Palácio Sinel de Cordes acolhe sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa

Por a 6 de Fevereiro de 2012

No próximo dia 10 de Fevereiro, a apresentação do livro da Dafne Editora: “Eduardo Souto de Moura: Atlas de Parede, Imagens de Método”, marca a pré-inauguração de “um novo espaço de encontro na cidade”.

“Parte de um vasto programa de optimização e recuperação do uso do edifício desocupado há vários anos, a sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa passará também a funcionar no Palácio Sinel de Cordes (séc. XVIII), no Campo de Santa Clara (à Feira da Ladra) como catalisador do programa que se lhe seguirá”, anunciou em comunicado de imprensa a Trienal.

O Palácio foi cedido pela Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito da estratégia da criação de um pólo criativo no mesmo. “A Trienal de Arquitectura de Lisboa será o primeiro elemento de um programa mais vasto que passará a funcionar a partir daqui, prosseguindo com a sua missão de fomentar o debate entre os diferentes grupos envolvidos na conceção, programação, prática e critica de arquitetura, arquiteturavpaisagista e urbanismo, sejam arquitectos, artistas, estudantes de arquitectura, filósofos, economistas, jornalistas, antropólogos, políticos e autores de todo o País”.

O livro, editado por Pedro Bandeira e André Tavares com textos de Philip Ursprung, Diogo Seixas Lopes, Pedro Bandeira e Eduardo Souto de Moura, e desenhado por João Faria, “para além da incursão num universo visual que habita as obras do arquitecto Eduardo Souto de Moura, habitualmente escondido do olhar do público, contém contribuições teóricas de peso, entre as quais se destaca o contributo de Philip Ursprung, historiador e professor na Escola de Arquitetura da ETH Zurique e comissário da exposição Herzog & de Meuron, Natural History que, em 2002, dissecou o trabalho da dupla suíça”.

Segundo a Trienal de Arquitectura de Lisboa, o livro oferece ainda “uma visão original sobre as formas de pensar o projecto e os métodos da arquitectura”. “Este livro navega por essas interrogações, utilizando o imaginário visual do arquitecto Eduardo Souto de Moura para ensaiar algumas hipóteses. As muitas imagens que conquistaram o espaço do livro foram sendo recolhidas pelo arquitecto e dialogam com desenhos e projectos originais”.

 

 

 

 


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