Schüco apresenta nova geração de tecnologia de capa fina
Os módulos de capa fina MPE terem sido concebidos para obterem um melhor rendimento no que diz respeito à percentagem mensal da luz difusa que recebem

Ana Rita Sevilha
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A Casa da Música do Porto foi o cenário escolhido pela Schüco para dar a conhecer em Portugal, a sua nova tecnologia de módulos de capa fina. Nesse sentido, o fabricante apresentou directamente aos profissionais os seus novos módulos de capa fina Schüco MPE (Module Photovoltaic Energy). “Esta novidade da Schüco, através do material utilizado no seu fabrico, o silício amorfo, permite um maior aproveitamento da luz natural”.
Segundo a empresa, “os módulos de capa fina são mais uma prova da aposta da Schüco na investigação, cujos conhecimentos práticos e experiência permitem oferecer as soluções mais adequadas para cada aplicação”.
César Saiz explicou aos cerca de 100 profissionais presentes no encontro na Casa da Música no Porto, de que forma esta tecnologia garante uma tolerância de potência positiva e produções máximas, com um funcionamento sem interrupções.
O Director Técnico da Schüco Iberia destacou o facto dos módulos de capa fina MPE terem sido concebidos para obterem um melhor rendimento no que diz respeito à percentagem mensal da luz difusa que recebem, oferecendo claras vantagens na produção por cada Wp instalado.
“A estabilidade na produção de energia obtida através da instalação destes módulos, independentemente das condições meteorológicas, é outra das grandes vantagens desta tecnologia que oferece produções especialmente uniformes que compensam, em larga medida, as oscilações anuais de energia”, sublinha a mesma fonte.
No evento foi ainda destacada “a elevada tolerância que caracteriza estes módulos fotovoltaicos relativamente a possíveis sombras parciais, como por exemplo, clarabóias ou postes de iluminação, e desta forma não ocorrem grandes perdas de produção”.
César Saíz mostrou ainda “que estes módulos permitem a sua montagem num ângulo especialmente plano, evitando assim a exposição a sombras e atingindo um aproveitamento líquido da superfície do telhado até cerca de 90% nas instalações para coberturas planas e permitindo a sua instalação em paralelo, inclusivamente em telhados com uma ligeira inclinação”.
Este evento da Schüco com os profissionais portugueses terminou com as intervenções de Alexandre Cruz, Director da SMA Portugal, que abordou o tema dos inversores destinados à micro e minigeração; Carlos Sampaio, da Associação Portuguesa de Empresas do Sector Fotovoltaico, APESF, indicou a normativa legal que estas instalações devem cumprir e Brigitte Abreu, Responsável da Divisão Solar da Schüco Portugal analisou a viabilidade económica das instalações solares fotovoltaicas no contexto da microgeração, minigeração e consumo próprio.