CNS e Centro Hospitalar Oeste galardoados pelo Prémio Margres
A 2ª edição bienal do Prémio Margres de Arquitectura galardoou na última quarta-feira os arquitectos José Manuel Amante Rosa Freire e Manuel António Garcia dos Remédios, pelos projectos do Centro […]

Marina Bertolami
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A 2ª edição bienal do Prémio Margres de Arquitectura galardoou na última quarta-feira os arquitectos José Manuel Amante Rosa Freire e Manuel António Garcia dos Remédios, pelos projectos do Centro Neurológico Sénior e o Centro Hospitalar Oeste, respectivamente.
As condições para a distinção assentaram na utilização de uma superfície de revestimento da marca Margres, este ano o cerâmico Kerlite que integrou de ambos os empreendimentos de saúde projectados pelos arquitectos.
O Campus Neorológico Sénior (CNS) é um complexo integrado de saúde para pacientes com doenças neurológicas degenerativas, composto por três unidades complementares que conformam dois corpos, a Clínica Médica e a Unidade Residencial. O aproveitamento do revestimento Kerlite com a dimensão de 100×100, teve o objectivo de conferir aos diferentes espaços coordenação e valorização estética, num jogo de harmonia com os restantes materiais. Por outro lado, foi tido em conta “as características patológicas de alguns utentes no foro neurológico, os quais sentem desconforto com o impacto visual causado pela existência de elementos de descontinuidade”, lê-se no comunicado da Margres acerca da atribuição dos prémios.
As características de durabilidade e de facilidade de manutenção a longo prazo da superfície Kerlite foram comparadas com outros materiais similares, pelo que a Kerlite mostrou mais exequibilidade aos efeitos pretendidos para o Centro Neurológico Sénior.
O Centro Hospitalar do Oeste, desenhado pelo arquitecto Manuel António dos Remédios teve resultado num trabalho de reabilitação aprofundado do antigo Hospital Termal da Rainha D. Leonor , constituído por três edifícios que compõem o complexo. A superfície Kerlite, foi neste caso aplicada em secções como o refeitório e os locais de circulação de médicos, enfermeiros e pacientes no serviço de Cirurgia. O Kerlite veio permitir a renovação destes espaços, permitindo aos pacientes e aos profissionais de saúde o sossego preciso, sem a necessidade de se fazer obras invasivas em superfícies de chão ou paredes.
As peças foram aplicadas nas dimensões de 100×100 e dispostas ortogonalmente, o que concedeu ao espaço “ a unidade anteriormente inexistente, permitindo uma circulação confortável e funcional assim como visualmente agradável”, segundo a descrição do projecto pela Margres.
A apresentação dos projectos vencedores terminaram com a entrega dos prémios no valor de 7,500 euros, e uma viagem a Itália com o intuito de proporcionar aos arquitectos uma visita guiada à fábrica de produção das superfícies da Margres. A equipa da Margres terminou o evento com a promessa de em 2017 voltar a repetir o bienal de arquitectura com obras públicas ou privadas que evidenciem qualidade arquitectónica, inovação e sentido estético, fazendo uso da gama de produtos da marca.