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Aquila Clean Energy inicia construção de nova central fotovoltaica em Coimbra

Esta central solar, que se prevê que entre em funcionamento em 2024, vai aumentar a capacidade de geração de energia verde no concelho de Coimbra e vai evitar a emissão de um total de 57 mil toneladas de CO2 todos os anos

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Aquila Clean Energy inicia construção de nova central fotovoltaica em Coimbra

Esta central solar, que se prevê que entre em funcionamento em 2024, vai aumentar a capacidade de geração de energia verde no concelho de Coimbra e vai evitar a emissão de um total de 57 mil toneladas de CO2 todos os anos

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A Aquila Clean Energy, a plataforma de energias renováveis da Aquila Capital na Europa, que desenvolve e opera projectos de energias renováveis com foco na energia solar e eólica, iniciou a construção da sua primeira central fotovoltaica na região centro de Portugal, em Coimbra. A Central Solar Fotovoltaica de Barcos está localizada na freguesia de Cernache, em Coimbra, e tem uma capacidade instalada de 48 MW.

Esta central solar, que se prevê que entre em funcionamento em 2024, vai aumentar a capacidade de geração de energia verde no concelho de Coimbra e vai evitar a emissão de um total de 57 mil toneladas de CO2 todos os anos, graças a uma produção de 71 GWh de energia renovável por ano. Essa produção será suficiente para garantir o abastecimento de energia eléctrica a 21 mil casas.

Este projecto terá, ainda, uma componente de preservação do património local, através da conservação de abrigos de pastores existentes na área de implantação da central, e será garantida uma monitorização intensiva da biodiversidade existente, procurando dessa forma diminuir o impacto desta estrutura.

“A nossa ambição é desempenhar um papel fundamental na transição energética de Portugal e acelerar a descarbonização da economia de uma forma sustentável. Por isso, este projecto é um novo passo na criação deste impacto ambiental e social positivo que queremos ter nas regiões onde operamos. Na central de Barcos, a nossa missão é ainda composta pela preservação da biodiversidade e do património local, características que distinguem a nossa operação, e naturalmente pela criação de empregos verdes que esta nova central solar vai impulsionar” afirma Manuel Fonseca e Silva, responsável de Desenvolvimento e Construção na Aquila Clean Energy em Portugal.

Actualmente, a Aquila Clean Energy gere uma carteira de cerca de 900MW em Portugal, em projectos de energia solar fotovoltaica tanto em fase de desenvolvimento, como já em operação. Em 2023, prevê-se iniciar a construção de mais 5 centrais solares em Portugal, com uma potência combinada de 330 MW.

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Sector privado pode salvar o estado? Mais de metade dos empresários acreditam que sim

Após a nomeação de Elon Musk para liderar um departamento de eficiência governamental nos Estados Unidos, mais de metade dos empresários inquiridos afirmam que gestores vindos do sector privado poderiam melhorar a gestão do Estado. O Barómetro KAIZEN™ inquiriu mais de 250 gestores, de médias e grandes empresas, que actuam no mercado português e que, no seu conjunto, representam mais de 35% do PIB nacional

O ambiente económico global está a ser marcado por uma desaceleração generalizada, resultante de incertezas políticas e económicas. As empresas portuguesas têm enfrentado desafios como a escassez de mão de obra qualificada e exigências crescentes por práticas sustentáveis.

Ainda assim, apesar deste contexto instável, a confiança dos gestores na economia nacional permanece inalterada, com uma pontuação de 12,7, ligeiramente superior ao valor de 12,6 registado na última edição do Barómetro Económico realizado em Novembro de 2024.

Do panorama político nacional à economia global: os desafios que moldam o futuro das empresas
A queda do governo português gerou um clima de incerteza, impactando directamente o cenário político e económico. Esta mudança tem causado apreensão entre os líderes empresariais, sobretudo quanto aos efeitos na estabilidade do país a curto e médio prazo. Ainda assim, 59% dos gestores inquiridos acreditam numa estabilização a curto prazo. Para estes líderes, o impacto político será temporário e não comprometerá os avanços estruturais já alcançados. Não obstante, a percepção sobre as consequências da queda do governo não é unânime: 33% dos inquiridos consideram que o cenário político aumentará a incerteza e as dificuldades económicas, enquanto 5% acreditam que a economia já se encontrava fragilizada antes da instabilidade política, vendo este factor apenas como mais um elemento no actual contexto já desafiante. Por outro lado, uma minoria dos inquiridos (3%) encara esta conjuntura como uma potencial oportunidade para redefinir o rumo político e económico do país.

Mais do que resistir à incerteza, a economia portuguesa tem demonstrado uma notável capacidade de adaptação. Mesmo num cenário de imprevisibilidade, as empresas têm ajustado estratégias e procurado soluções para manter a sua competitividade. Prova disso é que 70% dos gestores afirmam ter cumprido, ou até superado, os objectivos traçados para 2024, evidenciando a resiliência do tecido empresarial.

Outro tema de relevância nacional em destaque foi a identificação das principais áreas da Administração Pública que requerem maior intervenção e reestruturação, para melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços prestados. A Justiça surgiu como a área prioritária, apontada por 86% dos inquiridos, seguida da Saúde, com 79% dos votos.

Além de identificar as áreas mais críticas da Administração Pública, analisou-se, também, de que forma a sua gestão poderia ser optimizada. Questionou-se, então, os empresários portugueses sobre o impacto que os gestores do sector privado poderiam ter na melhoria da gestão do Estado. A reflexão surge em resposta à nomeação de Elon Musk para liderar um departamento de eficiência governamental nos EUA, destacando a busca por maior optimização na Administração Pública. Neste contexto, 38% dos empresários reconhecem a importância de trazer para o sector público práticas de eficiência e inovação focadas em resultados, acreditando que a experiência do sector privado pode impulsionar a optimização de processos e o desenvolvimento de soluções mais ágeis e eficazes, sem descurar a necessidade de um profundo conhecimento do funcionamento da Administração Pública. 25% dos gestores também corrobora com esta tese, afirmando que a experiência do sector privado pode trazer maior rigor e eficiência para a gestão pública.

No que diz respeito às relações comerciais internacionais, outro factor de preocupação para as empresas portuguesas são as possíveis tarifas que os Estados Unidos possam vir a impor sobre produtos da União Europeia. Embora tais tarifas ainda não tenham sido implementadas, 38% dos inquiridos consideram que o impacto potencial seria moderado, pois acreditam que existem alternativas para contornar os desafios, como a diversificação de mercados ou ajustes nas cadeias de abastecimento. Já 31% dos empresários avaliam que o impacto seria elevado, uma vez que algumas empresas seriam bastante prejudicadas, ainda que o efeito global pudesse ser moderado. Para 15% dos inquiridos, o impacto seria muito elevado, podendo afectar substancialmente sectores estratégicos da economia. 16% dos gestores acreditam que o impacto seria reduzido ou nulo, com pouca influência sobre a maioria das indústrias.

“Os resultados deste Barómetro demonstram que, num contexto de incerteza económica e instabilidade política, as empresas portuguesas continuam a demonstrar uma notável capacidade de adaptação. A chave para a competitividade reside na conjugação de três factores essenciais: eficiência operacional, inovação tecnológica e uma cultura de melhoria contínua. Mais do que reagir às mudanças, é fundamental antecipá-las e transformar desafios em oportunidades de crescimento sustentável.”, afirma António Costa, CEO do Kaizen Institute.

O Barómetro Kaizen é um estudo de opinião desenvolvido semestralmente pelo Kaizen Institute, em Portugal, junto de administradores e gestores de médias e grandes empresas, que actuam no mercado português, sobre a sua perspectiva quanto a temas de actualidade, à evolução da economia e do seu negócio, perspectivando tendências e desafios.

A edição de março do Barómetro KAIZEN™ inquiriu mais de 250 gestores de empresas que representam, no seu conjunto, mais de 35% do PIB de Portugal.

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Corticeira Amorim e Rockwell Group promovem a cortiça em Milão

Inovação, design e sustentabilidade vão marcar a participação do grupo português líder mundial em cortiça na mais importante certame mundial de design: a Milan Design Week

A Corticeira Amorim, numa estreita colaboração com o Rockwell Group, empresa internacional de arquitectura e design, irá estar presente na Milan Design Week, em Itália, de 8 a 13 de Abril. Esta participação será concretizada através da exposição imersiva Casa Cork, concebida por David Rockwell, desenvolvida no âmbito de Cork Collective, o programa de sustentabilidade centrado na recolha e reciclagem de rolhas nos EUA, fundado pela Corticeira Amorim com outros parceiros, com o objectivo de reduzir o desperdício e promover a economia circular.

Aliando inovação, design e sustentabilidade, Casa Cork by David Rockwell acolhe uma vasta programação, dando a oportunidade aos visitantes de conhecerem a fundo o mundo da cortiça, da floresta ao produto e, deste, à sua reciclagem, através de uma experiência interactiva, da participação em workshops e palestras e de uma mostra de produtos inovadores e de designers internacionais, que destacam a versatilidade da cortiça, um dos materiais mais sustentáveis do mundo. Adicionalmente, este espaço será palco para a apresentação dos seis projectos vencedores do Concurso de Design para Estudantes, desenvolvido pelo Cork Collective com o apoio da Amorim Cork Solutions e da Amorim Cork Itália, envolvendo estudantes da Parsons School of Design de Nova Iorque e do Politecnico di Milano.

Casa Cork by David Rockwell funcionará, assim, como um laboratório vivo, demonstrando como a cortiça pode ser integrada de forma sustentável e criativa em projectos de arquitectura e design.

António Rios de Amorim, presidente e CEO da Corticeira Amorim afirma “Estamos muito entusiasmados por regressar à Milan Design Week, no âmbito desta parceria com o Rockwell Group, para promover a cortiça portuguesa em Itália, um mercado estratégico e tão relevante para a Corticeira Amorim. Casa Cork apresenta a cortiça como um super material, demonstrando a sua performance, sustentabilidade e factor premium, cruzando as duas mais relevantes áreas da Corticeira Amorim – rolhas e aplicações técnicas –, assim promovendo esta indústria singular e fomentando práticas mais sustentáveis.”

“Através da promoção de campanhas de recolha e reciclagem de rolhas a nível internacional, temos procurado transformar a percepção do público, informando e sensibilizando para que reconheçam que uma rolha de cortiça não é um resíduo. Pelo contrário, é uma matéria-prima natural, que pode ganhar uma nova vida, ser transformada em novas e diversas aplicações. Em Portugal, também estamos profundamente empenhados neste objectivo, procurando criar condições para a recolha selectiva de rolhas de cortiça usadas, promovendo a sua reciclagem e, assim, contribuindo também para um futuro mais sustentável.” acrescenta.

Por sua vez David Rockwell, fundador e presidente do Rockwell Group, afirma “Estou muito satisfeito com esta colaboração e com a programação que organizámos para Casa Cork. Não consigo imaginar um ambiente melhor para aprender sobre este material incrível e as formas como nos pode ajudar a agir de acordo com o nosso imperativo de conceber de forma mais inteligente e sustentável. Na Casa Cork a comunidade do design terá oportunidade de ouvir a reflexão e o testemunho de alguns dos mais destacados criativos que que trabalham na vanguarda do design sustentável.”

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ERA fecha trimestre nos 28M€ de facturação e crescimento de 32%

A ERA Portugal acaba de divulgar os resultados da operação referentes ao 1º trimestre de 2025. A boa performance de 2024 mantém-se nos primeiros três meses deste ano com os principais indicadores a baterem recordes

tagsERA

A ERA facturou 28 milhões de euros no 1º trimestre de 2025 (+32% face ao período homólogo). Este registo torna-se no melhor de sempre da empresa neste período do ano.

O maior destaque foi o mês de Março, com 11 milhões de euros (+48% face a Março de 2024), atingindo a terceira melhor facturação mensal de sempre.
“Os incentivos para a compra de casa lançados pelo Governo em 2024 continuam a ter um impacto significativo no mercado. Se juntarmos esta realidade ao excelente trabalho desenvolvido pela nossa rede, parece-me seguro afirmar que, se não ocorrer nenhum outro cataclismo nacional ou internacional, teremos um 2025 novamente bastante dinâmico não só para nós como para todo o sector” considera Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

A ERA ultrapassou as 3100 transacções no 1º trimestre do ano (+14% vs. 2024). Isto significou um volume total de negócios mediados de 566 milhões de euros /+37,7% vs. 2024). Já o preço médio dos imóveis residenciais fixou-se nos 195.000€ (+14% na comparação com o mesmo período do ano anterior).

A falta de oferta continua a sentir-se e, no caso da operação da ERA, registou-se um um decréscimo de -10% nas angariações do 1º trimestre face ao período homólogo. Ainda assim, verificou-se uma ligeira recuperação em relação ao último trimestre do ano de 2024 (+2%). De Janeiro a Março de 2025, a ERA registou mais de 8800 novas angariações de imóveis.

No 1º trimestre de 2025, a ERA bateu o recorde absoluto de cliente compradores ao registar mais de 97.000 novos clientes (+33% vs. o período homólogo e +24% vs. o trimestre anterior).

O mês de Janeiro, com mais de 35.000 novos contactos, coincidindo com a entrada em vigor da garantia pública, destacou-se como o melhor período do trimestre a nível deste indicador.

Já do lado da oferta, a ERA registou 17.000 potenciais clientes vendedores. Este número mantém a tendência verificada no período homólogo de 2024, e representa um crescimento de +13% face ao último trimestre de 2024.

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Emirados Árabes Unidos recebem empresas portuguesas no Dubai Wood Show 2025

A Indústria da Madeira e do Mobiliário em Portugal continua a expandir a sua presença em mercados extracomunitários. O próximo destino desta estratégia de expansão é o certame “Dubai Wood Show” que se realiza de 14 e 16 de Abril

Entre 2010 e 2024, as exportações da Fileira da Madeira e do Mobiliário aumentaram 95%, passando de 1,55 mil M€ para 3,03 mil M€. Este crescimento foi impulsionado tanto pelo mercado intra-UE (+85%) quanto pelo mercado extra-UE (+128%), com destaque para os produtos de “Mobiliário, Colchoaria e Iluminação”, que registaram um crescimento de 145% fora da União Europeia.
Dando continuidade a este percurso, a Associação das Indústrias da Madeira e do Mobiliário de Portugal, AIMMP, organiza, entre os dias 14 e 16 de Abril de 2025, a participação portuguesa no Dubai Wood Show, o maior evento do sector da madeira e mobiliário nos Emirados Árabes Unidos. Nesta edição, a delegação nacional será composta pelas empresas MBN Group, Portilame, Revesperfil, Ribadao Wood Boutique, SimplyCeram, Temahome, TradingTimber e X8 Solutions Group. A representação portuguesa estará localizada no Hall 6, Stand A 01, e na área de meeting point, proporcionando um ponto de encontro privilegiado para as empresas nacionais promoverem os seus produtos e criarem parcerias internacionais.
“A presença portuguesa em mercados fora da Europa vem validar e confirmar a assertividade da estratégia de promoção internacional do sector seguida nos últimos 10 anos pela AIMMP”, destaca Vítor Poças, presidente da AIMMP
A aposta na internacionalização tem sido fundamental para o sector da Madeira e Mobiliário em Portugal. O crescimento sustentado das exportações para mercados fora da União Europeia demonstra a capacidade das empresas nacionais para competir em cenários exigentes e altamente dinâmicos.
Os cinco principais mercados de destino intra-UE em 2024 foram Espanha (33%), França (26%), Alemanha (5%), Países Baixos (3%) e Bélgica (2%). Já no mercado extra-UE, os principais destinos foram Reino Unido (6%), EUA (5%), Eslováquia (2%), Marrocos (1%) e Suíça (1%).
“A presença portuguesa em feiras internacionais como o Dubai Wood Show é crucial para o fortalecimento da nossa indústria, permitindo-nos expandir a rede de contactos e apresentar a qualidade e inovação do design português a um público influente e altamente qualificado”, destaca Vítor Poças, presidente da AIMMP.
O Dubai Wood Show é uma das mais importantes plataformas de networking e negócios business-to-business no sector da madeira e mobiliário, reunindo decisores de todo o mundo. Para as empresas portuguesas, esta feira representa uma oportunidade única para apresentar soluções inovadoras e estabelecer relações comerciais em mercados de elevado potencial.
A participação de Portugal neste evento sublinha a força e a diversidade da indústria nacional, evidenciando a sua capacidade de adaptação às tendências globais e reforçando o estatuto do país como um player relevante no sector.

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Exponor recebe Empack e Logistics & Automation Porto a 9 e 10  de Abril

A 9.ª edição da única feira nacional que abastece toda a cadeia de valor da fileira mostra como a automação inteligente, as embalagens sustentáveis e a logística verde podem reduzir custos, minimizar impactos ambientais e impulsionar a competitividade empresarial. Mais de 40% dos 90 operadores económicos confirmados vêm de Espanha, Alemanha, Irlanda, Itália e Suécia

Chama-se Japet.W+ (na imagem), combina a engenharia e a tecnologia avançadas corporizadas pela iDR – Domótica e Robótica e é um exoesqueleto activo projectado para proteger a coluna durante o trabalho e, assim, reduzir o risco de lesões e acidentes, aliviando o esforço na zona lombar dos trabalhadores do sector logístico. O equipamento – que é o único exoesqueleto motorizado que preserva as costas dos utilizadores durante todos os movimentos, limitando o impacto na coluna vertebral durante a manipulação de cargas – é apenas uma das muitas inovações em destaque durante a Empack e Logistics & Automation Porto 2025, que decorrerá de 9 a 10 de Abril na EXPONOR, em Matosinhos, sob organização da Easyfairs.

No único evento nacional que representa e abastece – de soluções e conhecimento – toda a cadeia de valor das áreas da embalagem e da (intra)logística estará também sob os holofotes um outro membro da família exoesquelética, Artus de seu nome. Trata-se de uma solução, de primeira geração, que impede os dedos dos utilizadores de fazerem… o que não devem. Ou seja, foi concebido principalmente para evitar que as articulações digitais dos trabalhadores se estendam em demasia. Mas também oferece protecção contra cortes e esmagamentos. Um recurso com que a empresa pretende “mudar o sector do suporte ergonómico e dos exoesqueletos para os dedos”.
Muitas das mudanças operadas e das inovações em curso no circuito de todo o sector, nos últimos 10 anos, passa(ra)m pela Empack e Logistics & Automation Porto, que vai crescer 30% em número de empresas expositoras nesta edição. Dos 90 operadores económicos que já confirmaram presença até à data, cerca de 43% são estrangeiros. De Espanha, sobretudo, mas também provenientes da Alemanha, Irlanda, Itália e Suécia.

E haverá muitas novidades para assimilar durante os dois dias do certame. Por onde passarão sistemas robóticos com inteligência artificial (IA) para armazenamento multidireccional de paletas; soluções de nova geração em impressão e codificação; recursos inovadores de rastreamento de padrões de erro e minimização de inactividade no processo de picking; novos materiais e consumíveis com grande incorporação de factores de sustentabilidade ambiental; paletas higiénicas (ideais para acondicionar e movimentar produtos especiais, como alimentos, fármacos, cosméticos e químicos) e paletes verdes (ecológicas, feitas com resíduos); softwares de gestão de armazenamento com IA integrada; dispositivos de mapeamento térmico e de partículas em suspensão em diferentes tipologias de espaços de trabalho; contentorização revolucionária para transporte de diferentes volumes e uma enorme variedade de equipamentos, produtos e serviços, que servem quase 30 segmentos de actividade em exposição.
Perto de 30 conferências: Andrea Iorio é keynote speaker
A Empack e Logistics & Automation Porto 2025 acontece num momento em que o sector português de embalagem começou já a pesar – e a ultrapassar – os impactos (mais e menos imediatos) das novas regras europeias para os plásticos de utilização única e a diminuição das embalagens para evitar desperdício. Um tema que ver-se-á espelhado na feira em dois momentos de reflexão, no programa de conferências (perto de 30 iniciativas), que leva à tribuna protagonistas multissetoriais de alto nível.
O keynote speaker da exposição é desta vez Andrea Iorio, um dos palestrantes internacionais que mais se tem distinguido na abordagem da transformação digital, inteligência artificial, inovação e empreendedorismo, na intersecção dos temas com os negócios, a filosofia e a neurociência. “Inteligência híbrida: as novas competências profissionais na era da Inteligência Artificial” é o tema da palestra em agenda, a 9 de abril.
Mas o acontecimento tem uma grande variedade de temas em debate: os têxteis do futuro e a reinvenção da cadeia de abastecimento do sector, a logística automóvel em transformação e a sua competitividade, a digitalização nas operações logísticas do retalho, as tendências e a inovação no packaging do sector vinícola, a gestão dos resíduos, o design sustentável, a ascensão dos parques logísticos, estudo de casos de cadeias e abastecimentos logísticos e muito mais.
Nada falta à mostra, que até dispõe de uma bolsa de emprego a decorrer durante a feira, para captação de recursos humanos em operadores no setor, que deles têm falta, como é reconhecido por vários agentes.

De acordo com Oscar Barranco, Managing Director da Easyfairs Iberia e Diretor da Empack e Logistics & Automation Porto 2025, o tecido empresarial luso “tem conseguido adaptar-se às novas configurações do negócio, investindo cada vez mais em automação e soluções logísticas inteligentes – realidade que, ano após ano, tem sido inclusivamente espelhada no evento representativo de toda a fileira em Portugal”.
Não obstante todos os progressos, a malha operacional instalada “enfrenta desafios que exigem uma abordagem estratégica e, igualmente, inovadora”. Entre eles estão os relativos à sustentabilidade e à redução da pegada de carbono, que estão a pressionar as empresas a adoptar soluções crescentemente mais sustentáveis. Por outro lado, a digitalização e a cibersegurança, estão igualmente a “comportar reptos extra aos operadores da área”. E “é crucial investir flagrantemente em cibersegurança para proteger dados sensíveis e garantir a continuidade dos negócios”, salienta.

Sobre o autorManuela Sousa Guerreiro

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Porto Business School debate sinergia energética África – Europa

Promovido pelo Africa Futures Center do Innovation X Hub, o seminário, que acontece esta sexta-feira, dia 4 de Abril, irá contar com a presença da ministra do Ambiente e Energia

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Promovido pelo Africa Futures Center do Innovation X Hub, o seminário irá contar com a presença da ministra do Ambiente e Energia

O Innovation X Hub da Porto Business School, através do Africa Futures Center, promove esta sexta-feira, dia 4 de Abril, às 17h30, o seminário “Diálogo África-Europa – Sinergias para um Futuro Sustentável”. No contexto actual, em que a Europa avança na transição para a neutralidade carbónica com o Pacto Ecológico Europeu, enquanto África enfrenta o duplo desafio de garantir o crescimento económico e o acesso a energia sustentável para a sua população, o encontro visa debater a importância da cooperação energética entre os dois Continentes para alcançar um futuro mais sustentável.

O evento será um ponto de encontro de especialistas, académicos e decisores políticos, com destaque para a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria de Graça Carvalho, e de Marco António Costa, partner da PMC-Sociedade de Advogados e membro do advisory board do Africa Futures Center, que irão debater as oportunidades e dificuldades no sector energético, com ênfase na criação de políticas estratégicas para uma transição responsável. Neste âmbito, estarão em destaque temas como a capacitação de novos profissionais na área da energia, o desenvolvimento de tecnologias limpas e acessíveis e a criação de políticas energéticas colaborativas, com impacto local e global.

O encontro irá também explorar a contribuição das universidades e escolas de gestão para a investigação, formação e inovação, motores de mudança no sector energético. Estas instituições académicas assumem, assim, um papel estratégico na criação de pontes de conhecimento e na promoção de soluções adaptadas às realidades específicas de cada região.

O seminário é aberto ao público e conta com participação gratuita, mas sujeita a inscrição. prévia.

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Geberit lança placas de descarga ultrafinas

A empresa destaca os quatro milímetros de espessura e a disponibilidade numa grande variedade de acabamentos e materiais, define tendências com o seu design minimalista e formato panorâmico

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A Geberit, especialista em louça sanitária e tecnologia para a casa de banho, está a lançar no mercado este ano “novas e exclusivas placas para a descarga da água da sanita”. Entre elas, o modelo Sigma40 destaca-se nos modelos round e square. Com apenas quatro milímetros de espessura e disponível numa grande variedade de acabamentos e materiais, define tendências com o seu design minimalista e formato panorâmico.

Em comunicado, a empresa explica o lançamento de uma nova placa de descarga ultrafina em formato panorâmico com o modelo Geberit Sigma40. Com apenas quatro milímetros de espessura, é mais fina, mais larga e mais curta do que uma placa de descarga padrão. Além da sua aparência minimalista, a Sigma40 oferece uma grande variedade de designs. Em duas versões, round e square, estas placas de descarga dupla economizadoras de água estão disponíveis em vários acabamentos e materiais, desde aço inoxidável escovado em tons metalizados até vidro e aço em diferentes combinações de cores e com um revestimento anti-dedadas easy-to-clean (muito fácil de limpar). Também está disponível na versão para a descarga de urinóis, com design a condizer, o que proporciona total harmonia à estética da casa de banho. De acordo com a Geberit, a solução é especialmente atraente para os utilizadores mais exigentes e amantes do design. A elevada qualidade da sua produção reflecte-se na textura única da superfície do aço inoxidável escovado ou na elegância do acabamento de vidro. “Em modelos tão simples e minimalistas é essencial prestar muita atenção aos detalhes. E foi exactamente isso que fizemos”, explica o designer Christoph Behling.

Solução é “inovador mecanismo”
O processo de produção da placa de descarga para torná-la o mais fina possível apresentou
uma série de desafios: “Ficou claro desde o início que o sistema de montagem padrão não seria compatível com uma placa de descarga tão fina”, lembra Pascal Brändli, da equipa de desenvolvimento de produtos da Geberit. A solução veio em forma de um inovador mecanismo de encaixe à pressão, que não só cumpre o objectivo de manter a espessura mínima da placa de descarga, mas também tem um processo de montagem muito intuitivo para o instalador. Para garantir que a estrutura de montagem oferecesse a resistência e a estabilidade necessárias, apesar da sua espessura de apenas dois milímetros, o plástico foi reforçado com fibras de vidro. “O conhecimento que adquirimos será extremamente valioso para o desenvolvimento de futuras placas de descarga”, afirma Pascal Brändli com entusiasmo.

Webinars vão continuar este ano
O lançamento da Sigma40 surge numa altura em que a Geberit está a promover novos
webinars gratuitos, com a ideia de disponibilizar a sua expertise de mais de 150 anos e contribuir, assim, para melhorar a casa de banho de sempre, tanto em projectos novos como em reformas. A iniciativa da Geberit de apoiar a profissão através de formações online começou em 2020 e, desde então, conseguiu um grande sucesso tanto de participação como de feedback por parte dos participantes. Estes novos cursos online são dirigidos tanto aos profissionais que desenham e realizam reformas integrais de casas de banho como àqueles que projectam e levam a cabo as instalações e querem oferecer valor acrescentado aos
seus clientes. Estruturados em sessões independentes de aproximadamente uma hora, os webinars serão realizados por vários especialistas da equipa de profissionais. “Renovação da casa de banho com a Geberit passo a passo” é o título do webinar de 3 de Abril, enquanto que a 24 de Abril a temática é “Conheça as novidades Geberit 2025”.

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Transfor celebra 25 anos e reforça posição no sector

Em 2025, o Grupo arranca com uma carteira contratada de 250 milhões de euros e uma previsão de duplicação do volume de negócios face ao ano anterior

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O ano de 2025 marca um momento simbólico e estratégico para o Grupo Transfor: a celebração dos seus 25 anos de actividade. Um quarto de século depois da sua fundação, a empresa chega a este marco com o “melhor desempenho de sempre” e com um posicionamento cada vez mais “sólido e disruptivo” no sector da engenharia e construção em Portugal.

Em comunicado, a empresa considera que o percurso de crescimento sustentado nos últimos anos tem sido impulsionado pelo Plano de Transformação Organizacional entre 2020 e 2024, que permitiu ao Grupo Transfor atingir, em 2024, um crescimento de 50% no volume de negócios, melhoria de rentabilidade em 30% e a integração de mais de 100 novos colaboradores.

“Este ciclo estratégico consolidou as quatro unidades de negócio da Transfor e criou as bases para uma nova etapa de expansão”, reforça.

Em 2025, o Grupo arranca com uma carteira contratada de 250 milhões de euros e uma previsão de duplicação do volume de negócios face ao ano anterior. Esta trajectória reflecte não só a capacidade de execução da empresa, mas também a sua visão estratégica, alicerçada na industrialização do sector, inovação tecnológica e reforço da sua capacidade produtiva.

A criação, em 2024, de uma nova unidade fabril com mais 3.000 m² no parque industrial de Fátima, focada na construção modular e off-site, reforça esta aposta. Iniciado em 2023, o desenvolvimento destas soluções surge como resposta concreta a desafios estruturais do sector, como a escassez de mão de obra e a necessidade de práticas mais sustentáveis e eficientes.

Com uma estrutura accionista centrada no seu fundador e CEO, Tiago Marto, o Grupo mantém-se focado em oferecer soluções integradas, apoiando os seus clientes desde o conceito até à entrega final.

Atualmente com 310 colaboradores, a Transfor prevê atingir os 400 até ao final de 2026.

O plano estratégico para o triénio 2025-2028 contempla a expansão do parque industrial existente (actualmente com 11.000 m²), com forte investimento na robotização da carpintaria e serralharia industrial, e na ampliação da capacidade de produção modular. Em paralelo, está previsto um novo complexo industrial no Sul do País, com um investimento inicial na ordem dos 10 milhões de euros, que permitirá reforçar a presença nacional de todas as unidades de negócio.

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ADENE lança versão portuguesa do relatório ‘Financiamento de Energias Limpas em África”

O lançamento online da tradução portuguesa do relatório Financiamento de Energias Limpas em África, organizado pela Agência Internacional de Energia (AIE) em parceria com a ADENE terá lugar amanhã, 3 de Abril 

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tagsADENE

Esta publicação da AIE, preparada em colaboração com o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento, foi apresentada durante a Cimeira Climática de África realizada em Nairobi (Quénia). Com o apoio do Governo de Portugal e da ADENE, a versão da publicação em português será agora disponibilizada ao público de língua portuguesa em todo o mundo.

O relatório apresenta uma análise detalhada do financiamento necessário para impulsionar a transição energética em África, uma região que representa um quinto da população mundial, mas que, em 2022, atraiu apenas 3% do investimento global em energia.

A publicação reúne mais de 85 estudos e 40 entrevistas com stakeholders, identificando formas inovadoras de atrair investimentos, reduzir o custo do financiamento de projectos de energia renovável e aumentar a disponibilidade de capital. O relatório analisa também o papel das instituições financeiras locais e regionais, e propõe soluções para melhorar o perfil de risco dos projectos no Continente africano, visando facilitar a captação de recursos financeiros.

A tradução para português visa garantir que este conteúdo crucial esteja acessível aos países lusófonos, permitindo que as conclusões e as recomendações do relatório possam ser aplicadas no contextos dos PALOP, onde a transição energética e a implementação de políticas de energias renováveis são desafios e prioridades cada vez mais evidentes.

O lançamento contará com a participação de representantes de alto nível, incluindo a directora executiva adjunta da Agência Internacional de Energia, Mary Burce Warlick, o secretário de Estado da Energia de Portugal, Jean Barroca, o presidente da ADENE, Nelson Lage, e o vice-presidente do Banco Africano de Desenvolvimento, Kevin Kariuki.

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Manuel Teodoro dos Santos, director operacional Weddo Living
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LDC Group adquire Weddo Living e reforça aposta na gestão de arrendamento

Esta aquisição marca “uma nova fase” para a empresa, consolidando o seu posicionamento como “referência na gestão de arrendamentos em Portugal” e com a qual ganha acesso a uma rede nacional mais ampla

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A Weddo Living, anteriormente designada PM2, inicia um novo capítulo com a sua integração na LDC Group. Esta aquisição marca “uma nova fase” para a empresa, consolidando o seu posicionamento como “referência na gestão de arrendamentos em Portugal” e com a qual ganha acesso a uma rede nacional mais ampla e a sinergias que lhe permitirão expandir a sua oferta de serviços.

“Temos de continuar a elevar o sector imobiliário e a profissionalizar os diferentes serviços que oferecemos. O mercado de arrendamento tradicional é complexo, as leis mudam constantemente, e é preciso efectivo conhecimento para poder navegar de forma adequada neste mundo. A realidade em que o senhorio recebe as rendas sem preocupações e esforço não existe. Por outro lado, queremos que os inquilinos deixem de ter uma má experiência em arrendar, por falta de proactividade do senhorio, ou falta de manutenção necessária no imóvel”, afirma Manuel Teodoro dos Santos, director operacional da empresa.

Com um modelo de serviço 360º, a Weddo Living continuará, assim, a oferecer uma gestão completa dos imóveis, desde o planeamento do investimento até à administração e manutenção, agora com uma capacidade de distribuição reforçada através das unidades LDC e FAAZ.

Actualmente presente em Lisboa, Porto e Algarve, a Weddo Living tem como objectivo alargar a sua presença a todo o território nacional. “Queremos ser líderes nacionais na gestão de arrendamento. O mercado imobiliário tem estado em constante crescimento nos últimos anos, e não são só os estrangeiros que compram. Os portugueses representam uma fatia grande dos compradores, e cada vez mais procuram soluções que lhes permitam investir com segurança. A Weddo Living, quer acompanhar este crescimento, e dar resposta às necessidades do mercado”, acrescenta Manuel Teodoro dos Santos.

A aposta na profissionalização do sector e na democratização do serviço de gestão de arrendamento será, assim, um dos eixos centrais da empresa.

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