EDP financia nove projectos de acesso a energia limpa em África
A EDP vai apoiar mais nove projectos que promovem o acesso a energia renovável em comunidades remotas e vulneráveis em quatro países africanos: Moçambique, Nigéria, Angola e Maláui. O financiamento total de um milhão de euros é garantido pelo Fundo A2E

CONSTRUIR
Grupo Norfin anuncia construção de hotel da marca JW Marriott
CBRE representa 42% das colocações de flex offices no mercado em 2024
Geberit lança placas de descarga ultrafinas
APAL lança “Parceiros”
Contratos de empreitada apresentam crescimento “expressivo” até Fevereiro
Transfor celebra 25 anos e reforça posição no sector
Cushman & Wakefield reforça equipa de Retalho
ADENE lança versão portuguesa do relatório ‘Financiamento de Energias Limpas em África”
Devo vender a casa sozinho ou recorrer a uma imobiliária? Prós e contras
MCA celebra contrato de 15M€ com linha de crédito britânica
Apoio de um milhão de euros, no âmbito da quarta edição do Fundo de Acesso à Energia, reforça estratégia de impacto social da EDP em economias emergentes e o seu foco em assegurar uma transição energética justa. Os projectos agora seleccionados irão beneficiar perto de um milhão de pessoas nos quatro países africanos. O financiamento total de um milhão de euros – garantido pelo Fundo A2E (Access to Energy) – terá impacto directo em áreas prioritárias como a saúde, agricultura, educação ou acesso a água potável, envolvendo mais de um milhão de beneficiários directos e indirectos.
O recurso a energia solar descentralizada e a tecnologias de armazenamento de energia estão na base de todos os projectos seleccionados nesta quarta edição do Fundo A2E, num total de 158 candidaturas. Entre esses projectos, destacam-se, por exemplo, um sistema de malas solares que fornecem energia para maternidades, micro-redes eléctricas para abastecer postos clínicos, sistemas solares para produção agrícola ou câmaras frigoríficas em mercados locais.
“O acesso a electricidade é crucial para garantir a segurança e o desenvolvimento de qualquer comunidade – e é um problema impactante em muitas comunidades remotas ou em situações mais vulneráveis na África Subsariana. O nosso compromisso, agora reforçado com o financiamento de mais nove projectos, é de continuar a contribuir para facilitar esse acesso a energia limpa, segura e a baixo custo nestas comunidades, e assim promover a inclusão energética”, adianta Vera Pinto Pereira, administradora da EDP, responsável pela estratégia global de impacto social do grupo.
Mais um milhão de pessoas beneficiadas
A Nigéria, com quatro projectos, e Moçambique, com três, voltam a ser os países com mais propostas seleccionadas nesta quarta edição do Fundo A2E. No que diz respeito à Nigéria, os promotores escolhidos são a We Care Solar (energia para maternidades), a Konexa (electrificação de postos clínicos e comunidades adjacentes), a Reeddi (cápsulas solares para famílias e pequenos negócios) e a Optimal Greening Foundation (projecto de água potável e saneamento básico).
Em Moçambique, as entidades seleccionadas foram a Associação Educafrica (electrificação de equipamentos escolares e comunitários numa ilha piscatória), a ADPP Moçambique (sistema de refrigeração para mercado de peixe) e a Fundación Energia sin Fronteras (electrificação de herdade agrícola de orfanato). A Fundação Cuerama, com um projecto de electrificação de equipamentos que servem uma comunidade, é o promotor seleccionado em Angola, e a aQysta Malawi, com um sistema de processamento agrícola alimentado a energia solar, é o projecto escolhido no Maláui.
Com esta quarta edição do Fundo A2E – fundo de responsabilidade social corporativa que duplicou o valor de financiamento para um milhão de euros em 2022 –, a EDP dá continuidade ao programa iniciado em 2018. Nas três edições anteriores, o fundo já disponibilizou um total de 1,5 milhões de euros para apoiar 20 projectos em sete países africanos (Angola, Maláui, Moçambique, Nigéria, Quénia, Ruanda e Tanzânia) que contribuíram para melhorar a vida de 80 mil pessoas directamente e indirectamente, mais de um milhão. Um impacto positivo que sai reforçado nesta nova edição do programa, estimando-se que beneficie directamente mais de 40 mil pessoas e, indiretamente mais de 900 mil nesses territórios.