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Nearshoring Industrial será tendência para 2021

Segundo a Savills Nearshore Index, Portugal é o 5º país mais atractivo da União Europeia

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Na região da Grande Lisboa, prevê-se um aumento de “take-up” suportado pelo aparecimento de novos projectos, mais modernos e em localizações chave. Devido à baixa taxa de disponibilidade, os operadores logísticos tentarão conquistar estes novos espaços para aumentar a sua quota de mercado e solidificar a sua presença neste sector.

Estas previsões podem ser explicadas também pelos valores do ano passado, onde o sector verificou um crescimento de 10% de take-up, como resultado de uma actividade sólida dos operadores de transporte logístico.

As rendas prime mantiveram-se estáveis, com um crescimento esperado em 2021, devido ao aumento da procura de operadores logísticos e uma oferta que ainda se encontra desequilibrada. O surgimento de oferta de qualidade na Grande Lisboa vai ditar os aumentos de preços, com a relação entre proprietários e inquilinos sob forte dinamismo, de forma a garantir as melhores condições.

Outro dos destaques para 2021 é o e-commerce, que poderá continuar a crescer a elevada velocidade, “provocando uma maior necessidade de metros quadrados a todo o supply chain vis a vis em relação ao modelo Brick-and-Mortar”.

Adicionalmente, o Nearshoring Industrial continuará a ser uma forte tendência, facilitando a interdependência e resiliência das cadeias de distribuição global. Segundo a Savills Nearshore Index, Portugal é o 5º país mais atrativo da União Europeia e o mais atrativo da Zona Euro, o que levará a um aumento da procura por área com especificação industrial e, consequentemente, a um incremento da capacidade produtiva em território nacional.

Em relação às rendas, o seu preço deve continuar a crescer, pois a sua procura será muito superior à sua oferta e serão implementadas mais unidades de alta qualidade que, naturalmente, exigirão uma renda mais elevada.

Estima-se que haja um aparecimento de unidades logísticas diferenciadas no nosso país, despoletado pela alteração das necessidades do consumidor, que valorizará a rapidez e conveniência.

Com a diminuição dos lead times, formatos de cross-docking, unidades de last-mile e de urban logistics deverão estar cada vez mais presentes.

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Verdelago Resort
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Verdelago lança nova fase num investimento de 74 M€

Esta nova fase conta com 91 unidades residenciais-turísticas, que deverão ser entregues no Verão de 2027. Tradicionalmente procurada por portugueses, a comercialização conta com uma estratégia direccionada para os mercados internacionais que têm vindo a crescer e que querem impulsionar

O Verdelago Resort, localizado entre Altura e a Praia Verde, no Algarve, antecipa nova fase de comercialização, com o lançamento de 91 unidades residenciais-turísticas. Esta nova fase representa um investimento de 74 milhões de euros e as primeiras casas devem ser entregues no Verão de 2027, estando a ser dada prioridade de aquisição aos interessados que, não tendo conseguido adquirir uma das unidades na fase anterior, se mantiveram em lista de espera até hoje. Até ao momento 10% da nova fase está já vendido ou reservada por esta via.

Para a nova fase de comercialização, o Verdelago Resort tem agora disponíveis tipologias T1, T2, T3 e, pela primeira vez, T4. As áreas privativas variam entre os 82 e os 206 m² e com terraços, de 10 a 115 m².

Os preços começam nos 715 mil euros para os apartamentos T1 e vão até aos 2.300 milhões de euros para os T4. O que significa uma valorização entre 50% a 65% em relação à primeira fase do empreendimento, iniciada em 2021.

Lucília Pinto, directora comercial do Verdelago Resort justifica o sucesso comercial de todas as fases pelo facto do Verdelago ser um projecto “irrepetível, único e inovador,” que se distingue pela sua “localização, arquitectura, ambiente e sustentabilidade”.

Além disso, acrescenta Lucília Cruz Pinto, “é uma excelente aposta em termos de retorno de investimento, não só pela valorização de que tem sido alvo, como pelo retorno financeiro associado por via da exploração turística”.

A juntar ao facto de o Verdelago preservar a essência do Sotavento Algarvio, “o seu sucesso comercial deve-se também à grande procura por parte dos portugueses pela região do Sotavento algarvio, nomeadamente a Praia Verde. Esta ligação é já antiga e geracional. Temos muitos proprietários no Verdelago que frequentavam esta zona desde que eram crianças, vinham com os pais ou com os avós e agora concretizaram o sonho de terem uma casa de praia na região”, esclarece a directora comercial.

Para a fase actual em comercialização “preparámos uma estratégia específica e direccionada para os mercados internacionais que têm vindo a crescer e queremos impulsionar. São clientes que tendencialmente usam a sua unidade durante a época baixa e média, o que permite termos mais unidades disponíveis para a grande procura hoteleira que temos na época alta. O que lhes permite também ter retorno por via da exploração turística”, esclarece Lucília Cruz Pinto.

O Verdelago Resort estende-se por cerca de 86 hectares de terreno, com um índice de construção 8,7%. Os seus cerca de 70 hectares de vegetação incluem um Parque Verde de Recreio e de Lazer com cerca de 42 hectares, uma reserva natural em frente do mar com 24 hectares, áreas de interpretação ambiental, conservação e promoção do habitat natural e um lago com dois hectares.

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Coldwell Banker Portugal recebe 20 líderes do imobiliário francês

O encontro, que decorreu esta semana em Lisboa, teve como objectivo estreitar laços entre empresas portuguesas e francesas, bem como partilhar insights sobre o papel da inovação tecnológica no sector

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A Coldwell Banker Portugal recebeu na sua agência da Avenida Defensor de Chaves, em Lisboa, uma comitiva de mais de 20 executivos do sector imobiliário francês que integram a Trampoleen, maior associação francesa dedicada à property technology (PropTech). O encontro sublinhou o papel da tecnologia como motor de transformação no sector imobiliário e abordou o crescente interesse de investidores franceses no mercado português.

Entre os líderes presentes estiveram Stéphane Scarella, CEO da Salon Rent e presidente da Federação Francesa de Internet de Imobiliário, e Alain Duffoux, presidente do SNPI, principal sindicato francês do imobiliário, que representa 15 mil empresas de mediação e gestores de património. Também integraram a comitiva executivos da properstar, PBA, L’Adresse, Boite Immo, Laforêt, Enchères Immo, Orisha, Lead Pulse, Compagnie d’Investissements, Septeo Immobilier CRM, ex-Orpi, My Notary, Orisha CRM, Agence Plus CRM Sotheby’s, Sweepbright CRM Orpi, Green Acres, Properstar, PBA Portugal, Grupo Benedic, Nodalview, Mubawab, Septeo Grupo e Homepad.

A equipa anfitriã da Coldwell Banker contou com a participação de Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal, e de Carlos Estorninho, CMO da Coldwell Banker Portugal, bem como das consultoras Helena Kubasova, Achille Simo, Catarina Ferreira e Patrícia Vilar, que partilharam insights sobre o panorama do mercado nacional.
Portugal no radar dos investidores franceses.

A atractividade do mercado português para os investidores franceses tem vindo a crescer nos últimos anos, impulsionada por factores como a qualidade de vida, a estabilidade económica, vantagens fiscais e o posicionamento estratégico de Portugal enquanto hub de inovação.

“Portugal continua a consolidar-se como um dos destinos preferidos para o investimento imobiliário. A forte procura de compradores franceses por imóveis em Lisboa, no Porto e no Algarve comprova o potencial do nosso mercado. Este encontro com a Trampoleen reforça as oportunidades de cooperação entre os dois países e o papel crucial da inovação no sector”, refere Frederico Abecassis, CEO da Coldwell Banker Portugal.

Tecnologia e inovação como motor da mediação imobiliária
O impacto da tecnologia no imobiliário foi um dos principais temas do encontro, que incluiu a apresentação “O Papel da Tecnologia na Vida de um Consultor da Coldwell Banker”. A sessão abordou ferramentas e recursos como inteligência artificial, realidade virtual, big data e CRMs avançados – inovações tecnológicas que estão a transformar a experiência do cliente e a eficiência dos profissionais do sector.

“O sector imobiliário está a evoluir rapidamente, e as empresas que integram tecnologia nas suas operações têm uma vantagem competitiva significativa. Portugal tem um ecossistema dinâmico para startups de PropTech, e há um grande potencial para empresas francesas ampliarem a sua actuação no nosso mercado”, destaca Carlos Estorninho, CMO da Coldwell Banker Portugal.

Com um ambiente favorável ao empreendedorismo e uma crescente digitalização do sector, Portugal tem- se posicionado como um hub estratégico para empresas de tecnologia imobiliária. O evento serviu para aproximar players franceses e portugueses, abrindo portas para colaborações futuras e novas oportunidades de investimento.

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IHG Hotels & Resorts reforça operação em Portugal com acordo com Hotéis Onyria

Acordo em regime de franchising implica investimento de 5 milhões de euros em decoração e renovação. Propriedade e gestão mantêm-se no Grupo Onyria e na família Pinto Coelho

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O Grupo Onyria, que detém o Onyria Quinta da Marinha Hotel e o Onyria Marinha Boutique Hotel na Quinta da Marinha, em Cascais, acaba de anunciar a parceria com um dos principais grupos hoteleiros do mundo, a Intercontinental (IHG). Os hotéis do grupo Onyria em Cascais passam assim a integrar o IHG Hotels & Resorts, numa parceria que implicará um investimento superior a cinco milhões de euros, que será aplicado em renovações e decoração, assim como a criação de novos espaços.

Esta é uma parceria em regime de franchising, permitindo associar duas marcas de luxo da IHG às unidades hoteleiras do Grupo Onyria, em Cascais. Desta forma, O Onyria Quinta da Marinha Hotel passará a integrar a marca Kimpton Hotels & Restaurants, reconhecida pela sua hospitalidade vibrante e serviço personalizado, cujo rebranding será concluído no início de 2026, após obras de renovação. O Kimpton Quinta da Marinha Cascais contará com 198 quartos, dos quais 10 serão suites, e um spa com ginásio renovado. Os hóspedes poderão escolher entre dois restaurantes e dois bares, bem como uma piscina interior e outra exterior. O hotel contará ainda com o seu prestigiado campo de golfe de 18 buracos. Terá ainda 12 salas de conferências e uma casa no lago, ideal para reuniões ou eventos.

Já o Onyria Marinha Boutique Hotel e as Villas (72 quartos & 40 villas) farão a transição para a Vignette Collection, uma marca que reúne hotéis de luxo independentes com uma identidade única e experiências diferenciadas, passando a chamar-se Onyria Marinha Cascais – Vignette Collection. Esta mudança ocorrerá ainda antes deste Verão.

Tratando-se de um acordo de franchising, esta parceria com o grupo Intercontinental não implica um contrato de gestão, o que significa que a gestão e propriedade se manterá a cargo do Grupo Onyria e da família Pinto Coelho, que se mantém activo no desenvolvimento e na procura de novas oportunidades de crescimento.

“Acreditamos que as marcas da IHG se alinham perfeitamente com a nossa visão de reter a herança cultural do nosso destino e produto, ao mesmo tempo que oferecem experiências autênticas e únicas. E por isso faz todo o sentido esta parceria para o Grupo Onyria, que não só nos traz reconhecimento global, como o acesso aos mais de 145 milhões de membros do IHG One Rewards e uma experiência de luxo elevada para os todos os hóspedes”, explica João Pinto Coelho, CCO do Grupo Onyria.

O Onyria Marinha Cascais, Vignette Collection e o Kimpton Quinta da Marinha Cascais juntam-se aos seis hotéis já abertos e aos oito em desenvolvimento em Portugal, incluindo o Kimpton Atlântico Algarve e o Kimpton Lisbon, bem como o Convent Square Lisbon, Vignette Collection e a Casa da Companhia Hotel & Spa, Vignette Collection. Ambas as propriedades juntam-se também ao recentemente assinado Six Senses Comporta, com abertura prevista para 2028, e ao Hotel Indigo Albufeira, com abertura prevista para o primeiro semestre de 2025.

“Temos trabalhado diligentemente para construir uma forte reputação de luxo e lifestyle em Portugal nos últimos anos, a fim de fortalecer a nossa presença no país e aproveitar oportunidades de crescimento em mercados secundários e destinos populares. Estamos ansiosos por construir sobre o sucesso do Onyria Marinha Cascais ao dar as boas-vindas ao hotel ao nosso portfólio IHG como parte da nossa Vignette Collection. Esta emocionante proposta de marca dupla também nos permite trazer a reconhecida marca Kimpton para Cascais e, juntos, ofereceremos aos hóspedes duas marcas distintas, mas complementares, do nosso diversificado portfólio de marcas”, sublinha Willemijn Geels, vice-presidente de Desenvolvimento, Europa, IHG Hotels & Resorts.

 

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W Algarve (Albufeira)
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Portugal com 15 novos projectos de Branded Residences em pipeline

Entre projectos mais urbanos e resorts, Portugal vai receber, nos próximos cinco anos, 15 novos projectos hoteleiros e residenciais associados a marcas de luxo, um mercado que já coloca o País no Top 3 das preferências dos investidores

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De acordo com o mais recente estudo da Savills Global Residential Development Consultancy – Branded Residences: Portugal Snapshot 2025, Portugal é o país da Europa com mais projectos de branded residences em pipeline para os próximos cinco anos, traduzindo-se em mais 1.200 unidades residenciais distribuídas por 15 novos projectos.

Números que indicam que as perspectivas para este mercado em Portugal permanecem “muito optimistas, com uma taxa de crescimento “extraordinária”, reflectindo a “confiança dos investidores e utilizadores” e que já coloca Portugal no top 3 da preferência dos investidores. À frente está apenas o Reino Unido e Espanha.

O actual panorama global do segmento foi discutido em Lisboa e no Porto, em eventos  organizados pela Savills Portugal juntamente com a equipa de Global Residential Development Consultancy da Savills, sediada no Reino Unido.

A oferta neste segmento em Portugal é diversificada e contempla resorts de golfe, como o Viceroy no Ombria Algarve e projectos urbanos cosmopolitas, como o Hyatt Regency Lisbon. À semelhança do que se verifica na maior parte do Mediterrâneo, a procura pelo estilo de vida costeiro continua a ser a força motriz, com os resorts a representarem 72% dos 11 empreendimentos já em operação no País. No entanto, olhando para o pipeline actual, Algarve e Lisboa continuam a ser as áreas mais procuradas pelos investidores. A região do Algarve irá contar com sete novos projectos, o que equivale à introdução de mais de 800 unidades de alojamento. Já na região de Lisboa irá contar com quatro novos projectos (174 unidades). As restantes dividem-se entre Comporta e Borba.

Paula Sequeira, head of Consultancy & Valuation da Savills, destaca: “Para além das localizações já estabelecidas em Portugal, como o Algarve e Lisboa, a região da Comporta tem-se vindo a posicionar como o próximo destino de referência para projectos residenciais de marca. A região está claramente preparada para um mercado bem consolidado, competindo com outros destinos de referência na bacia do Mediterrâneo. No entanto, identificamos outras regiões com potencial para este tipo de projecto, nomeadamente a cidade do Porto, um destino urbano cada vez mais reconhecido a nível global para negócios, turismo e novos residentes”.

Em termos ibéricos, Espanha apresenta números semelhantes a Portugal, tanto em  número de projetos branded residential concluídos como em desenvolvimento.

No entanto, num total de 25 esquemas projectados em cada país até 2031, Portugal apresenta projectos de dimensão superior, com um número total de unidades residenciais de aproximadamente 2.300, em comparação com as 1.300 de Espanha.

A ascensão de marcas  não hoteleiras tem sido, também, uma tendência observada internacionalmente, representando actualmente 21% do segmento, com maior representação nos centros urbanos. Portugal tem, igualmente, registado este formato com os projectos previstos de Karl Lagerfeld e do YOO Studio, com cinco projectos a desenvolver através das submarcas YOO Studio e YOO inspired by Starck, nos próximos cinco anos.

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Designer Outlet Algarve anuncia expansão e reforço da oferta

Incorporando um aumento de 4 mil m2 de área comercial e um portefólio de marcas reforçado, o projecto pretende “elevar a experiência” de compras na região, tanto para residentes como para os turistas

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Operado pela ROS Retail Outlet Shopping, o Design Outlet Algarve anuncia a expansão do espaço, cuja obra já está em curso, e o reforço da oferta, com a abertura de novas lojas ainda este Verão. Incorporando um aumento de quatro mil metros quadrados (m2) de área comercial e um portefólio de marcas reforçado, o projecto pretende “elevar a experiência” de compras na região, tanto para residentes como para os turistas que escolhem o Algarve ao longo do ano.

O novo design da área comercial continuará a privilegiar um ambiente a céu aberto e um conceito arquitectónico inspirado nas vilas algarvias, garantindo uma experiência de compras diferenciadora.

Para Mireia Rodriguez Burguera, directora de Leasing da ROS, “o nosso objectivo é continuar a diferenciar a experiência de shopping no Algarve, com um portefólio de marcas cada vez mais alinhado com as expectativas do consumidor moderno. Esta expansão permite-nos atrair novas insígnias que valorizam a localização e o conceito premium do Designer Outlet Algarve. Estamos a trabalhar para integrar novas opções nas categorias de moda premium e lifestyle e este crescimento consolida o nosso posicionamento como destino de compras diversificado, capaz de atrair tanto residentes como turistas que valorizam experiências diferenciadoras”.

A crescente atractividade da região reflecte-se também na recuperação do turismo. Em 2024, o Algarve não só voltou aos níveis pré-pandemia como também bateu recordes históricos, com 5,2 milhões de visitantes e 9,8 milhões de passageiros no Aeroporto de Faro. Este crescimento contínuo do sector turístico, impulsionado pelo interesse de viajantes europeus, reforça, ainda, mais a posição do Algarve como um destino de férias de eleição.

Com a expansão do centro, o Designer Outlet Algarve irá reforçar a sua posição no mercado, aumentando a sua quota de mercado e expandindo a sua área de abrangência. Isto atrairá uma base de clientes mais ampla e consolidará ainda mais o centro como o principal destino de outlets premium no Sul de Portugal e Espanha.

A expansão terá também um impacto positivo na economia local, criando cerca de 150 novos postos de trabalho.

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Portugal contraria tendência europeia com redução de 10,7 % no malparado

Portugal continua, assim, na trajetória de redução de NPL, contrariando a tendência predominante na Europa, onde o crédito em incumprimento aumenta há já seis trimestres consecutivos

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Portugal registava no terceiro trimestre de 2024, um volume de 5.000 milhões de euros de crédito malparado no seu sistema financeiro, uma fatia que corresponde a 2,4% do total de créditos concedidos no País, no valor de 211.100 milhões de euros. Verifica-se, assim, um a redução de 10,7% no stock de crédito em incumprimento face ao mesmo período de 2023, o que corresponde a uma redução de 600 milhões de euros. Estes são os dados mais recentes apresentados na edição de 2025 da Prime Yield do seu estudo “Keep an Eye on the NPL & REO Markets”. Um documento que analisa a evolução dos principais indicadores do crédito não performativo (NPL – Non-Performing Loans) em Portugal, Espanha, Grécia e Brasil, além de apresentar uma projecção da dinâmica de transacções deste tipo de portfólios.

O País continua, assim, na trajetória de redução de NPL, contrariando a tendência predominante na Europa, onde o crédito em incumprimento aumenta há já seis trimestres consecutivos.

No agregado europeu, o volume de NPL ascendeu a 376 mil milhões no terceiro trimestre de 2024, mais 3,7% do que em igual período do ano anterior e mais 0,7% do que no segundo trimestre de 2024. Em termos absolutos, isso significa que no último ano o crédito em incumprimento na Europa aumentou em 13.300 milhões, dos quais 2.600 milhões entre o segundo e o terceiro trimestre de 2024.

O volume de NPL na Europa corresponde a 1,9% do total de crédito concedido. Este indicador, chamado de rácio de NPL, agravou face ao período homólogo quando era de 1,8%. Já em Portugal, o rácio de NPL comprimiu, comparando-se os actuais 2,4% com os 2,8% do terceiro trimestre de 2023. Ainda assim, o País mantém o peso do incumprimento sobre o total dos créditos superior à média europeia.

A nova redução de NPL em Portugal deve-se ao desempenho do sector das empresas, que concentra 54% do crédito malparado no país, no valor de 2.700 milhões. Este montante reduziu 22,9% face ao registado no terceiro trimestre de 2023 (3.500 milhões de euros) e encontra-se, na sua maioria, alocado ao setor de PME’s, responsáveis por dois mil milhões em créditos faltosos. De notar ainda que 41% do crédito que as empresas têm em incumprimento, no valor de 1.100 milhões de euros, está garantido por imobiliário corporativo.

Já o segmento de famílias aumentou o incumprimento no último ano. Representando 42% do volume de NPL em Portugal, no valor de 2.100 milhões, o crédito não performativo das famílias no 3º trimestre de 2024 apresentava um aumento de 10,5% face aos 1.900 milhões incumpridos no período homólogo. Cerca de metade do incumprimento das famílias (52%) está alocado ao crédito à habitação. No terceiro trimestre de 2024, este segmento somava 1.100 milhões em incumprimento, mais 10,0% do que os 1.000 milhões registados no período homólogo.

Ainda assim, o peso do crédito malparado sobre o total dos empréstimos mantém-se bastante menor no segmento das famílias do que no das empresas. No terceiro trimestre de 2024, o incumprimento nas famílias correspondia a 2,0% do total de crédito concedido e, em específico, no segmento do crédito à habitação, esse peso é de 1,3%. No sector das empresas, apesar da redução, o incumprimento representa 5,1% do montante financiado.

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Coldwell Banker Portugal promove venda de convento histórico do século XVI

O antigo convento da Chamusca, fundado em 1519 já foi hotel, residência artística e casa de férias. Encontra-se agora à venda por 3.6 milhões de euros

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A rede imobiliária tem à venda um convento histórico situado na Chamusca, perto da Golegã, que foi fundado em 1519 pelo Rei D. Manuel I, em plena época das navegações. Inserida num terreno com quase três hectares no coração do Ribatejo, a propriedade, inicialmente concebida como um retiro espiritual para frades, foi construída numa antiga ermida votiva a Santo António.

Após a extinção das ordens religiosas em 1834, o convento foi convertido em propriedade privada, tendo sido alvo de várias intervenções que o adaptaram à vida contemporânea sem perder o seu carácter histórico. A última grande renovação ocorreu na década de 1970, quando foi adquirido pela família do actual proprietário.

Com uma área útil de 1.726 metros quadrados, a propriedade inclui oito quartos, seis casas de banho e uma diversidade de espaços sociais. No piso térreo, encontram-se duas salas de jantar, uma sala principal, cozinha e copa, uma cozinha antiga e uma sala de pequenos-almoços. O claustro central, com acesso directo à igreja, é um convite à contemplação e ao relaxamento num local permeado de história.

O piso superior acolhe a área privada, com sete quartos, três deles em suíte, além de um apartamento independente com dois quartos e cozinha própria. O exterior é igualmente impressionante, com um jardim cuidado, uma grande piscina panorâmica, uma fonte de água e um pomar. A propriedade inclui ainda uma casa de hóspedes ou de empregados com dois quartos e estacionamento para várias viaturas.

Com um preço de 3.600.000 €, esta propriedade é sinónimo de exclusividade. No passado, o convento foi explorado como hotel, residência artística e casa de férias, denotando uma grande versatilidade.

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Francisco Maria Correia, director de Marketing e Empreendimentos
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Grupo Convictus anuncia novo director de Marketing e Empreendimentos

Com uma carreira consolidada no sector imobiliário e uma vasta experiência em marketing e estratégia, Francisco Maria Correia chega para “reforçar” o posicionamento do Grupo Convictus no segmento premium e “potenciar” novos empreendimentos de sucesso

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O Grupo Convictus acaba de anunciar a nomeação de Francisco Maria Correia como o novo director de Marketing e Empreendimentos. Com uma carreira consolidada no sector imobiliário e uma vasta experiência em marketing e estratégia, Francisco Maria Correia chega para “reforçar” o posicionamento do Grupo Convictus no segmento premium e “potenciar” novos empreendimentos de sucesso.

Com mais de uma década de experiência em Marketing com foco no mercado imobiliário de alto padrão, Francisco Maria Correia tornou-se especialista em branding, marketing digital e posicionamento estratégico, construiu uma trajectória sólida neste mercado.

Durante o seu percurso profissional, destacou-se pelo seu papel como director de Marketing na Remax Collection Portugal, onde contribuiu significativamente para o crescimento e reconhecimento da marca no sector de luxo. Antes disso, desempenhou funções de Marketing na Portugal Sotheby’s International Realty, consolidando a sua reputação como um dos principais especialistas em marketing imobiliário de luxo em Portugal.

“Estou muito entusiasmado por integrar o Grupo Convictus e contribuir para a sua estratégia de crescimento. O mercado imobiliário está em constante evolução, e acredito que a inovação e um posicionamento sólido são fundamentais para o sucesso dos nossos imóveis. Pretendo aplicar toda a minha experiência e visão para elevar ainda mais o nível dos projectos do Grupo”, afirmou Francisco Maria Correia.

Para Luís Matias, CEO do Grupo Convictus, esta nomeação reflecte o compromisso da empresa com a excelência e o crescimento contínuo: “Estamos confiantes de que esta nova liderança irá trazer uma visão estratégica alinhada com os objectivos do grupo, fortalecendo a nossa posição no sector e impulsionando assim os nossos e novos empreendimentos”.

A chegada de Francisco Correia marca um novo capítulo para o Grupo Convictus, que reforça o seu compromisso com a excelência, inovação e liderança no sector imobiliário. O seu know-how será essencial para impulsionar novos projectos, consolidar a posição do grupo no mercado e desenvolver estratégias diferenciadas que agreguem valor aos empreendimentos da empresa.

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JLL e WORX acompanham Banco Julius Baer na sua expansão em Lisboa

Localizado no Edifício Vitória, na Avenida da Lisboa, para o Banco Julius Baer, a distribuição do espaço permite a ter duas áreas distintas, respondendo à necessidade do cliente de ter uma zona dedicada à equipa e outra especialmente concebida para o atendimento aos seus clientes

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A JLL assessorou a colocação do Banco Julius Baer no Edifício Victoria, o maior banco independente em gestão de patrimónios global, situado na Avenida da Liberdade, uma das localizações corporativas mais prestigiados de Lisboa. Com sede na Suíça e presença em mercados-chave em todo o mundo, distingue-se pela abordagem centrada no cliente e pela sua expertise no sector financeiro. A operação, conduzida pela equipa da JLL, contou com a representação do proprietário, Victoria Seguros, a cargo da Worx.

A ocupação incide sobre um espaço de 791 metros quadrados (m2) num piso elevado, que combina uma localização central, beneficiando de bons acessos e transportes públicos, além da oferta de comércio e serviços nas suas imediações.

Para o Banco Julius Baer, a localização foi um factor decisivo. Além disso, a distribuição do espaço permite a criação de duas áreas distintas, respondendo à necessidade do cliente de ter uma zona dedicada à equipa e outra especialmente concebida para o atendimento aos seus clientes.

“A Avenida da Liberdade continua a ser um dos mercados mais competitivos, onde a disponibilidade de escritórios é extremamente limitada e muitos espaços nem chegam a ser colocados no mercado. Para identificar soluções que pudessem corresponder às necessidades do Banco Julius Baer, a JLL desenvolveu um trabalho proactivo de investigação, antecipando oportunidades futuras. O Edifício Victoria revelou-se a opção ideal, garantindo um equilíbrio perfeito entre localização, qualidade e flexibilidade do espaço”, afirma Carolina Villax, head of Tenant Representation na JLL.

“Foi um privilégio fazer parte do arrendamento do novo escritório da Banco Julius Baer em Lisboa. Este negócio reforça a atractividade da cidade e, mais concretamente, da Avenida da Liberdade para instituições financeiras de prestígio. O Edifício Victoria, um exclusivo da Worx, revelou-se a escolha ideal para este projeto, pois oferece uma localização privilegiada e características que se alinham perfeitamente com as necessidades do Banco Julius Baer. Na Worx demonstrámos novamente a nossa capacidade de identificar oportunidades e de concretizar transações de elevado valor.”, afirma, também, Bernardo Martins, transaction senior advisor consultant na Worx Real Estate Consultants.

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Portugal é um dos destinos mais atractivos para investimento hoteleiro na Europa

A nível de cidades, Lisboa entra directamente para o 4º lugar das cidades mais atractivas para investimento hoteleiro. Refira-se que, em 2024, a capital portuguesa não constava no ranking, o que demonstra uma evolução “significativa” da sua competitividade e do apelo junto dos investidores

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Portugal alcançou a terceira posição no ranking dos destinos mais procurados para investimento em hotelaria, depois de Espanha e Itália, no primeiro e segundo lugares, respectivamente, evidenciando um interesse crescente dos investidores internacionais. Esta é uma das conclusões do estudo European Hotels Investor Intentions Survey 2025, desenvolvido pela CBRE, que, de uma forma geral, considera que o “mercado hoteleiro europeu se mantém como um sector-chave para os investidores”

A nível de cidades, Lisboa entra directamente para o quarto lugar das cidades mais atractivas para investimento hoteleiro, destacando-se pela sua crescente relevância no panorama europeu. Em 2024, a capital portuguesa não constava no ranking, o que demonstra uma evolução significativa da sua competitividade e do apelo junto dos investidores.

“O sector hoteleiro português tem vindo a consolidar a sua posição como um dos mais dinâmicos da Europa, impulsionado por um turismo resiliente e por um mercado cada vez mais sofisticado. O facto de Portugal ter subido quatro posições neste ranking reflecte o reconhecimento da sua robustez e do potencial de crescimento sustentável”, afirma Duarte Morais Santos, director de Hotéis da CBRE Portugal.

Embora os inquiridos prevejam que a situação geopolítica seja o principal desafio para o investimento em 2025, a confiança no mercado hoteleiro europeu continua a crescer. Mais de 90% dos investidores estão dispostos a manter ou a aumentar a alocação de capital ao sector.

Espanha continua a ser o principal destino de investimento, pelo segundo ano consecutivo, apoiado pelos fundamentos do mercado a longo prazo e pela procura turística sustentada. A Itália ultrapassou o Reino Unido, ocupando o segundo lugar do ranking. O crescente interesse no sector hoteleiro italiano é generalizado, impulsionado pela oferta diversificada de hospitalidade do país e pelo surgimento de um novo grupo de hotéis de classe internacional. Portugal e o Reino Unido ficaram, conjuntamente, em terceiro lugar, enquanto França e Grécia mantiveram o quarto e quinto lugar, respectivamente.

Ao nível de cidade, Londres continua a ser a principal escolha para investimento. Madrid solidificou ainda mais o seu estatuto de segunda cidade mais atractiva para o investimento hoteleiro, com Roma a completar o Top3 de cidades, subindo da quarta posição alcançada em 2024. Lisboa e Barcelona completam o Top5.

Os investidores continuam a procurar o produto urbano, com 65% dos inquiridos a considerarem o CBD e as cidades de entrada os locais mais atractivos, afirmando o seu estatuto como centros de procura a longo prazo, apoiados por viagens de negócios e de lazer resilientes.

As cidades secundárias ganharam também maior procura e, de acordo com este estudo da CBRE, 12% dos inquiridos afirmaram que são as oportunidades de investimento mais atractivas, impulsionadas pela crescente confiança nos mercados turísticos emergentes que são apoiados por infraestruturas melhoradas e mudanças nos padrões de viagem.

“O actual desequilíbrio entre a oferta e a procura em toda a Europa continua a ser um factor-chave para o sector”, refere Kenneth Hatton, director de Hotéis Europeus da CBRE. “Estamos a ver propostas fortes de potenciais compradores que procuram adquirir os melhores activos, reflectidos nos volumes de investimento hoteleiro do ano passado, que aumentaram 34% em relação a 2023, o maior aumento anual para qualquer sector na região”.

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