Investidores estrangeiros aguardam alterações à Lei
Abrandamento nos resultados obtidos pelo programa de Vistos “Gold” “reflecte as expectativas criadas junto dos investidores, relativamente à entrada em vigor das alterações à Lei”, aprovadas em Conselho de Ministros e no Parlamento

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A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI) afirma que os investidores estrangeiros aguardam alterações à lei para retomarem o investimento em Portugal.
Em comunicado de imprensa, a CPCI explica que considera que o abrandamento nos resultados obtidos pelo programa de Vistos “Gold”, em Março, com um total de 54 milhões de euros de investimento captado, “reflecte as expectativas criadas junto dos investidores, relativamente à entrada em vigor das alterações à Lei”, aprovadas em Conselho de Ministros e no Parlamento.
“Recordando que está em causa a inclusão, de forma expressa, da reabilitação urbana, das actividades de investigação ou de apoio à produção artística e cultura, e a majoração dos projectos realizados em territórios de baixa densidade, a CPCI considera que estes aspectos são decisivos para que este programa, em 2015, possa continuar a atrair novos investidores para o país, intensificando e consolidando os resultados obtidos em 2014, ano durante o qual foi possível atingir um valor médio mensal de 77 milhões de euros em novos investimentos”, refere o comunicado.
A Confederação liderada por Reis Campos explica que, em Março, com os referidos 54 milhões de euros, a evolução mensal regista um crescimento menor do que o verificado no mês anterior, em que haviam sido captados 62 milhões.
Neste contexto, a CPCI afirma que esta evolução menos positiva se deve ao investimento imobiliário, que ationge 45 mihões de euros, menos 10 milhões que no mês anterior, “enquanto que as transferêncais de capital, com 9 milhões de euros investidos, crescem 2 milhões, face a Fevereiro”.
“A Confederação alerta para o peso do investimento estrangeiro no imobiliário nacional, salientando a importância de concretizar rapidamente as alterações legislativas e procedimentais, permitindo-se a estabilização e consolidação do programa que, em 2014, mais investimento estrangeiro trouxe para Portugal”, conclui o comunicado.