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    Hugo Nunes_Cuatrecasas

    Imobiliário

    Cuatrecasas integra Hugo Nunes como novo sócio de Imobiliário e Urbanismo

    Uma integração que vem “consolidar o posicionamento estratégico” da Cuatrecasas nesta área, através de uma abordagem integrada entre real estate e land use, trazendo o urbanismo para as grandes operações

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    A Cuatrecasas reforça a área de Imobiliário e Urbanismo com a integração como sócio de Hugo Nunes, advogado com mais de 20 anos de experiência. Esta integração vem “consolidar o posicionamento estratégico” da Cuatrecasas nesta área, reforçando-se a “capacidade de assessoria em matérias de direito imobiliário e de urbanismo”, indica a sociedade de advogados.

    Hugo Nunes centra a sua actividade no apoio jurídico ao desenvolvimento de projectos imobiliários, em todas as fases da respectiva cadeia de valor, desde a concepção, planeamento, estruturação e negociação da operação, licenciamento e construção, até à comercialização e gestão. Acumulou vasta experiência, entre outros, em projectos residenciais, turísticos, comerciais, industriais, logísticos, agroflorestais e de equipamentos e infraestruturas, assessorando promotores e investidores das mais diversas proveniências, bem como instituições públicas nacionais e internacionais.

    Exerceu funções noutras sociedades de advogados em Portugal, tendo transitado da sociedade que, em 2014, cofundou, com o nome Sofia Galvão, Hugo Nunes & Associados. No início da sua carreira profissional também integrou a Câmara Municipal de Lisboa, na qual desempenhou funções de consultoria jurídica no domínio da habitação, património e urbanismo.

    A equipa de Imobiliário e Urbanismo da Cuatrecasas em Portugal passa assim a contar com três sócios.

    Para Hugo Nunes, “integrar a Cuatrecasas, uma sociedade internacional, constituída por advogados de primeira linha nas várias áreas do Direito, é não só um grande desafio como uma motivação extra. Além disso, também estou perfeitamente alinhado com a estratégia da Cuatrecasas em fazer uma abordagem verdadeiramente integrada entre real estate e land use, trazendo o urbanismo para as grandes operações (especialmente de development), num momento em que o mercado se alinha nessa direcção”.

    Hugo Nunes é licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e possui a parte curricular do mestrado em Ciências Jurídicas pela mesma instituição. A sua candidatura a sócio de quota vai ser votada em Assembleia Geral de Sócios, ainda não convocada, a realizar em breve.

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    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo

    Em menos de 24 meses, grupo hoteleiro, através da sua marca de imobiliário turístico Pestana Residences, concluiu a venda dos 174 apartamentos do Pestana Porto Covo Village, cuja finalização está prevista para 2025. Já em fase final de licenciamento está um novo empreendimento constituído por 246 apartamentos

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    Após concluir as vendas do primeiro empreendimento em Porto Covo, o Pestana Porto Covo Village, a marca Pestana Residences, a área de referência do grupo para o segmento imobiliário e residencial, responsável por empreendimentos em Tróia e na Comporta, vê agora uma nova oportunidade ao expandir a sua oferta na vila alentejana, com o Pestana Porto Covo Beach Residences.

    Este futuro empreendimento estará localizado na frente-mar e será constituído por 246 apartamentos, com piscinas privativas, inseridos num condomínio privado, que contará com uma área comum de jardins e espaços de lazer. À semelhança dos projectos anteriores, caberá ao Pestana Hotel Group a gestão do condomínio, a prestação de serviços e a operação turística, que, por sua vez, oferece a possibilidade de rentabilidade sobre o imóvel.

    “Existem três razões fundamentais para o sucesso dos nossos projectos. A primeira é a localização estratégica de cada empreendimento. A segunda é a credibilidade e a confiança que o grupo oferece aos investidores-clientes, que têm acompanhado as fases de lançamento de cada projecto, resultando historicamente num ritmo acelerado nas vendas. Por fim, a comercialização em planta, com preços apelativos, tem permitido aos compradores obter mais-valias ou uma valorização significativa”, assinala José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group.

    O projecto do futuro Pestana Porto Covo Beach Residences está a ser desenvolvido pelo Atelier Gonçalo Salazar de Sousa Arquitectos, e as obras de construção serão asseguradas pela Carvoeiro Construções, empresa detida pelo grupo.

    “Após a concretização dos projectos do grupo em Tróia, na Comporta e nos Brejos da Carregueira, ficou evidente que havia ainda espaço de expansão na costa alentejana, mas que nos levou um pouco mais a sul, até Porto Covo, um destino com uma autenticidade única. A ligação da vila ao mar e sua a proximidade a Lisboa que se acentuará em breve com a conclusão da autoestrada até Sines, são ainda factores essenciais para o sucesso dos nossos projectos”, acrescenta José Roquette.

    Este será o quinto projecto imobiliário desenvolvido na costa alentejana pelo grupo fundado há mais de 50 anos por Dionísio Pestana.

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    Actividade de Abril, Maio e Junho acentua resultados da ERA Portugal

    A ERA Portugal acaba de divulgar os resultados da operação referentes ao 2º trimestre de 2024. Os principais indicadores evidenciam um crescimento muito significativo do negócio, ainda assim a rede imobiliária alerta para os sinais evidentes de falta de oferta

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    A facturação referente aos meses de Abril, Maio e Junho deste ano ronda os 25 milhões de euros, o que representa o melhor trimestre de sempre da ERA em Portugal a nível deste indicador. Maio foi mesmo o melhor mês nos 26 anos de história da ERA em Portugal, tendo a rede registado uma facturação de aproximadamente 9 milhões de euros. Junho não ficou aquém, com 8,6 milhões de euros facturados. Um resultado que contraria a habitual quebra de negócio verificada no início do Verão.
    Assim, no primeiro semestre de 2024 a ERA facturou cerca de 46 milhões de euros (+9% face ao último semestre do ano passado e +10% em relação ao período homólogo). “No início do ano, ao perspectivar o que seria 2024, antecipei um crescimento a dois dígitos. Talvez por virmos de um contexto menos favorável, muitos acharam pouco realista ou, pelo menos, demasiado ambicioso da minha parte, mas, como se constata por estes números, as previsões estavam correctas. Apesar de ainda estarmos apenas no final do 1º semestre, os recordes atingidos deixam antever um crescimento significativo para este ano”, considera Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    A tendência a nível de negócios reportados é estável face, por exemplo, a 2022, sendo que a diferença para o resultado deste ano deve-se, sobretudo, a um aumento relevante do ticket médio. Neste 2º trimestre, o preço médio rondou os 185 mil euros (+8,2% vs. trimestre anterior e +7,7% vs período homólogo).

    Os negócios reportados na rede ERA atingiram os 5736 no 1º semestre (+ 5,2% vs. o período homólogo). Em particular no 2º trimestre, o total de negócios reportados foi 2983 (+8,4% em relação aos primeiros três meses do ano e +7,5% face ao mesmo período em 2023).

    No que respeita ao valor dos negócios reportados, o total do 2º trimestre rondou os 485 milhões de euros (+17,8% vs. período homólogo).

    O mercado regista uma queda nas angariações e no número de clientes vendedores, o que agrava a pouca oferta disponível em Portugal. O número de angariações do primeiro semestre subiu +15% face ao período anterior, mas decresceu -9% face ao período homólogo. O 2º trimestre foi particularmente desafiante do lado da oferta, com uma descida de -3% na comparação com o trimestre anterior e -4% face ao período homólogo. Quase todos os meses ficaram abaixo do período homólogo, com excepção de Abril de 2024.

    “Como podemos ver por estes dados, a oferta é menor a cada trimestre que passa e, tal como tenho vindo a dizer, este é um cenário alarmante para os portugueses. Por muito que as medidas apresentadas pelo novo Governo sejam, em geral, uma boa noticia para o sector, o elevado tempo de implementação das mesmas irá conduzir a uma constante redução do stock que, consequentemente, fará aumentar o preço médio dos imóveis. É cada vez mais urgente criarem-se soluções rápidas para esta crise, que acaba por ter um impacto directo e cada vez mais nefasto em toda a economia do país”, afirma Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    Portugueses acentuam o domínio enquanto compradores

    O ranking de países de origem dos clientes compradores em Portugal manteve-se estável no 1º semestre, com Índia e Ucrânia a intrometerem-se no Top10. Contudo, 78% dos compradores da ERA no 1º semestre deste ano são portugueses. Este dado acentua o domínio dos cidadãos nacionais face ao período homólogo em 2023, no qual representavam 73% do total.

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    Preços das casas aumentam 5% no primeiro semestre

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo

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    O Doutor Finanças, especialista em finanças pessoais, em conjunto com a Alfredo, uma plataforma de Inteligência Artificial que recolhe dados do setor imobiliário, acaba de divulgar o balanço dos dados imobiliários dos primeiros seis meses deste ano.

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo.

    “Mais uma vez, o índice de preços da Alfredo, mostra-nos exatamente o que está a acontecer no mercado imobiliário em Portugal através de informações atuais e fidedignas, baseadas em transações reais. Uma ferramenta que é, sem dúvida, fundamental e uma mais-valia para quem está, neste momento, a pensar em comprar ou vender uma casa”, afirma Sérgio Cardoso, administrador com o pelouro da Academia Doutor Finanças.

    Em junho, o valor médio por metro quadrado nas principais capitais de distrito do país fixou-se nos 2.868 euros, o que compara com 2.730 euros no mês de dezembro. No que diz respeito à oferta, havia cerca de 200.097 casas disponíveis no mercado em junho, mais do que no final do ano passado (173.293 imóveis).

    Ponta Delgada apresenta a maior subida do preço das casas

    Considerando a evolução no último ano, o preço das habitações em Portugal aumentou 8,1% em junho, depois dos crescimentos homólogos de 7,1%, 8,8% e 6,5% nos três meses anteriores.

    Entre as 20 regiões analisadas, os preços subiram em 17 e diminuíram em três: Castelo Branco, Portalegre e Vila Real. Por outro lado, Ponta Delgada foi a região com o maior crescimento homólogo (20,9%), seguindo-se Aveiro (19,7%), Viana do Castelo (18,2%) e Leiria (15,4%).

    Leiria também se destacou como a região com a margem de negociação de preços mais elevada do território nacional, em junho, de 17,8%. A margem de negociação é o desconto esperado entre o preço de listagem (asking price) e o valor pelo qual a transação vai fechar.

    A seguir surgem Setúbal (15,6%), a Ilha da Madeira (15,4%) e a Guarda (14,4%), e com as margens mais baixas evidenciam-se Viseu (0,69%), Coimbra (1,91%) e Faro (2,22%).

    “Sabermos qual a taxa de desconto que está a ser praticada no mercado é relevante para quem está a pensar colocar um imóvel à venda ou para quem está à procura de casa para comprar. Estes dados oferecem maior visibilidade sobre a realidade do mercado imobiliário e expõem a diferença entre aquilo que vemos nos anúncios e aquilo que é a realidade”, refere Gonçalo Abreu, CEO e um dos cofundadores da Alfredo.

    O Índice de Preços Alfredo reúne informação de vários portais públicos de listagem e sites de agências imobiliárias com dados de transação que são posteriormente trabalhados utilizando algoritmos avançados de Inteligência Artificial, o que permite mostrar a realidade do mercado imobiliário em Portugal de uma forma ímpar. O Doutor Finanças é parceiro da Alfredo no relatório emitido com dados em tempo real.

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    Resort Vila Galé Collection Sunset Cumbuco abre em Novembro

    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil conta com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 M€), e está situado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco

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    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil já tem previsão para começar a operar: 1 de Novembro deste ano. Com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 milhões de euros), o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, está “estrategicamente” posicionado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco.

    A linha Collection é a submarca do grupo que distingue alguns dos hotéis, pensados para serem um produto exclusivo com a chancela Vila Galé. “Estas são unidades boutique com um conceito diferenciado não só pelo requinte e qualidade das instalações, mas também e, sobretudo, pelos serviços disponibilizados e pela localização”, explica o Grupo em comunidado.

    Assim como todos os empreendimentos da Vila Galé, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco une turismo e cultura, homenageando as obras de grandes cantores e compositores brasileiros e internacionais. Os quartos já finalizados têm uma decoração inspirada em artistas como Elis Regina e Vinícius de Moraes.

    “As obras estão avançadas e, por isso, vamos abrir o hotel antes da data prevista inicialmente. Os hóspedes poderão hospedar-se no final de ano e ter uma experiência única. Este empreendimento difere dos demais pelo seu conceito e também pela sua impecável localização, onde o céu ganha vida com as pipas de kitesurf, proporcionando um espectáculo de cores incomparável”, explica Carlos Magno, director adjunto de operações do Nordeste do Brasil.

    O empreendimento contará com 116 quartos de diversas tipologias e capacidades, incluindo quartos infantis Nep Kids com beliche e escorrega, com Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, salas de massagens e centro de fitness, além do Clube Infantil com parque aquático, parque infantil, brinquedoteca e entretenimento completo. Também terá um centro náutico para apoiar as actividades aquáticas.

    Ao nível gastronómico, o hotel conta, ainda, com três restaurantes e três bares, incluindo um restaurante de praia e outro em frente à lagoa.

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    Patrícia Barão anuncia saída da JLL

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate)

    Ricardo Batista

    Patrícia Barão, que desde o início do ano presidia ao comité de gestão da JLL, anunciou esta terça-feira a sua saída da consultora, naquele que é o fim a uma ligação de nove anos na companhia.

    Num texto publicado na plataforma Linkedin, Patrícia Barão assume-se orgulhosa pelas conquistas alcançadas desde 2015, altura em que entrou para a consultora, enaltecendo o feito de ter “criado de raiz a área residencial da JLL e tê-la tornado na área de negócio mais bem sucedida da empresa em Portugal”.

    “Quero expressar a minha mais profunda gratidão a todos que caminharam ao meu lado todos os dias, clientes, parceiros e amigos, pelo seu apoio incondicional e confiança. Relacionamentos profundos serão sempre o segredo do sucesso no setor imobiliário e na vida”, adianta Patrícia Barão, que termina o seu texto com uma nota para Carlos Cardoso, nomeado há cerca de uma semana como novo CEO.

    A JLL anunciou, em Janeiro, que com a saída de Pedro Lancastre a filial portuguesa passaria a ser liderada por um comité de gestão composto por Patrícia Barão, até então Head of Residential, Marta Lourenço, Head of Portfolio Solutions and Value & Risk Advisory, e Carlos Cardoso, Managing Director na Tétris Portugal.

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate). Coordena também o curso de Real Estate Consulting no ISEG e é docente no curso de Luxury Real Estate Sales Management na mesma Instituição.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    ALMA Development inicia comercialização do Caxias Heights

    A ALMA Development, deu início à venda do Caxias Heights, um projecto imobiliário residencial localizado no concelho de Oeiras, mais precisamente no Alto do Lagoal, em Caxias, com conclusão prevista para o final do 1.º trimestre de 2026

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    De desenho simples e funcional, baseado numa linguagem arquitectónica identificadora da contemporaneidade, este novo empreendimento residencial tem uma área bruta de construção de 4.583 m2, este empreendimento é composto por 24 apartamentos distribuídos por 4 blocos contíguos, que variam entre o T3 e o T4 Duplex com áreas compreendidas entre os 145m2 e os 340m2.

    Os novos apartamentos, inseridos num condomínio privado, privilegiam o espaço exterior privativo, mas também o comunitário, promovendo o convívio, e apresentando uma sala multifunções, um kids e teen club e uma piscina exterior perfeitamente enquadrada numa ampla zona verde.

    Para Carlos Morgado, director Executivo da ALMA Development, “este segundo empreendimento do portfólio da ALMA Development representa um investimento significativo na valorização da zona de Caxias e Oeiras, e uma afirmação do compromisso da empresa em desenvolver imóveis de alta qualidade e com serviços exclusivos. Com o lançamento do Caxias Heights, a ALMA Development reitera o seu compromisso em oferecer aos seus clientes, mas também à comunidade, a melhor qualidade e conforto, nunca prescindindo de promover o desenvolvimento urbano e social responsáveis.”

    A comercialização do projeto está a cargo da JLL. “Estamos muito entusiasmados com o início das vendas do Caxias Heights, um empreendimento que representa uma fusão harmoniosa entre a vida urbana e a tranquilidade da natureza. Com a sua localização privilegiada em Caxias, este projecto oferece uma oportunidade única para as famílias que procuram sair do centro da cidade e desfrutar de uma localização com vista sobre o mar. Com áreas acima da média para responder às dinâmicas familiares, este projecto reflecte o compromisso com a inovação no sector imobiliário, alinhando-se perfeitamente com a nossa visão de negócio”, afirma Telmo Azevedo, director de Projectos Residenciais da JLL. O mesmo responsável reitera que “o Caxias Heights combina de forma única investimento, localização privilegiada, espaços verdes, rentabilidade e serviços de excelência.”

    O projecto arquitectónico é da responsabilidade da Semgaffes e a construção está a cargo da ARPECDOURO, com fiscalização da FICOPE.

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    Logicor amplia capacidade logística na Azambuja

    A expansão do armazém incluirá cerca de 800 m2 de espaço de escritórios e de áreas sociais, 16 cais de carga e descarga, estando a sua conclusão prevista para o final de 2024

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    A Logicor está a alargar a sua oferta logística na Azambuja com a expansão de um armazém em cerca de 10 mil metros quadrados (m2). Localizado num dos principais parques logísticos da grande Lisboa, a ampliação do armazém tem como objectivo a obtenção da certificação BREEAM Very Good e incluirá uma central fotovoltaica de 105kW, como medida para reduzir o impacto ambiental.

    A expansão do armazém incluirá cerca de 800 m2 de espaço de escritórios e de áreas sociais, 16 cais de carga e descarga, estando a sua conclusão prevista para o final de 2024.

    Esta intervenção irá aumentar a área já detida actualmente pela empresa neste parque e passará dos actuais 75 mil m2 para 85 mil m2.

    “A Logicor está a expandir a sua presença em localizações estratégicas em todo o País, desenvolvendo novos espaços logísticos, mas também remodelando os activos existentes. O nosso objectivo é oferecer aos nossos clientes propriedades modernas e sustentáveis que contribuam para o crescimento do seu negócio, entregando bens nos principais centros urbanos”, afirma André Machado, director of Asset Management da Logicor Portugal.

    Em Portugal, a Logicor detém e gere um portfolio de mais de 900 mil m2 de activos imobiliários nos principais centros do País, incluindo Lisboa e Porto, e está a dar continuidade à sua expansão em locais estratégicos, como nos principais centros de transporte e centros populacionais.

    Recentemente, a empresa concluiu a construção de um novo centro logístico de 30 mil m2 na Ermida, em Santo Tirso, e é um dos principais proprietários, gestores e promotores de imobiliário logístico europeu.

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    Cushman & Wakefield procura novo inquilino para Braga

    O espaço disponível para arrendamento totaliza mais de 800 metros quadrados (m2), conta com 79 workstations e distingue-se por estar pronto para ocupar

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    A Cushman & Wakefield (C&W) foi mandatada para o arrendamento de um espaço de escritórios em Braga. O espaço disponível para arrendamento totaliza mais de 800 metros quadrados (m2), conta com 79 workstations e distingue-se por estar pronto para ocupar.

    Áreas comuns totalmente mobiladas, copa equipada, auditório próprio e data center equipado são apenas algumas das características deste imóvel, que conta também com excelentes acessos, nomeadamente à A11 e à N103, que faz ligação com a A3.

    Localizado a apenas 12 minutos do centro histórico da cidade, beneficia igualmente de uma boa rede de transportes públicos, tendo quatro linhas de autocarro com paragens muito próximas da entrada do edifício.

    “A cidade de Braga tem conseguido atrair muitas empresas do sector tecnológico, seja pela qualidade de vida que a cidade oferece, seja pelo talento altamente qualificado que podemos encontrar nesta cidade. Recentemente, foi reconhecida como “Cidade do Futuro”, um título que espelha bem a inovação e o compromisso com o desenvolvimento sustentável. Este espaço é uma oportunidade muito interessante para um ocupante único que procure um escritório pronto a ocupar, sem necessidade de qualquer investimento, uma vez que se encontra totalmente acabado e inclusivamente mobilado.” comenta Maria João Pinto, consultora sénior do departamento de escritórios da Cushman & Wakefield em Portugal.

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    MAPIC apresenta edição de 2024 e antecipa tendências

    Para compreender a forma como os consumidores mudaram os seus hábitos de compra, a Meridiana, representante da MAPIC na Península Ibérica, vai organizar no IDB Lisbon uma mesa-redonda sobre como “Adaptar os espaços comerciais às novas formas de viver, socializar e fazer compras”

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    Hoje, os espaços comerciais enfrentam uma transformação significativa impulsionada pelas mudanças nas expectativas e necessidades dos consumidores. Para compreender a forma como os consumidores mudaram os seus hábitos de compra, a Meridiana, representante da MAPIC na Península Ibérica, vai organizar em Lisboa, no IDB Lisbon uma mesa-redonda sobre como “Adaptar os espaços comerciais às novas formas de viver, socializar e fazer compras”.

    Além de serem exploradas as tecnologias emergentes e como estas estão a transformar os espaços comerciais, será feita a antecipação das tendências futuras no design e operação destes espaços, fornecendo insights práticos e exemplos do mundo real.

    Esta apresentação começará por analisar a forma como os consumidores mudaram os seus hábitos de compra, destacando a crescente preferência pela conveniência, a mistura entre online e físico e a experiência de compra, sem esquecer a tecnologia, incluindo o comércio online e como os espaços comerciais podem ser integrados com estas plataformas digitais.

    As estratégias para projectar espaços de retalho que sejam envolventes, funcionais e que ofereçam experiências memoráveis, será outro dos temas, apresentando exemplos de como a tecnologia pode ser utilizada para personalizar a experiência de compra e incentivar uma maior interação com os clientes.

    Igualmente, a importância da sustentabilidade na concepção e operação de espaços comerciais estará em destaque, incluindo a utilização de materiais ecológicos e a implementação de práticas de gestão sustentáveis, bem como a forma como os espaços comerciais podem apoiar as comunidades locais e promover iniciativas de responsabilidade social corporativa.

    A tendência para a utilização mista dos espaços, combinando o comércio com escritórios, habitação e entretenimento para criar ambientes mais dinâmicos e atrativos será outras das análises, assim como a importância de conceber espaços que se possam adaptar rapidamente às novas necessidades do mercado e aos novos comportamentos dos consumidores.

    Um ponto crucial, também, será a exploração de como a inteligência artificial está a revolucionar o sector retalhista e de que forma a IA pode melhorar a personalização da experiência do cliente, optimizar a gestão de stocks, prever tendências de consumo e melhorar a eficiência operacional em espaços de retalho.

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    Edifício de escritórios e comércio em Boulogne-Billancourt, arredores de Paris, França

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    Corum totaliza investimento de 335 M€ em imobiliário comercial na primeira metade do ano

    As sete aquisições foram realizadas em vários países, de Espanha à Escócia, passando por imóveis na Irlanda, em Itália e também em França, tanto em escritórios como em espaços de comércio, além de imóveis industriais

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    Num contexto “desafiante” para a generalidade das gestoras de activos imobiliários, a Sociedade de Investimento Imobiliário (SII), de origem francesa, Corum Investments, com escritório em Portugal, investiu durante o primeiro semestre 335 milhões de euros com retornos elevados no momento da aquisição para entregar aos investidores dos seus fundos e que envolveu sete aquisições de imóveis comerciais.

    Estas aquisições foram realizadas num contexto de taxas de juro elevadas, que provoca um abrandamento do mercado imobiliário mas que constituiu também uma fonte de oportunidades para a Corum, que com o seu muito reduzido nível de endividamento e a confiança dos investidores, permite-lhe, na sua perspectiva, realizar aquisições com descontos relevantes.

    Os investimentos foram realizados pelos vários fundos da Corum, , em várias categorias de imóveis comerciais, tanto em escritórios como em espaços de comércio, além de imóveis industriais. As sete aquisições foram realizadas em vários países, de Espanha à Escócia, passando por imóveis na Irlanda, em Itália e também em França.

    Entre as aquisições realizadas destacam-se a de um edifício de escritórios e comércio em Boulogne-Billancourt, arredores de Paris, França, por um total de 99 milhões de euros, mas também a de um outro edifício de escritórios em Glasgow, na Escócia, por 56 milhões de euros, bem como um Retail Park em Cork, na Irlanda, que representou um investimento de 51 milhões de euros. Em Espanha, a Corum comprou um imóvel industrial arrendado, num contrato com uma duração de mais de 20 anos.

    “A Corum continua muito activa no mercado, fazendo jus à sua estratégia de investimento que procura as melhores oportunidades”, refere Miguel Costa Santos. “Realizámos várias aquisições a preços competitivos, que segundo a nossa análise apresentam retornos elevados, assegurando sempre aquilo que para nós é essencial: ter inquilinos de qualidade e que continuarão a ser inquilinos durante muito tempo, permitindo-nos continuar a cumprir, e até a superar, as metas de rentabilidade com que nos comprometemos com cada um dos nossos fundos”, acrescenta o country manager da Corum Portugal.

    Em comum, nas aquisições realizadas nestes primeiros meses todos os inquilinos têm contratos de longo prazo e uma yield média à data do investimento a subir, em comparação com os investimentos realizados em 2023.

    Além da rentabilidade obtida através das rendas cobradas aos inquilinos, a SII tem também tido a capacidade de realizar vendas de activos que se valorizaram desde o momento da sua aquisição. Nestes seis meses foram realizadas duas vendas que permitiram a realização de mais-valias que são distribuídas pelos investidores dos seus fundos. Entre as vendas do primeiro semestre, destaque para a de um edifício nos Países Baixos que gerou uma mais-valia bruta de 4,5 milhões de euros.

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