Portugueses apostam em sistemas de protecção solar e térmica

Por a 18 de Novembro de 2020

De acordo com a empresa espanhola Giménez Ganga, entre os 70 países onde opera, os distribuidores portugueses são os que estão a reagir mais rapidamente aos desafios inerentes à pandemia COVID-19. Desde o final do Estado de Alarme em Espanha, que terminou em Junho, o número de pedidos de informação por parte de empresas portuguesas interessadas na distribuição de sistemas de protecção solar e térmica da marca Saxun, uma das duas marcas que a empresa opera, registou um aumento de 70%. Com base nesta evolução, a Giménez Ganga estima para este ano um crescimento superior a 10% no volume de vendas em Portugal, face ao registado em 2019.

Um crescimento que a empresa associa a um novo paradigma de utilização das habitações, em virtude da pandemia em que vivemos. O novo normal implica desafios acrescidos nas características que os edifícios devem adotar para satisfazer as novas tendências, quer para teletrabalho, para habitação, para actividades comerciais, ou até mesmo para lazer.
Estas novas necessidades fazem com que sistemas de proteção para edifícios – como toldos, pérgulas de lona e pérgulas bioclimáticas – se demitam do seu tradicional papel secundário para se tornarem protagonistas dos espaços para aumentar a qualidade de vida dos seus utilizadores, transformando os terraços e esplanadas em elementos cruciais para estimular a frequência de bares e restaurantes.

“A pandemia trouxe a necessidade de criar melhor habitabilidade nos espaços comerciais e nas casas, e os portugueses compreenderam perfeitamente este facto. O mercado português está a ser muito mais rápido que o espanhol na procura de soluções que permitam aumentar áreas de segurança para a manutenção das suas actividades comerciais e assegurar maior rentabilidade dos negócios. Por outro lado, com o confinamento a casa tornou-se o principal foco de atenção das famílias e surgiu uma tomada de consciência dos aspectos que poderiam melhorar o conforto e a habitabilidade dos lares. Ter maior conforto em casa é o elemento chave para enfrentar as incertezas do futuro, no contexto desta pandemia que estamos todos a enfrentar”, justifica Pedro Giménez Barceló, CEO da Giménez Ganga.

Entre as soluções que os portugueses mais procuram encontram-se os sistemas de protecção solar – pérgulas, toldos, estores e wind screens – que permitem ampliar os espaços de restauração, hotelaria, empresas, comércio e habitações, para maximizar as áreas de utilização dos estabelecimentos e das residências. Jardins e terraços tornam-se partes integrantes das casas, eliminando a distinção entre espaço interior e exterior.
Este contexto reforça, também, as necessidades do sector residencial nacional, em termos de um melhor aproveitamento dos espaços e das características das habitações, tendo em conta as potencialidades do clima, em Portugal.

Com uma facturação anual de cerca de 130 milhões de euros, Giménez Ganga emprega 800 trabalhadores, gera cerca de 4000 postos de trabalho indiretos e integra mais de 23 distribuidores, que asseguram a actividade da empresa em 70 países.

O portefólio de soluções sob a marca Saxun integra pérgulas bioclimáticas, toldos, pérgulas de lona, cortinas, estores e protetores de vento. Os produtos da marca Giménez Ganga- persianas e portas dobráveis, portas seccionais, mosquiteiras, cortinas, portas de enrolar, treliças, revestimentos de teto, cortinas técnicas, maiorquinas, persianas com corrente e sistemas de proteção solar – cobrem todas as necessidades de protecção solar de qualquer projecto de construção

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