Projecto de Valsassina para Santander “valoriza requalificação da Praça de Espanha”
Hoje temos um projecto qualificante da cidade na Praça de Espanha, numa zona que não era particularmente brilhante“, referiu o presidente da autarquia

Ana Rita Sevilha
Casa da Arquitectura atribui 10 bolsas de doutoramento para estudo de acervos da instituição
Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10 de Abril
Pipeline de novos escritórios na grande Lisboa mais que triplica para 330.000 m2
JLL reforça aposta na área de Patrimónios Privados
A arquitectura nacional em destaque em Osaka
PERFISA: Inovação e Sustentabilidade na Tektónica
Porto Business School debate sinergia energética África – Europa
Grupo Preceram na Tektónica | 10 a 12 de abril 2025
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
A nova sede do Banco Santander Totta, um edifício com uma área de 9600 metros quadrados, implantados na Praça de Espanha, em Lisboa e da autoria de Frederico Valsassina “dá mais brilho ao projecto de reconversão” daquela zona da cidade, diz Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa. O novo edifício resulta de um investimento de 28,5 milhões de euros.
“A cidade vive tempos de optimismo, mas foi em momentos menos felizes que muitos acreditaram em Lisboa. Hoje temos um projecto qualificante da cidade na Praça de Espanha, numa zona que não era particularmente brilhante“, referiu o presidente da autarquia na inauguração da nova sede do Banco Santander Totta.
O primeiro-ministro, António Costa, também presente no evento, salientou a “excelência do trabalho”, recordando que foi através da permuta de um talude que servia para um outdoor a publicitar o Jardim Zoológico, com três edifícios do Santander, que foi iniciada a sede do Banco. Uma permuta promovida pela autarquia, quando ainda era seu presidente.
O novo edifício operacional, do Banco, ocupa uma área total de 9 600 metros quadrados e passará a acolher 2 200 pessoas. Segundo a autarquia, “apresenta uma traça arquitectónica muito original, onde todos os pormenores foram pensados no que respeita à eficiência, sustentabilidade e impacte visual. Um projecto arrojado e integrado no volume já existente, que vence a inclinação da encosta de forma a ficar inserido na paisagem”.
No total são três blocos semi-enterrados em redor do edifício já existente e que vão estar interligados internamente: um, paralelo à Avenida Calouste Gulbenkian (bloco A), outro na fronteira com a ciclovia (corredor verde) e virado para a Universidade Nova (bloco B), o outro conjugando a sua construção em altura com a subterrânea (bloco C).