Estudo: Novo tipo de argamassa cria fachadas vivas
Desenvolvido no Instituto ITeCons da Universidade de Coimbra, o projecto visa o melhoramento do conforto térmico e acústico das construções onde for implementado este novo sistema de fachada viva

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Um grupo de investigadores está a desenvolver um novo tipo de argamassa, bioreceptiva ao crescimento de musgo, que representa uma inovação no sector da construção sustentável. Esta investigação pretende contribuir com uma alternativa, mais económica e ecológica, às fachadas vivas tradicionais. Este foi um dos 15 projectos contemplados com uma Bolsas de Ignição financiada pelo INOV C 2020, um projecto suportado por fundos do FEDER que pretende alavancar ideias de empreendedorismo e inovação a nível nacional.
O aumento da qualidade ambiental das cidades e da eficiência energética dos edifícios, assim como o melhoramento do conforto térmico e acústico das construções onde for implementado este novo sistema de fachada viva, são algumas das vantagens do desenvolvimento deste tipo de argamassa que revela ser receptiva à inoculação e crescimento de musgos.
Este é um projecto que está a ser realizado no Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade (ITeCons) da Universidade de Coimbra e a partir do qual, em parceria com a empresa Primefix – Colas e Argamassas Técnicas, deverá resultar a formulação de novas argamassas bioreceptivas com potencial de mercado.