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A Cleanwatts foi a parceira escolhida pela Fundação José Relvas para a criação de uma Comunidade de Energia Renovável (CER), que tem como objectivo “a sustentabilidade, a redução de custos relacionados com a energia desta instituição e, também, o combate à pobreza energética entre as famílias carenciadas da região”.
Esta CER, que tem a sua central fotovoltaica nos telhados e terrenos da Fundação, vai possibilitar um desconto médio de 45% face à tarifa estimada para a energia da rede.
“Vamos instalar uma central fotovoltaica de 713.5 kW, com mais de 1500 painéis solares, nos telhados da Fundação José Relvas, que será integrada numa Comunidade de Energia Renovável”, explica Basílio Simões, fundador e presidente da Cleanwatts, acrescentando que “além de alimentar a Fundação com energia verde, vamos produzir energia suficiente para possibilitar que a Comunidade forneça ainda energia para apoiar famílias em situação de pobreza energética”. Através deste projecto, que tem uma forte vertente social, a Fundação José Relvas conseguirá apoiar mais de 670 famílias, que beneficiarão de uma tarifa social comunitária inferior às atuais tarifas de mercado.
Com este projecto, a Fundação José Relvas torna-se, também, climate-positive, gerando mais 702% de energia verde do que a totalidade do seu consumo e evitando 324 toneladas equivalentes de CO2. A Fundação passa, ainda, a ser independente energeticamente, pois 48% da energia consumida passa a ser proveniente da central solar (autoconsumo).
“Os benefícios da Comunidade de Energia da Fundação José Relvas, além da redução de custos e do apoio social à nossa comunidade, incluem, ainda, a nossa contribuição ecológica para um consumo mais limpo, garante de um futuro com qualidade e bem-estar, o que também é uma preocupação fundamental para a Fundação”, afirmou Joaquim Rosa do Céu, presidente do Conselho de Administração da Fundação José Relvas.
Apesar de o projeto estar ainda a nascer, já há planos para o futuro próximo. Depois da instalação dos painéis na sede da Fundação, “a Comunidade poderá, posteriormente, crescer com a adesão de novos membros produtores, que tenham telhados ou terrenos com capacidade para expandir a potência fotovoltaica instalada”, explicou Basílio Simões.