Arcadis vence contrato de 5,8M€ na Polónia
Grupo holandês integra consórcio que venceu um contrato na Polónia para ajudar 44 cidades do país a adaptarem-se às alterações climáticas

Pedro Cristino
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A Arcadis integra o consórcio que venceu um contrato na Polónia para ajudar 44 cidades do país a adaptarem-se às alterações climáticas, avaliado em 5,8 milhões de euros.
Segundo o comunicado do grupo holandês de engenharia, o consórcio inclui empresas públicas polacas, como o Instituto Nacional de Pesquisa de Protecção Ambiental, o Instituto Nacional de Pesquisa de Meteorologia e Gestão Hídrica, e o Instituto de Ecologia em Áreas Industrializadas. O contrato prevê acção em cidades com mais de 100 mil habitantes e foi adjudicado pelo Ministério do Ambiente da Polónia.
O projecto tem como objectivos a identificação e análise de desafios relacionados com a adaptação às alterações climáticas nas cidades, bem como o planeamento das medidas necessárias a nível local, para além da indicação de fontes de financiamento.
De acordo com a Arcadis, cada cidade coberta pelo projecto será sujeita a uma avaliação individual para definir a sua resiliência, criando, desta forma, uma base para o planeamento das medidas de adaptação a implementar. O prazo deste projecto é de dois anos.
A empresa explica também que as 44 cidades visadas neste contrato são habitadas por 30% da população polaca e geram 50% do PIB do país. Assim, o grupo considera “crucial” para a economia do país protegê-las contra os efeitos negativos das alterações climáticas, como chuvas torrenciais, inundações, ondas de calor, secas, tornados e deslizamentos de terra.
Nas palavras da directora das divisões de Ambiente e Água da Arcadis na Polónia, estes planos representam “o maior esforço de adaptação às alterações climáticas na Europa até à data”, pelo que os responsáveis da empresa estão “orgulhosos” pela sua selecção para “um projecto tão crucial”.
“Estamos convencidos que a colaboração da Arcadis com os seus parceiros de consórcio permitir-nos-á desenvolver soluções que contribuirão para melhorar a resiliência de áreas urbanas e para uma melhor protecção dos seus habitantes face às consequências negativas das alterações climáticas”, acrescentou Anna Rusek.
“As cidades são particularmente vulneráveis ao impacto das alterações climáticas”, afirmou Pawel Salek, ministro adjunto do Ambiente, explicando que os planos de adaptação nas áreas urbanas visam tornar as cidades mais resilientes e adaptadas a um clima em mutação.