Novo Bauhaus Europeu “é de extrema importância” para cumprir metas de neutralidade carbónica em 2050

Por a 23 de Abril de 2021

O Novo Bauhaus Europeu (New European Bauhaus), uma iniciativa da Comissão Europeia, da presidência portuguesa da UE e do BEI,  “é um convite para explorar novas e melhores maneiras de viver juntos”, considera o primeiro-ministro António Costa, que  participou na abertura da  conferência sobre  esta iniciativa.

Lançada pela Comissão Europeia em Janeiro, a “New European Bauhaus”, visa, aliar um movimento cultural e estético com a transição climática, através da mobilização de designers, arquitectos, engenheiros ou cientistas para “reinventar um modo de vida sustentável”.

“Ao combinar arte e conhecimento científico sob o mesmo tecto, para o benefício de toda a sociedade, a Novo Bauhaus Europeu pode contribuir para a construção de um futuro melhor garantindo que os edifícios e móveis de amanhã não sejam apenas mais sustentáveis, eficientes e inclusivos, mas também mais bonitos”, afirmou.
António Costa afirmou, ainda, que «”em anos após o lançamento da Bauhaus, num continente devastado pela Primeira Guerra Mundial, a Novo Bauhaus Europeu traz de volta a arte e a arquitectura à sua missão social, adaptando as cidades às necessidades humanas e trazendo o Acordo Verde Europeu (European Green Deal) para nossas vidas e nossas casas”.
A Nova Bauhaus Europeia, nas suas cinco dimensões – melhorar a sustentabilidade, estética, inclusão, acessibilidade e custo da habitação e dos ambientes residenciais –, “é de extrema importância para garantir que possamos cumprir o nosso compromisso de alcançar a neutralidade carbónica em 2050”.
A União Europeia está a tentar assegurar que a recuperação social e económica provocada pela pandemia assente na «transição verde e digital”, sublinhando o Primeiro-Ministro que essa recuperação deve também “traduzir-se em melhorias reais” na vida dos cidadãos.
Na sessão de abertura, além de António Costa, estiveram também presentes David Sassoli, presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli  e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão.

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