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    Novo projecto residencial Gaia Hills com investimento belga

    Numa co promoção com os grupos belgas Thomas & Piron e Promiris, o novo projecto residencial representa um investimento de 85 M€ e contempla a construção de oito edifícios, num total de 256 apartamentos

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    Novo projecto residencial Gaia Hills com investimento belga

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    Na margem esquerda do rio Douro, outrora denominada Quinta do Vale de Amores, em plena zona ribeirinha, Vila Nova de Gaia, está a nascer um novo empreendimento residencial, o Gaia Hills. O projecto prevê construção nova, através da edificação de oito edifícios habitacionais para acolher até 256 apartamentos T0 a T5.

    Projectado ao longo de quatro a cinco pisos, agrega uma área total de construção acima do solo a rondar os 30.500 m2. Gaia Hills conta com a promoção dos grupos belgas Thomas & Piron e Promiris, num investimento total de cerca de 85 milhões de euros. O projecto arquitectónico conta com a assinatura do Gabinete Saraiva + Associados.

    “Gaia Hills é um projecto verdadeiramente diferenciador. A localização prime, na primeira linha de rio, confere a este projecto uma vista impactante sobre o rio Douro, a que acresce toda uma ampla zona verde envolvente. A qualidade da construção, a par da funcionalidade dos apartamentos, as áreas exteriores exclusivas e o estacionamento privativo, são, juntamente com a localização e vistas, sinónimo de qualidade de vida. Acreditamos por isso no seu sucesso”, assegura David Carreira, Senior Project Manager da Thomas & Piron.

    Com uma vista panorâmica sobre o Douro, em plena zona ribeirinha, o projecto materializa-se num empreendimento residencial direccionado para famílias. Os valores dos apartamentos deverão situar-se entre os 150 e os 900 mil euros. Segundo as promotoras, este conceito residencial distintivo está alinhado com as tendências actuais de estilo de vida e pretende atrair residentes que apreciem viver na natureza. Desenvolvido em duas fases, o arranque da construção está previsto para o segundo semestre de 2022.

    “A vista panorâmica sobre o rio Douro, a localização singular e a qualidade de construção, fazem do Gaia Hills a morada ideal para quem procura viver com qualidade e na natureza. É ainda uma oportunidade de investimento seguro, dado o projecto acentuar detalhes de excelência, pelo que estamos confiantes que terá bastante procura”, consubstancia Christian Terlinden, Managing Partner da Promiris.

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    Coldwell Banker vende Chalet Mayer em Sintra

    A Coldwell Banker vendeu o Chalet Mayer, em Sintra. Projetado pelo arquiteto italiano Luigi Manini no século XIX, o histórico conjunto de edifícios vai ser transformado num boutique hotel. O negócio superou a marca de um milhão de euros

    O Chalet Mayer foi comercializado por um valor que superou a marca do um milhão de euros, tendo sido mediado pela Coldwell Banker Luxus. A imobiliária, que também conta no seu portfolio com o Paço dos Ribafria em Sintra, mais conhecido por Casa Pombal, o historiado palacete que pertenceu ao Sebastião José de Carvalho e Mello, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, vê mais um edifício histórico ser vendido, depois de, em Novembro de 2023, ter transacionado também uma das mais emblemáticas propriedades de Sinta, a Quinta de Santo António da Serra, obra do reputado arquitecto Vasco Regaleira.

    Situado na situada numa zona Área de Reabilitação Urbana (ARU) e classificado como edifício de conservação, o chalet será objecto de obras de reabilitação destinados a preservar a identidade e integridade do edifício. Construído em 1897, o edifício é um exemplo da arquitectura da época e testemunho da opulência da alta aristocracia da época.

    Projectado pelo arquitecto, pintor e cenógrafo italiano Luigi Manini, famoso pelo seu trabalho em edifícios icónicos como o Teatro S. Carlos, o Teatro D. Maria II e a Quinta da Regaleira e o Palácio de Buçaco.

    Adquirido em 1927 por José Mayer, que deu o nome ao Chalet e herdado por seus filhos, Augusto e Ivo Mayer. O Chalet Mayer foi o palco na qual estes irmãos viveram um impacto significativo na cultura e música portuguesa, especialmente no jazz. Como sócios fundadores do Hot Club de Portugal, registaram momentos históricos de visitas e concertos de grandes nomes do jazz em Portugal, como Sidney Bechet, Count Basie e Louis Armstrong.

    “Estamos extremamente orgulhosos de poder trabalhar em edifícios históricos como o Chalet Mayer. Estas Casas com História são de grande importância para uma marca como a Coldwell Banker, que procura preservar e fazer crescer seus 118 anos de história”, afirma a propósito da venda Frederico Abecassis CEO da Coldwell Banker Portugal. “Como a imobiliária mais antiga do mundo, temos um compromisso acrescido de honrar a herança e a integridade dos imóveis que representamos, assim como de garantir que estes pedaços da nossa cultura são preservados e reconhecidos”, conclui Frederico Abecassis.

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    Santos House é a próxima abertura da Ando Living em Portugal

    A reabilitação de um edifício com quase 400 anos de história no bairro lisboeta de Santos vem acrescentar 33 novas unidades de alojamento à marca de hospitalidade. Os portugueses estão entre os principais compradores dos apartamentos.

    Ao mesmo tempo que continua a sua expansão pela Europa, com o novo edifício de apartamentos turísticos em Madrid a abrir já este ano, a marca Ando Living reforça a sua presença em Portugal, país onde foi fundada há cerca de seis anos.

    A marca de hospitalidade lifestyle que alia apartamentos turísticos com serviços a um conjunto de comodidades nos clubhouses vai inaugurar, no primeiro trimestre de 2025, o Ando Living Santos House, em Lisboa, um edifício histórico cuja reabilitação irá trazer 33 novos apartamentos de um a três quartos, elevando para mais de 150 o número total de unidades em operação.

    Actualmente a operar em Lisboa, Porto, Istambul e, brevemente em Madrid, a Ando Living tem 700 unidades de alojamento sob gestão ou em desenvolvimento, com destaque para a capital portuguesa, mas também Istambul e as localidades alentejanas de Melides e Vila Viçosa.

    O Ando Living Santos House, com 3.750 m² de área total de construção distribuída por cinco pisos, resulta da transformação de um edifício secular com uma história que remonta a 1648, quando o rei D. João IV ordenou a construção de um convento para abrigar os frades capuchinhos, recém-chegados da Bretanha, França. Passados quase 100 anos, ficou reduzido a cinzas num violento incêndio e, em 1851, foi erguido no local um novo edifício, sob a orientação de José António da Luz Robim, com as características típicas da época: grandes janelas, varandas de ferro forjado e uma impressionante fachada revestida a azulejos. Hoje o imóvel está classificado como património de interesse municipal.

    A renovação deste edifício preserva o seu carácter original, realçando a fachada de azulejos e os tectos ornamentados com 3,5 metros de altura, ao mesmo tempo que incorpora as melhores técnicas de construção antissísmica, conforto térmico e acústico e eficiência energética.

    Os interiores estão a ser criados com os padrões de qualidade e design da marca Ando Living, proporcionando a residentes e hóspedes a sofisticação e os serviços de um hotel de 5 estrelas com o conforto familiar de uma casa, num conceito de hospitalidade que procura atender aos requisitos de uma nova geração de viajantes, em trabalho ou lazer, que buscam estadias em espaços autênticos no coração da comunidade local.

    Com mais de metade das unidades já vendidas ou reservadas e preços entre os 561 mil euros e os 1,4 milhões de euros para as ainda disponíveis, os apartamentos do edifício em Santos estão a atrair muitos compradores portugueses para um modelo de negócio que lhes permite gerar rendimento ao operar o seu imóvel no mercado turístico com a equipa de gestão da Ando Living.

    “Além de ser um edifício tipicamente lisboeta que é testemunha de séculos de história e transformação na cidade, o que está a chamar os investidores portugueses, e também de outras nacionalidades, é a possibilidade de investirem num dos bairros mais dinâmicos e vibrantes da capital e continuarem a operar num mercado turístico que é dos mais atractivos do mundo mas onde existem actualmente fortes restrições no arrendamento de curta duração”, sublinha Manuela Luz, manager de vendas Portugal do Grupo Ando Living.

    “Todos os edifícios da Ando Living têm uma licença turística que permite aos proprietários operar o seu apartamento no mercado das estadias de curta, média e longa duração, com retornos que podem chegar aos 7%, ao mesmo tempo que podem usufruir dele o tempo que desejarem, de acordo com o modelo de gestão que escolherem”, acrescenta a responsável.

    Marca regista forte crescimento

    Nos próximos cinco anos, a Ando Living pretende abrir novos alojamentos noutros mercados europeus, incluindo Reino Unido, França, Itália, Grécia e Alemanha, tendo por objectivo operar 3000 unidades até 2028 e assumir a liderança no segmento dos serviced apartments na Europa.

    Um incremento em linha com a forte expansão estimada para este segmento, com projecções que apontam para um aumento de 65% nos próximos cinco anos, passando dos actuais 30 mil milhões de dólares em 2024 para os 49 mil milhões de dólares previstos para 2029.

    Com um modelo de hospitalidade diversificado, a Ando Living oferece duas opções de alojamento distintas: Clubhouses e Houses. Os Clubhouses são o coração da Ando Living e funcionam como o coração da comunidade. Aliam apartamentos premium com serviços nas melhores localizações a um conjunto de comodidades, entre as quais restaurantes, bares, ginásios, piscinas e serviços de apoio personalizados. Grande parte destes espaços – nomeadamente restaurante, bar-lounge e concept store – são acessíveis ao público, conectando residentes e hóspedes à comunidade local e convidando-os a imergir na vida de bairro e nas experiências mais autênticas que cada cidade tem para oferecer. O primeiro Clubhouse a abrir em Portugal e na Europa, será o Ando Living Liberdade Clubhouse, na segunda metade de 2025.

    As Houses são edifícios de apartamentos com serviços localizados em zonas centrais, concebidos e geridos pela Ando Living. Os hóspedes têm acesso gratuito às comodidades dos clubhouses, a uma curta distância a pé.

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    RE/MAX Portugal transacciona 6.700 moradias nos primeiros 5 meses do ano

    De Janeiro a Maio, a rede RE/MAX registou cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, uma média mensal de 1.335 negócios concretizados. Neste período, foram realizadas transacções de moradias em 285 concelhos. O Cliente nacional representou 80,6% dos negócios de compra/venda e arrendamento

    Até Maio, a RE/MAX Portugal foi responsável por cerca de 6.700 transacções imobiliárias de moradias, 610 de arrendamento e 6.090 de compra/venda. Segundo dados da rede imobiliária, foram fechados negócios deste tipo de imóvel em 285 concelhos, cerca de 92,5% do número total de concelhos em Portugal (308). Os portugueses são quem mais adquire ou arrenda moradias, tendo sido responsáveis por 80,6% das transacções entre Janeiro e Maio, com os concelhos de Sintra, Cascais e Guimarães a serem os mais relevantes. Já no investimento estrangeiro, são os brasileiros, norte-americanos e ingleses os que mais privilegiam este tipo de imóvel.

    Os dados agora apresentados referentes aos primeiros cinco meses de 2024 mostram que, por concelho, no ranking de transacções de moradias, aparece em 4º lugar o concelho de Braga (129 transacções). Seguem-se Torres Vedras, com 126 transacções; Évora (118); Coimbra (106); Vila Nova de Famalicão (95); Vila Nova de Gaia (93) e Figueira da Foz (92).

    Quanto às transacções, os dados da RE/MAX evidenciam um pequeno decréscimo na procura de moradias por parte de clientes internacionais, concretamente as três principais nacionalidades internacionais. Desta forma, de 1 de Janeiro e 31 de Maio, os clientes de origem brasileira representaram 5,6% dos negócios realizados, os norte-americanos 2% e os ingleses 1,5%. Na quarta e quinta posição do ranking, com cerca de 1% cada, posicionaram-se os clientes de origem francesa e alemã. Nestes primeiros cinco meses de 2024, a rede negociou com 60 nacionalidades diferentes, um pouco mais do que as 52 intervenientes nos negócios dos últimos três meses de 2023.

    Relativamente às tipologias, os T3 mantêm-se como os mais procurados, registando neste período 38,4%. Seguiram-se as moradias de tipologia T2 (25,8%) e os T4 (18,4%), quer em negócios de arrendamento, quer em negócios relativos a compra/venda de moradias, porém, na modalidade arrendamento as moradias T1 ganham importância, por terem naturalmente preços mais acessíveis, representando 13% desse mercado.

    Segundo Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX Portugal, “Normalmente as famílias preferem as moradias por um conjunto de razões. Desde logo, este tipo de imóvel tende a oferecer mais espaço em comparação com apartamentos, o que é especialmente importante para uma família grande ou que necessita de uma maior área de armazenamento. Por outro lado, as moradias oferecem maior privacidade do que os apartamentos, além de que possibilitam ter um quintal ou um jardim. Certo é que as famílias que optem por moradias têm mais liberdade para personalizar ou renovar a casa de acordo com as próprias preferências”.

     

     

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    Pestana Hotel Group com novo investimento em Porto Covo

    Em menos de 24 meses, grupo hoteleiro, através da sua marca de imobiliário turístico Pestana Residences, concluiu a venda dos 174 apartamentos do Pestana Porto Covo Village, cuja finalização está prevista para 2025. Já em fase final de licenciamento está um novo empreendimento constituído por 246 apartamentos

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    Após concluir as vendas do primeiro empreendimento em Porto Covo, o Pestana Porto Covo Village, a marca Pestana Residences, a área de referência do grupo para o segmento imobiliário e residencial, responsável por empreendimentos em Tróia e na Comporta, vê agora uma nova oportunidade ao expandir a sua oferta na vila alentejana, com o Pestana Porto Covo Beach Residences.

    Este futuro empreendimento estará localizado na frente-mar e será constituído por 246 apartamentos, com piscinas privativas, inseridos num condomínio privado, que contará com uma área comum de jardins e espaços de lazer. À semelhança dos projectos anteriores, caberá ao Pestana Hotel Group a gestão do condomínio, a prestação de serviços e a operação turística, que, por sua vez, oferece a possibilidade de rentabilidade sobre o imóvel.

    “Existem três razões fundamentais para o sucesso dos nossos projectos. A primeira é a localização estratégica de cada empreendimento. A segunda é a credibilidade e a confiança que o grupo oferece aos investidores-clientes, que têm acompanhado as fases de lançamento de cada projecto, resultando historicamente num ritmo acelerado nas vendas. Por fim, a comercialização em planta, com preços apelativos, tem permitido aos compradores obter mais-valias ou uma valorização significativa”, assinala José Roquette, Chief Development Officer (CDO) do Pestana Hotel Group.

    O projecto do futuro Pestana Porto Covo Beach Residences está a ser desenvolvido pelo Atelier Gonçalo Salazar de Sousa Arquitectos, e as obras de construção serão asseguradas pela Carvoeiro Construções, empresa detida pelo grupo.

    “Após a concretização dos projectos do grupo em Tróia, na Comporta e nos Brejos da Carregueira, ficou evidente que havia ainda espaço de expansão na costa alentejana, mas que nos levou um pouco mais a sul, até Porto Covo, um destino com uma autenticidade única. A ligação da vila ao mar e sua a proximidade a Lisboa que se acentuará em breve com a conclusão da autoestrada até Sines, são ainda factores essenciais para o sucesso dos nossos projectos”, acrescenta José Roquette.

    Este será o quinto projecto imobiliário desenvolvido na costa alentejana pelo grupo fundado há mais de 50 anos por Dionísio Pestana.

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    Actividade de Abril, Maio e Junho acentua resultados da ERA Portugal

    A ERA Portugal acaba de divulgar os resultados da operação referentes ao 2º trimestre de 2024. Os principais indicadores evidenciam um crescimento muito significativo do negócio, ainda assim a rede imobiliária alerta para os sinais evidentes de falta de oferta

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    A facturação referente aos meses de Abril, Maio e Junho deste ano ronda os 25 milhões de euros, o que representa o melhor trimestre de sempre da ERA em Portugal a nível deste indicador. Maio foi mesmo o melhor mês nos 26 anos de história da ERA em Portugal, tendo a rede registado uma facturação de aproximadamente 9 milhões de euros. Junho não ficou aquém, com 8,6 milhões de euros facturados. Um resultado que contraria a habitual quebra de negócio verificada no início do Verão.
    Assim, no primeiro semestre de 2024 a ERA facturou cerca de 46 milhões de euros (+9% face ao último semestre do ano passado e +10% em relação ao período homólogo). “No início do ano, ao perspectivar o que seria 2024, antecipei um crescimento a dois dígitos. Talvez por virmos de um contexto menos favorável, muitos acharam pouco realista ou, pelo menos, demasiado ambicioso da minha parte, mas, como se constata por estes números, as previsões estavam correctas. Apesar de ainda estarmos apenas no final do 1º semestre, os recordes atingidos deixam antever um crescimento significativo para este ano”, considera Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    A tendência a nível de negócios reportados é estável face, por exemplo, a 2022, sendo que a diferença para o resultado deste ano deve-se, sobretudo, a um aumento relevante do ticket médio. Neste 2º trimestre, o preço médio rondou os 185 mil euros (+8,2% vs. trimestre anterior e +7,7% vs período homólogo).

    Os negócios reportados na rede ERA atingiram os 5736 no 1º semestre (+ 5,2% vs. o período homólogo). Em particular no 2º trimestre, o total de negócios reportados foi 2983 (+8,4% em relação aos primeiros três meses do ano e +7,5% face ao mesmo período em 2023).

    No que respeita ao valor dos negócios reportados, o total do 2º trimestre rondou os 485 milhões de euros (+17,8% vs. período homólogo).

    O mercado regista uma queda nas angariações e no número de clientes vendedores, o que agrava a pouca oferta disponível em Portugal. O número de angariações do primeiro semestre subiu +15% face ao período anterior, mas decresceu -9% face ao período homólogo. O 2º trimestre foi particularmente desafiante do lado da oferta, com uma descida de -3% na comparação com o trimestre anterior e -4% face ao período homólogo. Quase todos os meses ficaram abaixo do período homólogo, com excepção de Abril de 2024.

    “Como podemos ver por estes dados, a oferta é menor a cada trimestre que passa e, tal como tenho vindo a dizer, este é um cenário alarmante para os portugueses. Por muito que as medidas apresentadas pelo novo Governo sejam, em geral, uma boa noticia para o sector, o elevado tempo de implementação das mesmas irá conduzir a uma constante redução do stock que, consequentemente, fará aumentar o preço médio dos imóveis. É cada vez mais urgente criarem-se soluções rápidas para esta crise, que acaba por ter um impacto directo e cada vez mais nefasto em toda a economia do país”, afirma Rui Torgal, CEO da ERA Portugal.

    Portugueses acentuam o domínio enquanto compradores

    O ranking de países de origem dos clientes compradores em Portugal manteve-se estável no 1º semestre, com Índia e Ucrânia a intrometerem-se no Top10. Contudo, 78% dos compradores da ERA no 1º semestre deste ano são portugueses. Este dado acentua o domínio dos cidadãos nacionais face ao período homólogo em 2023, no qual representavam 73% do total.

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    Preços das casas aumentam 5% no primeiro semestre

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo

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    O Doutor Finanças, especialista em finanças pessoais, em conjunto com a Alfredo, uma plataforma de Inteligência Artificial que recolhe dados do setor imobiliário, acaba de divulgar o balanço dos dados imobiliários dos primeiros seis meses deste ano.

    O preço das casas em Portugal cresceu 5% no primeiro semestre de 2024, um período em que a oferta de imóveis disponíveis no mercado também aumentou, de acordo com os dados da Alfredo.

    “Mais uma vez, o índice de preços da Alfredo, mostra-nos exatamente o que está a acontecer no mercado imobiliário em Portugal através de informações atuais e fidedignas, baseadas em transações reais. Uma ferramenta que é, sem dúvida, fundamental e uma mais-valia para quem está, neste momento, a pensar em comprar ou vender uma casa”, afirma Sérgio Cardoso, administrador com o pelouro da Academia Doutor Finanças.

    Em junho, o valor médio por metro quadrado nas principais capitais de distrito do país fixou-se nos 2.868 euros, o que compara com 2.730 euros no mês de dezembro. No que diz respeito à oferta, havia cerca de 200.097 casas disponíveis no mercado em junho, mais do que no final do ano passado (173.293 imóveis).

    Ponta Delgada apresenta a maior subida do preço das casas

    Considerando a evolução no último ano, o preço das habitações em Portugal aumentou 8,1% em junho, depois dos crescimentos homólogos de 7,1%, 8,8% e 6,5% nos três meses anteriores.

    Entre as 20 regiões analisadas, os preços subiram em 17 e diminuíram em três: Castelo Branco, Portalegre e Vila Real. Por outro lado, Ponta Delgada foi a região com o maior crescimento homólogo (20,9%), seguindo-se Aveiro (19,7%), Viana do Castelo (18,2%) e Leiria (15,4%).

    Leiria também se destacou como a região com a margem de negociação de preços mais elevada do território nacional, em junho, de 17,8%. A margem de negociação é o desconto esperado entre o preço de listagem (asking price) e o valor pelo qual a transação vai fechar.

    A seguir surgem Setúbal (15,6%), a Ilha da Madeira (15,4%) e a Guarda (14,4%), e com as margens mais baixas evidenciam-se Viseu (0,69%), Coimbra (1,91%) e Faro (2,22%).

    “Sabermos qual a taxa de desconto que está a ser praticada no mercado é relevante para quem está a pensar colocar um imóvel à venda ou para quem está à procura de casa para comprar. Estes dados oferecem maior visibilidade sobre a realidade do mercado imobiliário e expõem a diferença entre aquilo que vemos nos anúncios e aquilo que é a realidade”, refere Gonçalo Abreu, CEO e um dos cofundadores da Alfredo.

    O Índice de Preços Alfredo reúne informação de vários portais públicos de listagem e sites de agências imobiliárias com dados de transação que são posteriormente trabalhados utilizando algoritmos avançados de Inteligência Artificial, o que permite mostrar a realidade do mercado imobiliário em Portugal de uma forma ímpar. O Doutor Finanças é parceiro da Alfredo no relatório emitido com dados em tempo real.

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    Resort Vila Galé Collection Sunset Cumbuco abre em Novembro

    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil conta com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 M€), e está situado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco

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    O primeiro resort da linha Collection da Vila Galé no Brasil já tem previsão para começar a operar: 1 de Novembro deste ano. Com um investimento de 80 milhões de reais (cerca de 13 milhões de euros), o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, está “estrategicamente” posicionado ao lado da Lagoa do Cauípe e em frente à praia do Cumbuco.

    A linha Collection é a submarca do grupo que distingue alguns dos hotéis, pensados para serem um produto exclusivo com a chancela Vila Galé. “Estas são unidades boutique com um conceito diferenciado não só pelo requinte e qualidade das instalações, mas também e, sobretudo, pelos serviços disponibilizados e pela localização”, explica o Grupo em comunidado.

    Assim como todos os empreendimentos da Vila Galé, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco une turismo e cultura, homenageando as obras de grandes cantores e compositores brasileiros e internacionais. Os quartos já finalizados têm uma decoração inspirada em artistas como Elis Regina e Vinícius de Moraes.

    “As obras estão avançadas e, por isso, vamos abrir o hotel antes da data prevista inicialmente. Os hóspedes poderão hospedar-se no final de ano e ter uma experiência única. Este empreendimento difere dos demais pelo seu conceito e também pela sua impecável localização, onde o céu ganha vida com as pipas de kitesurf, proporcionando um espectáculo de cores incomparável”, explica Carlos Magno, director adjunto de operações do Nordeste do Brasil.

    O empreendimento contará com 116 quartos de diversas tipologias e capacidades, incluindo quartos infantis Nep Kids com beliche e escorrega, com Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, salas de massagens e centro de fitness, além do Clube Infantil com parque aquático, parque infantil, brinquedoteca e entretenimento completo. Também terá um centro náutico para apoiar as actividades aquáticas.

    Ao nível gastronómico, o hotel conta, ainda, com três restaurantes e três bares, incluindo um restaurante de praia e outro em frente à lagoa.

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    Patrícia Barão anuncia saída da JLL

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate)

    Ricardo Batista

    Patrícia Barão, que desde o início do ano presidia ao comité de gestão da JLL, anunciou esta terça-feira a sua saída da consultora, naquele que é o fim a uma ligação de nove anos na companhia.

    Num texto publicado na plataforma Linkedin, Patrícia Barão assume-se orgulhosa pelas conquistas alcançadas desde 2015, altura em que entrou para a consultora, enaltecendo o feito de ter “criado de raiz a área residencial da JLL e tê-la tornado na área de negócio mais bem sucedida da empresa em Portugal”.

    “Quero expressar a minha mais profunda gratidão a todos que caminharam ao meu lado todos os dias, clientes, parceiros e amigos, pelo seu apoio incondicional e confiança. Relacionamentos profundos serão sempre o segredo do sucesso no setor imobiliário e na vida”, adianta Patrícia Barão, que termina o seu texto com uma nota para Carlos Cardoso, nomeado há cerca de uma semana como novo CEO.

    A JLL anunciou, em Janeiro, que com a saída de Pedro Lancastre a filial portuguesa passaria a ser liderada por um comité de gestão composto por Patrícia Barão, até então Head of Residential, Marta Lourenço, Head of Portfolio Solutions and Value & Risk Advisory, e Carlos Cardoso, Managing Director na Tétris Portugal.

    Patrícia Barão é vice-Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP) e Fundadora e Diretora da Wire Portugal (Women in Real Estate). Coordena também o curso de Real Estate Consulting no ISEG e é docente no curso de Luxury Real Estate Sales Management na mesma Instituição.

    Sobre o autorRicardo Batista

    Ricardo Batista

    Director Editorial
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    ALMA Development inicia comercialização do Caxias Heights

    A ALMA Development, deu início à venda do Caxias Heights, um projecto imobiliário residencial localizado no concelho de Oeiras, mais precisamente no Alto do Lagoal, em Caxias, com conclusão prevista para o final do 1.º trimestre de 2026

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    De desenho simples e funcional, baseado numa linguagem arquitectónica identificadora da contemporaneidade, este novo empreendimento residencial tem uma área bruta de construção de 4.583 m2, este empreendimento é composto por 24 apartamentos distribuídos por 4 blocos contíguos, que variam entre o T3 e o T4 Duplex com áreas compreendidas entre os 145m2 e os 340m2.

    Os novos apartamentos, inseridos num condomínio privado, privilegiam o espaço exterior privativo, mas também o comunitário, promovendo o convívio, e apresentando uma sala multifunções, um kids e teen club e uma piscina exterior perfeitamente enquadrada numa ampla zona verde.

    Para Carlos Morgado, director Executivo da ALMA Development, “este segundo empreendimento do portfólio da ALMA Development representa um investimento significativo na valorização da zona de Caxias e Oeiras, e uma afirmação do compromisso da empresa em desenvolver imóveis de alta qualidade e com serviços exclusivos. Com o lançamento do Caxias Heights, a ALMA Development reitera o seu compromisso em oferecer aos seus clientes, mas também à comunidade, a melhor qualidade e conforto, nunca prescindindo de promover o desenvolvimento urbano e social responsáveis.”

    A comercialização do projeto está a cargo da JLL. “Estamos muito entusiasmados com o início das vendas do Caxias Heights, um empreendimento que representa uma fusão harmoniosa entre a vida urbana e a tranquilidade da natureza. Com a sua localização privilegiada em Caxias, este projecto oferece uma oportunidade única para as famílias que procuram sair do centro da cidade e desfrutar de uma localização com vista sobre o mar. Com áreas acima da média para responder às dinâmicas familiares, este projecto reflecte o compromisso com a inovação no sector imobiliário, alinhando-se perfeitamente com a nossa visão de negócio”, afirma Telmo Azevedo, director de Projectos Residenciais da JLL. O mesmo responsável reitera que “o Caxias Heights combina de forma única investimento, localização privilegiada, espaços verdes, rentabilidade e serviços de excelência.”

    O projecto arquitectónico é da responsabilidade da Semgaffes e a construção está a cargo da ARPECDOURO, com fiscalização da FICOPE.

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    Logicor amplia capacidade logística na Azambuja

    A expansão do armazém incluirá cerca de 800 m2 de espaço de escritórios e de áreas sociais, 16 cais de carga e descarga, estando a sua conclusão prevista para o final de 2024

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    A Logicor está a alargar a sua oferta logística na Azambuja com a expansão de um armazém em cerca de 10 mil metros quadrados (m2). Localizado num dos principais parques logísticos da grande Lisboa, a ampliação do armazém tem como objectivo a obtenção da certificação BREEAM Very Good e incluirá uma central fotovoltaica de 105kW, como medida para reduzir o impacto ambiental.

    A expansão do armazém incluirá cerca de 800 m2 de espaço de escritórios e de áreas sociais, 16 cais de carga e descarga, estando a sua conclusão prevista para o final de 2024.

    Esta intervenção irá aumentar a área já detida actualmente pela empresa neste parque e passará dos actuais 75 mil m2 para 85 mil m2.

    “A Logicor está a expandir a sua presença em localizações estratégicas em todo o País, desenvolvendo novos espaços logísticos, mas também remodelando os activos existentes. O nosso objectivo é oferecer aos nossos clientes propriedades modernas e sustentáveis que contribuam para o crescimento do seu negócio, entregando bens nos principais centros urbanos”, afirma André Machado, director of Asset Management da Logicor Portugal.

    Em Portugal, a Logicor detém e gere um portfolio de mais de 900 mil m2 de activos imobiliários nos principais centros do País, incluindo Lisboa e Porto, e está a dar continuidade à sua expansão em locais estratégicos, como nos principais centros de transporte e centros populacionais.

    Recentemente, a empresa concluiu a construção de um novo centro logístico de 30 mil m2 na Ermida, em Santo Tirso, e é um dos principais proprietários, gestores e promotores de imobiliário logístico europeu.

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