos pensamos na manutenção de nossas piscinas, sejam elas particulares, públicas
    ou comunitárias. Em outros casos, encontramos piscinas de nova construção que precisam de um tratamento completo de impermeabilização.

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    Neste artigo, Selena Dorado, do Departamento Técnico do GRUPO PUMA, disponibiliza as principais orientações para realizar a melhor impermeabilização das nossas piscinas, qualquer que seja o caso de aplicação, com o Sistema Drypool.

    PISCINAS A REABILITAR OU DE NOVA CONSTRUÇÃO

    Em qualquer um dos casos, o primeiro ponto a ser trabalhado e, provavelmente, o mais importante de todos, é o tratamento do suporte.

    Para o correto funcionamento de qualquer sistema de impermeabilização, o suporte deve estar limpo, seco e livre de poeira ou elementos mal aderidos.

    Em ambos os casos, devemos levar em conta a porosidade do suporte, pois é importante que esteja suficientemente liso para evitar um consumo excessivo de material, mas também que não tenha uma resistência superficial à tração insuficiente, o que poderia afetar a aderência dos produtos de impermeabilização.

    ESCOLHA DOS PRODUTOS MAIS ADEQUADOS

    Para piscinas de nova construção (suporte de betão)

    Antes de iniciar a instalação, devemos preparar os pontos críticos (como mudanças de plano, elementos da instalação, etc.) com nossa banda elástica Bandtec.

    Em primeiro lugar, aplicaremos a membrana impermeabilizante cimentícia contínua Morcem Dry SF Plus em duas camadas reforçadas com a Malha Drypool antialcalina.

    Uma vez seca a membrana impermeabilizante, instalaremos o nosso revestimento cerâmico com o adesivo cimentício de alto desempenho Pegoland Profesional Flex e, para o rejuntamento das peças, utilizaremos a argamassa para juntas Pegoland Profesional Junta ou Morcemcolor Epóxi.

    Para renovação de piscinas existentes (suporte cerâmico)

    Da mesma forma que numa obra nova, antes de iniciar a instalação, devemos preparar o suporte e reparar os danos encontrados com a argamassa de reparação Morcemseal Todo 1. Também será necessário preparar os pontos críticos (como mudanças de plano, elementos da instalação, etc.) com nossa banda elástica Bandtec.

    Em primeiro lugar, aplicaremos a membrana impermeabilizante cimentícia contínua Morcem Dry Fix em duas camadas reforçadas com a Malha Drypool antialcalina.

    Uma vez seca a membrana impermeabilizante, o processo de revestimento é o mesmo que para uma obra nova: instalaremos nosso revestimento cerâmico com o adesivo cimentício de alto desempenho Pegoland Profesional Flex e, para o rejuntamento das peças, utilizaremos a argamassa para juntas Pegoland Profesional Junta ou Morcemcolor Epóxi.

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    Garagem Sul no CCB reabre Centro de Arquitectura

    O espaço da Garagem Sul foi reconfigurado para acolher exposições, mas também espaços de trabalho, programação e convívio, num projecto da autoria do atelier suíço-português Bureau. O primeiro ciclo programático será dedicado ao tema Interespécies, que “explora o desejo humano de compreender, conectar-se e viver com outras espécies”

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    Vai reabrir ao público, a 2 de Abril, o Centro de Arquitectura do Museu de Arte Contemporânea (MAC) do Centro Cultural de Belém (CCB). O espaço da Garagem Sul foi reconfigurado para acolher exposições, mas também espaços de trabalho, programação e convívio, num projecto arquitectónico da autoria do atelier suíço-português Bureau, de Daniel Zamarbide, Carine Pimenta e Galliane Zamarbide.

    A partir de uma perspectiva interdisciplinar e com carácter experimental, o Centro de Arquitectura abre espaço para ensaiar e testar possibilidades, com a intenção de materializar espaços conviviais, mais-do-que-humanos e interseccionais.

    A este pretexto, o primeiro ciclo programático do Centro de Arquitectura será dedicado ao tema Interespécies. Uma exposição que “explora o desejo humano de compreender, conectar-se e viver com outras espécies” e que decorre em três passos: aproximar , coabitar e conspirar.

    A arquitectura é aqui celebrada para lá da sua função utilitária, nas suas funções relacionais e críticas. Uma vez que os materiais, as técnicas e os modos de intervenção no espaço moldam sempre conexões entre lugares, pessoas e seres, considera-se que os “usuários” da arquitectura são humanos, pássaros, plantas, minerais e outros.

    Com curadoria de Mariana Pestana, a equipa de investigação é composta por Anna Bertmark, Fernanda Costa, Valentina Demarchi, Bernardo Gaeiras, Mathilde Gouin, Katerina Iglezaki, Carlos Pastor e Mariana Simões, que integram também, o grupo de investigação Bauhaus of the Seas.

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    JLL e WORX acompanham Banco Julius Baer na sua expansão em Lisboa

    Localizado no Edifício Vitória, na Avenida da Lisboa, para o Banco Julius Baer, a distribuição do espaço permite a ter duas áreas distintas, respondendo à necessidade do cliente de ter uma zona dedicada à equipa e outra especialmente concebida para o atendimento aos seus clientes

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    A JLL assessorou a colocação do Banco Julius Baer no Edifício Victoria, o maior banco independente em gestão de patrimónios global, situado na Avenida da Liberdade, uma das localizações corporativas mais prestigiados de Lisboa. Com sede na Suíça e presença em mercados-chave em todo o mundo, distingue-se pela abordagem centrada no cliente e pela sua expertise no sector financeiro. A operação, conduzida pela equipa da JLL, contou com a representação do proprietário, Victoria Seguros, a cargo da Worx.

    A ocupação incide sobre um espaço de 791 metros quadrados (m2) num piso elevado, que combina uma localização central, beneficiando de bons acessos e transportes públicos, além da oferta de comércio e serviços nas suas imediações.

    Para o Banco Julius Baer, a localização foi um factor decisivo. Além disso, a distribuição do espaço permite a criação de duas áreas distintas, respondendo à necessidade do cliente de ter uma zona dedicada à equipa e outra especialmente concebida para o atendimento aos seus clientes.

    “A Avenida da Liberdade continua a ser um dos mercados mais competitivos, onde a disponibilidade de escritórios é extremamente limitada e muitos espaços nem chegam a ser colocados no mercado. Para identificar soluções que pudessem corresponder às necessidades do Banco Julius Baer, a JLL desenvolveu um trabalho proactivo de investigação, antecipando oportunidades futuras. O Edifício Victoria revelou-se a opção ideal, garantindo um equilíbrio perfeito entre localização, qualidade e flexibilidade do espaço”, afirma Carolina Villax, head of Tenant Representation na JLL.

    “Foi um privilégio fazer parte do arrendamento do novo escritório da Banco Julius Baer em Lisboa. Este negócio reforça a atractividade da cidade e, mais concretamente, da Avenida da Liberdade para instituições financeiras de prestígio. O Edifício Victoria, um exclusivo da Worx, revelou-se a escolha ideal para este projeto, pois oferece uma localização privilegiada e características que se alinham perfeitamente com as necessidades do Banco Julius Baer. Na Worx demonstrámos novamente a nossa capacidade de identificar oportunidades e de concretizar transações de elevado valor.”, afirma, também, Bernardo Martins, transaction senior advisor consultant na Worx Real Estate Consultants.

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    Câmara de Aveiro avança para novo pavilhão municipal

    A Câmara de Aveiro tem em marcha o terceiro concurso público para a construção do Pavilhão Municipal – Oficina do Desporto, pelo valor base de 22,8 Milhões de euros (ME), mais 4,2 ME que o anterior concurso

    Ricardo Batista

    A Câmara de Aveiro acaba de lançar, pela terceira, vez, o concurso público com vista à execução da empreitada de construção da “Oficina do Desporto”, o novo pavilhão municipal que tem um investimento estimado em 22,8 milhões de euros. Esta é a terceira tentativa do município para a construção do novo pavilhão municipal, depois de, nos dois procedimentos anteriores, as empresas interessadas não terem cumprido os critérios para adjudicação dos respectivos concursos.

    O presidente da câmara, Ribau Esteves, esclareceu que foi feita uma actualização do valor do concurso, que “cobre a maior parte das propostas inválidas que referenciaram valor” que o município recebeu no segundo concurso, procurando por esta via atrair o interesse das empresas de construção.
    O autarca destacou ainda a “importância capital” do novo pavilhão, considerando que “era bem mais importante ter construído esta infraestrutura do que um estádio de futebol”, aludindo ao Estádio que foi construído para o Euro 2004.

    A ideia passa pela materialização de um projecto de arquitectura assinado pela autarquia e um projecto de execução desenvolvido pela Termo Projecto. Segundo a descrição desta proposta, o projecto foi desenvolvido através de um Estudo Prévio que permitiu apontar a estrutura de organização que se explicitará na presente memória descritiva e que procura responder às intenções do município, às formas de utilização definidas e respectivos modos de gestão, bem como às condicionantes locais, regulamentares e desportivas.
    “O pavilhão a edificar será um equipamento essencialmente destinado à prática de desportos colectivos e de alguns desportos individuais. A gestão do pavilhão será municipal, embora se preveja que as actividades a desenvolver serão divididas em períodos horários em que a utilização é cedida a associações e clubes desportivos do município de Aveiro e outros períodos em que as actividades serão desenvolvidas directamente pelo município”, pode ler-se na descrição do trabalho. A Câmara Municipal de Aveiro estruturou uma estratégia de dinamização do Parque Desportivo que está alicerçada na criação de vários equipamentos desportivos de grande dimensão e que permitirão criar uma dinâmica não só no Parque Desportivo, como também fornecer as condições adequadas para uma prática desportiva acessível e qualificada aos cidadãos do município.

    Assim, estão já concluídos e fase de utilização, o Centro de Estágios da Associação de Futebol de Aveiro e o Complexo de Treinos de Futebol Municipal, que será utilizado pelo Sport Clube Beira-Mar, ambos a norte da referida alameda, ficando este último adjacente, do lado nascente ao local de implantação do pavilhão desportivo. Este pavilhão, agora em projecto, será o equipamento que permitirá aprofundar e integrar esta estratégia para os Desportos de Pavilhão. Está prevista também a construção de uma Piscina Municipal, em fase posterior, a implantar no espaço a norte do pavilhão agora em projecto.

    Segundo o projecto, do ponto de vista formal o pavilhão é uma peça isolada num contexto onde, naturalmente, não vão existir relações formais muito evidentes entre cada um dos equipamentos, dada a sua natureza funcional e construtiva tão diversa. A única excepção a esta heterogeneidade poderá ser formada pelo conjunto pavilhão/piscina. Existindo esta autonomia formal, o pavilhão deve reflectir de forma o mais eficaz possível o programa funcional, mas também a percepção adequada que deve transmitir aos diversos utilizadores quer nos aspectos de reconhecimento de acesso a cada uma das suas partes, quer na capacidade de lerem simbolicamente a importância do equipamento e de cada uma das partes. Já a relação funcional do pavilhão com a envolvente organiza-se a partir do modo de funcionamento do parque municipal e das suas estruturas de circulação pedonal, viária e de estacionamento.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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