Marktest: RE/MAX lidera ranking de reputação

Por a 18 de Maio de 2020

Pelo sexto ano consecutivo, a RE/MAX foi distinguida como a marca com melhor reputação em Portugal na categoria “Agências Imobiliárias”, segundo o MRI – Marktest Reputation Index 2020, inquérito que mede a reputação da marca. A RE/MAX venceu em todas as variáveis avaliadas: confiança, familiaridade, admiração, imagem e worth of mouth (WOM), posicionando-se como a marca com melhor índice MRI no seu sector, ocupando o 51º lugar do ranking MRI 2020, com um índice de reputação de 65,38, uma subida de 11 posições face a 2019.

O Marktest Reputation Index tem como objectivo posicionar as marcas num ranking, permitindo a comparação e posicionamento da marca face aos concorrentes e a outros sectores de actividade. Permite ainda a comparação da reputação da marca face aos seus utilizadores versus não-utilizadores, bem como a análise ao nível do género, idade, classe social e região o perfil dos inquiridos onde a marca tem maior ou menor reputação.

Na edição de 2020 foram avaliadas 24 categorias, correspondendo a 128 marcas. O MRI contou com um universo composto por indivíduos com 15 e mais anos, residentes em Portugal Continental, e uma amostra de 2027 entrevistas proporcionais ao universo em estudo e representativa do mesmo ao nível das variáveis sexo, idade e região.

“Sermos reconhecidos novamente pela Marktest e reeleitos como a imobiliária com melhor reputação é para nós um motivo de satisfação e que expressa de forma clara a confiança que os consumidores portugueses depositam no nosso trabalho. Acreditamos que é importante, e diria até motivador, a apreciação de entidades independentes, que avaliam a qualidade dos nossos serviços e a satisfação dos nossos clientes. A atribuição deste prémio pela sexta vez consecutiva à RE/MAX é um grande privilégio, sobretudo num sector exigente, que nos desafia diariamente, agora mais que nunca.”, salienta Beatriz Rubio, CEO da RE/MAX.

A RE/MAX Portugal encerrou 2019 com um volume de preços na ordem dos 5,20 mil milhões de euros, relativos às cerca de 68.000 transacções, 78,6% das quais de compra e venda de imóveis. A empresa culminou, assim, o ano passado com um crescimento de 9% no volume total de transacções, de 19% em volume de preços e reforçou também a sua presença no
mercado, ampliando as suas quotas entre 20% e 30% em distritos como Lisboa, mas também em toda a região Norte.

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