Primeiro-ministro sublinha urgência na aprovação de plano de recuperação europeu4

Por a 1 de Outubro de 2020

O Primeiro-Ministro António Costa sublinhou a “urgência europeia” na aprovação do plano de recuperação para responder às necessidades do presente e garantir que a crise económica e social não se aprofunda a cada dia que passa.

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Em Bruxelas, no primeiro dia de uma reunião extraordinária do Conselho Europeu, o Primeiro-Ministro salientou que Portugal está a apoiar a urgência de garantir que a União Europeia “tem uma resposta robusta à altura desta crise”.

“Quanto mais tempo demorar a termos as ferramentas necessárias para enfrentar a paralisação da economia que está a afetar empresas, emprego e rendimentos, pior. Há uma urgência europeia na aprovação de um plano para que este possa chegar efetivamente ao terreno, onde é necessário para contribuir para a ativação da economia, para a proteção dos empregos, para garantir que não há mais emprego destruído e que o desemprego não continua a crescer”, disse.

Portugal quer ser “dos primeiros países a apresentar o esboço do Plano de Recuperação e Resiliência” e António Costa reiterou o objetivo de o processo ser o mais célere possível, garantindo que o Governo tem estado a fazer o trabalho necessário, com uma visão estratégica, definição de prioridades, trabalhando com parceiros sociais e partidos políticos para “ter um bom plano para implementar assim que esteja disponível”.

O acordo entre o Parlamento Europeu e a Conselho Europeu “é muito importante para Portugal e para o resto da Europa” e vai permitir construir um futuro “mais verde, mais moderno, mais digital, mais inclusivo, com menos desigualdades, com maior prosperidade e com empresas mais competitivas”.

António Costa referiu também a importância da aprovação na garantia de uma economia que recupere a trajetória de crescimento e convergência com a União Europeia e de criação de mais e melhor emprego para que Portugal possa “sair desta crise mais forte do que quando entrou”.

“Não podemos perder esta oportunidade nem atrasar o início deste processo», acrescentou António Costa, dizendo que «ninguém compreenderia se os Estados-Membros não fizessem um esforço para as ultrapassar e encontrar pontos de entendimento”. “Cada dia que perdemos, é um dia que compromete a recuperação da economia e dos empregos”, concluiu.

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